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Por causa da Primeira Liga, Coritiba de Gilson Kleina terá de estrear uma semana antes do planejamento da comissão técnica. | Albari Rosa/Gazeta do Povo
Por causa da Primeira Liga, Coritiba de Gilson Kleina terá de estrear uma semana antes do planejamento da comissão técnica.| Foto: Albari Rosa/Gazeta do Povo

O técnico Gilson Kleina mostrou preocupação com a estreia antecipada do Coritiba na temporada de 2016. Na próxima quarta-feira (27) o Alviverde enfrenta o Internacional, no Estádio Beira-Rio, pela Primeira Liga, e vai perder, nas contas da comissão técnica, uma semana de trabalhos na pré-temporada. Pode ter um ganho em conjunto, mas acaba pulando etapas no desenvolvimento do condicionamento físico.

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“A gente tem que acelerar o processo. Tentamos colocar um número maior de jogadores em atividade para observá-los em ação. Só não podemos trocar muito, senão perde o pouco entrosamento que temos”, disse o treinador. A manutenção de grande parte do time do ano passado é que vai garantir uma adaptação mais rápida. “Estamos sendo coerentes com o planejamento. A base mantida nos dará sustentação para evoluirmos com equipe”.

Kleina acha que apesar da maneira improvisada com que a Primeira Liga funcionará em sua primeira edição, o Coritiba tem que manter um bom nível de competitividade. “Não tem como você jogar dentro do Beira-Rio sem colocar na cabeça dos jogadores que a entrega tem que ser total. Temos que ter uma mesma postura, sem abdicar do objetivo de vencer”.

Os primeiros dias de pré-temporada têm sido de foco na preparação física e no conhecimento pleno de elenco e comissão técnica. Além dos seis reforços buscarem entrosamento com os demais jogadores, a comissão técnica, em especial Kleina e o preparador Robson Gomes também iniciaram um trabalho novo e precisam de sintonia para trabalhar.

“No início o mais importante é colher várias informações. Estamos numa fase de integração total, com comissão técnica e jogadores se conhecendo. A pré-temporada serviu para que pudéssemos analisar e observar as características de cada jogador, as possibilidades de plano tático e variações”, explicou o treinador.

Todo esse processo de auto-conhecimento, no entanto, vem acompanhado de uma programação de treinos físicos muito intensa. “Temos que fazer o alicerce, não tem como priorizar outra coisa. Isso vai nos dar uma sustentação o ano todo. A prioridade é o físico para criarmos um lastro para aguentar toda a temporada”, disse Kleina, que curiosamente iniciou sua carreira justamente como auxiliar de preparação física do titular da posição, Robson Gomes, na década de 90.

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