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Nesta sexta-feira é comemorado o Dia das Bruxas, também chamado de Halloween. Os festejos do dia são marcados pela alusão a símbolos de terror: fantasmas, caveiras, vampiros, monstros... A Gazeta do Povo fez uma relação desses elementos com o futebol do estado e a atualidade.

Fantasma

Uma das assombrações mais presentes no futebol paranaense, o fantasma do rebaixamento persegue o Coritiba desde o ano passado, sendo figura cativa nas arquibancadas do Couto Pereira. Atlético e Paraná também sofreram recentemente com a alma penada, que não cansa de perseguir os times da capital.

Zumbi

Um zumbi é uma criatura tida como morta que reanimou. No futebol do estado, nada mais emblemático do que o Londrina. O Tubarão passou por anos sombrios, chegando até mesmo a disputar a Segunda Divisão paranaense e a ficar sem calendário. Em 2014, venceu a elite do Estadual e subiu para a Série C brasileira. Mais vivo do que nunca.

Bruxa

A bruxa está solta no ataque do Atlético – no início do Campeonato Brasileiro, Marcelo e Douglas Coutinho eram as principais referências ofensivas do clube, que fez uma boa arrancada. Hoje, a realidade é outra: Marcelo não marca há dez rodadas, e Douglas está na seca desde a 14ª rodada, em agosto.

Casa mal-assombrada

O Pinheirão foi construído pela Federação Paranaense para ser o grande estádio do estado. O local serviu de casa para Atlético e Paraná, além de partidas da Seleção Brasileira. Em 2007, acabou lacrado pela Justiça, por causa de dívidas da FPF e, posteriormente, leiloado. O estádio se transformou em um cemitério esportivo e seu terreno ainda não tem um destino certo.

Frankenstein

Uma equipe de futebol é composta por 11 jogadores, mas o Paraná, em sua trajetória durante a Série B, fugiu bastante desse número. Até o momento, foram usados 46 atletas diferentes na tentativa de montar o Tricolor ideal. A "criatura" paranista nunca embalou, vivendo de altos e baixos. O resultado foi uma campanha apenas regular.

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