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Após derrota em clássico, Flamengo demite Cristóvão Borges

    • rio
    • Estadão Conteúdo Web
    • 20/08/2015 13:41
    Cristóvão Borges teve apenas 46% de aproveitamento no Flamengo. | Bruno Haddad/Fluminense FC
    Cristóvão Borges teve apenas 46% de aproveitamento no Flamengo.| Foto: Bruno Haddad/Fluminense FC
    • 16/9/15 – Enderson Moreira foi demitido do Fluminense depois de o time entrar em queda livre no Brasileiro. Em 12 partidas, o Tricolor das Laranjeiras perdeu 9, ostentando a pior campanha do segundo turno da competição. O treinador ficou 25 partidas no comando do clube, conquistando 11 vitórias, 4 empates e 10 derrotas – aproveitamento de 49,3%.
    • 31/8/15 – Vanderlei Luxemburgo caiu um dia depois da derrota para o Santos, em casa, por 1 a 0. Com apenas 36,8% de aproveitamento no Cruzeiro, ele acabou perdendo o emprego pela segunda vez no campeonato – antes, não resistiu à má campanha no Flamengo. A Raposa chegou à sexta partida sem vitória e será comandada provisoriamente pelo auxiliar técnico Deivid (ex-atacante do Coritiba).
    • Dos 54 pontos disputados, o Flamengo de Cristóvão ganhou apenas 25, com um aproveitamento de 46,2%.
    • 15/8/2015 – Celso Roth não resistiu à derrota do Vasco para o Coritiba, por 1 a 0, na última rodada do primeiro turno do Brasileiro. Em sua terceira passagem pelo clube, ele registrou 5 vitórias, 1 empate e 7 derrotas, deixando o cruz-maltino na lanterna da Série A. Dois dias depois, Jorginho assumiu o comando do clube.
    • 13/8/2015 – O técnico Argel Fucks deixou o Figueirense para assumir o Internacional, com contrato até o fim de 2016. No Figueira, comandou a equipe por 74 partidas, obtendo 33 vitórias, 22 empates e 19 derrotas. Quatro dias mais tarde, Renê Simões, cujo último clube havia sido o Botafogo, foi contratado para o cargo.
    • 6/8/2015 – O técnico uruguaio Diego Aguirre não suportou a pressão no Internacional. Depois da eliminação na Libertadores, o time gaúcho empatou dois jogos sem gols pelo Brasileiro e caiu às vésperas do Grenal. Sua principal marca no Colorado foi o rodízio de jogadores.Seu retrospecto no time foi de 24 vitórias, 15 empates e 9 derrotas – 60,4% de aproveitamento.
    • 3/8/2015 – O técnico Guto Ferreira caiu depois da derrota para o Figueirense, fora de casa, por 3 a 1, completando sete partidas sem vitória. Ele estava no clube desde julho de 2014 e deixou a equipe com o retrospecto de 30 vitórias, 17 empates e 16 derrotas. A Macaca anunciou Doriva para o cargo no dia seguinte.
    • 26/7/2015 – Adilson Baptista não resistiu à derrota do Joinville por 2 a 0 para o Santos e, depois de 50 dias no cargo, acabou demitido junto com seu auxiliar, Fábio Maraston, além do analista de desempenho, Cyro García, e do superintendente de futebol, Cezar Sampaio. Baptista somou duas vitórias, dois empates e seis derrotas. Paulo César Gusmão assumiu a prancheta do Figueira.
    • 9/7/2015 - Marcelo Fernandes ficou no comando do Santos por 27 partidas, com 12 vitórias, 6 empates e 9 derrotas (51,8% de aproveitamento). Com a contratação de Dorival Júnior anunciada pelo Peixe, Fernandes aceitou voltar a ser auxiliar técnico na Vila Belmiro.
    • 22/6/2015 - Hélio dos Anjos não resistiu ao começo ruim no Brasileirão e foi demitido do Goiás. Ele deixou a equipe à beira da ZR, na 15ª colocação. Ele foi o nono técnico a ser trocado nesta edição da Série A.
    • 21/6/2015 - O presidente do Vasco, Eurico Miranda, segurou até quando deu. Mas o técnico Doriva não conseguiu fazer o Vasco sair da zona do rebaixamento do Brasileirão e acabou demitido. Foi a oitava vítima do campeonato deste ano.
    • 9/6/2015 - Oswaldo de Oliveira foi o sétimo técnico a ser demitido durante o Brasileiro. Desde o começo do ano, ele recebeu dois times inteiros de reforços - 22 jogadores - , mas não conseguiu fazer o time render. Deixou o Palmeiras na 15ª colocação, com apenas uma vitória em seis jogos.
    • 8/6/2015 - Marquinhos Santos foi o sexto treinador a ser demitido neste Brasileirão. Ele não conseguiu fazer o Coxa vencer mais de uma vez no campeonato e se despede pela segunda vez do clube.
    • 4/6/2015 - A péssima campanha do Joinville na Série A levou a diretoria do clube a demitir Hemerson Maria.. Último colocado, o JEC não conseguiu vencer no Brasileirão sob o comando de Hemerson Maria.
    • 2/6/2015 - Marcelo Oliveira não resistiu à eliminação do Cruzeiro nas quartas de final da Libertadores. Pesava ainda sobre o treinador a desclassificação para o rival Atlético-MG na semifinal do Campeonato Mineiro.
    • 25/5/2015 - Vanderlei Luxemburgo foi o terceiro técnico a cair durante o Brasileiro. O ano começou cheio de expectativas para o Flamengo, mas o time fracassou no Carioca e começou mal o Brasileiro, com apenas um ponto em três rodadas. O técnico foi demitido após a derrota para o Avaí por 2 a 1.
    • 20/5/2015 – Ricardo Drubscky não durou dois meses no comando do Fluminense. Foram oito jogos, com cinco vitórias e três derrotas nas Laranjeiras. A gota d’água foi a derrota por 4 a 1 para o Atlético-MG, pela segunda rodada do Brasileirão. Drubscky foi o segundo treinador demitido pelo Tricolor carioca nesta temporada, já que chegou para substituir Cristóvão Borges. Para seu lugar, o Fluminense contratou Enderson Moreira, que passou por Santos e Atlético em 2015.
    • 19/5/2015 - Ídolo no Grêmio, Felipão entregou o cargo logo após a segunda rodada do Brasileirão. Em 2015, o time perdeu mais uma vez o Campeonato Gaúcho para o rival Inter e começou o Nacional com um empate e uma derrota.
    • 20/4/2015 - O ano começou muito ruim para Enderson Moreira. Depois de ser demitido do Santos, durou pouco também no Atlético. Caiu no fim de abril. Período ficou marcado por resultados ruins e críticas dele ao planejamento do clube.
    • 6/4/2015 - Muricy Ramalho resistiu enquanto pôde. O começo de ano do São Paulo não foi dos melhores. Dificuldades no Paulista e na Libertadores pressionaram demais o treinador. Os problemas de saúde do treinador também influenciaram na saída.
    • 2/4/2015 - Wagner Lopes teve tempo para trabalhar, mas não agradou. Apesar de bom retrospecto, foi demitido do Goiás no começo de abril, após 15 jogos.
    • 23/3/2015 - Cristovão Borges caiu no Fluminense em março. O time carioca não engrenou no início de 2015 e o técnico deixou o clube na quinta colocação do Carioca, fora da área de classificação para a semifinal.
    • 15/3/2015 - Claudinei Oliveira foi demitido no meio de março. A diretoria mudou os planos e resolveu utilizar o time principal durante a primeira fase do Estadual. A equipe A, no entanto, amargou um jejum de cinco jogos. Após a derrota para o Maringá por 2 a 1 na Arena, o técnico foi dispensado.
    • 14/3/2015 - Geninho perdeu o emprego no Avaí em 14 de março. O time foi parar no Torneio da Morte do Catarinense após apenas uma vitória em nove jogos. A demissão foi sacramentada após uma derrota para o Guarani de Palhoça por 5 a 3.
    • 5/3/2015 - Enderson Moreira foi o primeiro técnico de Série A a perder o emprego em 2015. Em 5 de março, ele foi demitido do Santos. O time estava em boa fase, mas desentendimentos com diretoria e jogadores pesaram contra o treinador. Dez dias depois, ele assumiu o Atlético.

