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história

Zé Roberto: “Quando o Flecha passava, era um golzinho nosso”

  • PorAna Luzia Mikos
  • 10/04/2015 21:47
Krüger e Zé Roberto (à esquerda) no caminhão de Bombeiros, comemorando pelas ruas de Curitiba o título do Torneio do Povo. | Arquivo/GRPCOM
Krüger e Zé Roberto (à esquerda) no caminhão de Bombeiros, comemorando pelas ruas de Curitiba o título do Torneio do Povo.| Foto: Arquivo/GRPCOM

Dirceu Krüger jogou 14 anos pelo Coritiba. Era o ponta na era mais gloriosa da história do clube, período em que diversos craques passaram pelo Alto da Glória. Para o Flecha Loira, porém, nenhum outro jogou mais do que Zé Roberto. Prestes a também completar 70 anos, Zé Roberto lembra com bom humor do antigo companheiro de ataque.

“De tão feio que era, chamava ele de Bruxa Loira”

“Eu não chamava ele de Flecha Loira, chamava de Bruxa Loira, de tão feio que ele era. Sempre brinquei demais com ele. Quando eu cheguei no Coritiba, o Krüger já era o maior ídolo do clube. E com todos os méritos, porque jogava demais. Cheguei com respeito. Nunca houve rivalidade. Foram três anos de alegria. Um time que ganhou muito porque era unido. Amigo. Sempre muito veloz, quando o Flecha passava, era um golzinho nosso.

Nos deu o maior susto quando se machucou, aquela contusão que quase o levou a óbito. Quando ele voltou, vencemos um jogo no interior por 7 a 2, cinco gols meus e dois dele. Foi a maior festa. Depois como treinador, mostrou que sabia tudo de bola. Também vou fazer 70 anos e tenho muito orgulho de ter dividido uma parte maravilhosa da minha carreira e da minha vida com ele.”

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