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Polêmica

"Era uma fábrica de vender jogadores", diz Vinícius Eutrópio sobre o Furacão

Ex-treinador do clube conta que período Petraglia no Atlético era voltado para negociações

Eutrópio: "Antes de um jogo contra o Cruzeiro, o presidente ligou e falou para tirar o Lima e o Cocito porque eles estavam vendidos" | Jonathan Campos / Agência Gazeta do Povo
Eutrópio: "Antes de um jogo contra o Cruzeiro, o presidente ligou e falou para tirar o Lima e o Cocito porque eles estavam vendidos" (Foto: Jonathan Campos / Agência Gazeta do Povo)

Funcionário do Atlético Paranaense entre 2000 e 2006 – como auxiliar e coordenador técnico –, quando o homem-forte no clube ainda era Mário Celso Petraglia, Vinícius Eutrópio usou o Rubro-Negro como exemplo no momento em que falava sobre o número ideal de jogadores no elenco em sua palestra no Footecon 2009. Para ele, o tamanho do grupo é variável. Em uma "fábrica de vender jogadores", como definiu o Furacão, precisaria ser de 38 ou 39 jogadores.

Eutrópio fez uma comparação com o Fluminense, outro clube pelo qual passou, citando o número de 28 atletas como ideal. A explicação foi de que o Tricolor carioca pensa mais nos resultados. "Também temos de ver que o Atlético tem nove campos de treinamento e o Fluminense apenas um", salientou.

Ele lembrou de um episódio em 2005 para justificar a manutenção de um elenco maior no clube paranaense. "Antes de um jogo contra o Cruzeiro, o presidente ligou e falou para tirar do time o Lima e o Cocito porque eles estavam vendidos", contou. "Quer dizer, você precisa estar sempre preparado para repor".

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