    Cristóvão Borges não resistiu à derrota do Flamengo no clássico com o Vasco, pelas oitavas de final da Copa do Brasil, e foi demitido nesta quinta-feira (20). Após se reunir com a diretoria rubro-negra, o treinador acertou sua saída. Oswaldo de Oliveira, ex-Palmeiras, deve ser anunciado como novo técnico do Flamengo nas próximas horas.

    Ele é agora o 22º treinador a cair entre os clubes da Série A (ver galeria).

    A derrota por 1 a 0 no clássico, disputado no Maracanã, foi a “gota d’água” para a diretoria. O treinador, que assumiu o time no final de maio, substituindo Vanderlei Luxemburgo, comandou o time em 18 partidas. Perdeu metade delas, venceu oito e empatou uma.

    Dos 54 pontos disputados, o Flamengo de Cristóvão ganhou apenas 25, com um aproveitamento de 46,2%. Com esse desempenho, ele era o segundo pior técnico do Flamengo desde 2013.

    Contra o Vasco, que passa por péssimo momento, o Flamengo foi apático. Mesmo assim, o treinador demorou a mexer na equipe. Foi vaiado e chamado de “burro” pela torcida presente no Maracanã.

    Apesar disso, após a partida, Cristóvão assegurou que não pediria demissão. O diretor de futebol, Rodrigo Caetano, também desconversou sobre o assunto. A mudança de ideia veio em menos de 12 horas.

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