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Que priorizar, que nada! O técnico Vagner Mancini surpreendeu e pôs o time titular para enfrentar o Internacional. "Eles querem jogar", argumentou. Decidiu manter o foco em duas frentes, sevando as possibilidades de chegar à Copa Libertadores da América tanto no Campeonato Brasileiro quanto na Copa do Brasil (tem confronto de volta da semifinal contra o Grêmio, quarta que vem, em Porto Alegre).

A vitória sobre o Inter foi sofrida, pegada, complicada por um gramado pesado pela chuva que apareceu na tarde do domingo curitibano. Mas foi recompensadora pela exibição da equipe, que, se não foi tão eficiente lá na frente como em outros tempos, foi compacta na retaguarda (ressalte-se a fase irrepreensível do zagueiro Luís Alberto), não permitindo arremates mais perigosos do ataque gaúcho.

A vitória de ontem funciona bem em dois sentidos. No próprio campeonato brasileiro, agora como vice-líder, e no embate decisivo do meio de semana, para o qual vai com moral em alta pelo resultado conquistado na Vila Capanema.

E a torcida, que não se contém e só se vale do emocional, já começou a clamar pela Libertadores. Que está cada vez mais próxima.

Não passou do quase

Não que se deva exigir uma vitória do Paraná sobre o Palmeiras. Afinal de contas, o "alviverde imponente" já despachou o acesso, é disparado melhor que todos os demais integrantes da segunda divisão e conta apenas o tempo para saber em que rodada será campeão antecipado.

O Paraná teria de conquistar pontos em outras partidas, principalmente em casa, onde entregou resultados fáceis aos concorrentes. Mas sábado, por alguns momentos, deu até a impressão de poder superar o bicho-papão. Por alguns minutos apenas, após sair com vantagem no placar. Mas o Palmeiras fez valer o equilíbrio da partida, tirou proveito da contusão de Anderson, o melhor zagueiro, que passou a fazer número em campo, e o empate ficou justo pelo que foi apresentado na partida.

Problema é que a passagem à Primeira Divisão, que parecia certa rodadas atrás, está cada vez mais complicada e para tanto os tricolores precisam tirar leite de pedra, com vitórias acima da lógica. Como a próxima, contra o Boa, em Minas Gerais.

Também o Coritiba ficou no quase contra o Vasco. Jogo ruim, muito quebrado, com poucas chances de finalização. Mas nem tanto para justificar uma vitória vascaína, pois houve equilíbrio de ações e o mais justo teria sido o empate. Que o Coxa buscou nos instantes finais, após diminuir em cabeçada de Luccas Claro. Mas não teve depois.

E o gol de cabeça do zagueiro veio alimentar saudades dos tempos em que a bola alta de ataque era sempre perigosa. Com Emerson ou Pereira, jogadas certeiras que o time, até sábado, não exibia mais.

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