Franca favorita à conquista de uma das vagas para a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, a Argentina estréia nas eliminatórias às 17h40 (de Brasília) deste sábado, contra o Chile, no Estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires.

Todas as atenções estarão voltadas para o atacante Lionel Messi. Candidato ao prêmio da Fifa de melhor jogador do ano e em exuberante fase no Barcelona, o jogador, ao lado de Carlitos Tevez, é a esperança de gols da equipe comandada por Alfio Basile. Além disso, outra aposta é o atacante Sergio Agüero, que vem se destacando pelo Atlético de Madrid, mas que ficará como opção para a segunda etapa.

Após desastre na final da Copa América, hermanos tentam ressurgirNa equipe, a ordem é começar a campanha com vitória para recuperar a confiança quebrada na final da Copa América, quando foi goleada pelo Brasil por 3 a 0.

As novidades em relação à última competição devem começar na defesa, onde Basile lançará Demichelis. O jogador do Bayern de Munique terá a responsabilidade de substituir Roberto Ayala, que deixou a seleção após 116 jogos.

No meio-de-campo, Mascherano e Cambiasso devem se responsabilizar pela marcação, no intuito de liberar Maxi Rodríguez e Riquelme para armar o jogo com liberdade.

No lado chileno, a expectativa é surpreender no Monumental. Para a difícil tarefa, o técnico Marcelo Bielsa vai levar a campo uma trinca ofensiva formada por Mark González, Eduardo Rubio e Marcelo Salas. Este último, que disputou a Copa do Mundo de 1998, concordou com a estratégia.

- Para um atacante sempre é melhor jogar com dois atacantes mais nas pontas que estejam passando a bola pelo meio, neste caso para mim e para Humberto (Suazo), que jogamos mais de área - explicou.

Bielsa promete pressionar a ArgentinaAdepto do futebol ofensivo, Bielsa - que comandou a seleção argentina em parte das últimas eliminatórias - deve utilizar um esquema para pressionar a Argentina em seu campo e procurar atacar com o maior número de atletas possível.

A polícia argentina deve armar um forte esquema de segurança nos arredores do estádio, em Buanos Aires, com um efetivo de 850 homens. Além disso, 280 "barras bravas" - torcedores violentos do país - terão a entrada proibida no estádio.

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