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Depoimentos

Meu Atletiba inesquecível no Couto Pereira: parte 1

Torcedores de Atlético-PR e Coritiba contam um pouco de suas histórias de amor com o maior clássico do futebol paranaense

  • PorEduardo Luiz Klisiewicz
  • 20/10/2009 16:30

Na segunda-feira (19) a Gazeta do Povo lançou o convite e perguntou: Qual é o seu Atletiba inesquecível disputado no Couto Pereira? A resposta dos leitores foi imediata e a caixa de emails recebeu diversos e-mails com relatos dos torcedores atleticanos e coxas-brancas.

As histórias, cheias de saudosismo, contribuem para esquentar o clima do maior clássico do futebol paranaense (marcado para as 16h de domingo, dia 25, no estádio Couto Pereira).

Envie você também o seu depoimento para arquibancada@gazetadopovo.com.br. Os melhores relatos (um do Furacão e outro do Coxa) serão publicados na edição impressa da Gazeta do Povo de domingo.

A seguir, todos os depoimentos enviados (por ordem de chegada) até às 13h desta terça-feira (20):

"Meu Atletiba preferido foi justamente no Couto Pereira, e foi um empate! A final do Paranaense de 1990 foi memorável... pura raça em campo!

O gol de Berg do Coritiba no final do jogo garantiu o título para o Atlético. Foi o gol contra mais bonito e mais esquisito da história do futebol paranaense. Quem não lembra do lateral cobrado pelo Atlético no final da partida, a bola suspensa no ar só foi tocada de cabeça por jogadores do Coritiba até entrar na própria meta! Foi uma das maiores comemorações em que tive o privilégio de participar!

Confesso que é muito bonito ver a nossa torcida rival comemorar um gol no Couto, mas o melhor é sempre ganhar a partida e o campeonato fora de casa!". Dario Paixão, atleticano desde 1975.

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"Atletiba Final do Estadual de 2004. Domingo muito chuvoso na cidade e la fomos rumo a Baixada, eu e o meu grande amigo Mauricio Neves, Neto do nosso digníssimo Evangelino Neves. Até a saída do carro e a chegado ao portão tomamos um banho de chuva, e nos deparamos com o portão faltando pouco mais de 30 minutos para o inicio. Da partida, nos obrigando a ficar de pé tomando a chuva na cabeça.

Quando os portões abriram a adrenalina já estava em nossas veias, depois da revista e apreensão do meu radinho de pilha pelos seguranças do Atlético, enfim conseguimos entrar na arquibancada. Gramado alagado, cena cômica do funcionário do atlético quebrando na marreta uma mureta para dar mais vazão a água que era muita. Mas estávamos lá, 2.000 ou mais guerreiros coxas-brancas enfrentando tudo que é adversidade dentro e fora de campo.

Jogo muito disputado, o Coritiba com a vantagem de empate para levar o título de bicampeonato estadual. Já era o segundo tempo e estávamos perdendo de 2x1, quando nós começamos a cantar COXAAAA, sem parar, todos os 2 mil torcedores juntos sem parar mesmo. Era uma sensação tão grande de união e luta para emanar toda essa energia positiva para os nossos jogadores guerreiros em campo, que quando um de nós abaixava o tom por cansaço, era imediatamente empolgado novamente pela torcida, foi um momento único e inesquecível!

E como a energia era tão positiva Tuta empata o jogo, o herói da partida, nos elevando ao grau máximo de felicidade e êxtase! Enfim conseguíamos ajudar o time, fizemos nosso papel, como essa torcida maravilhosa vem fazendo cada vez mais pelo nosso coxa! Foi uma grande noite de alegria e comemoração pelas ruas da cidade, pois também se quebrava um tabu de anos na Baixada.

Esse é meu relato, ficou marcado muito em minha vida, e de meu amigo também, com certeza em todos que foram neste jogo sejam coxas-brancas ou atleticanos.Hoje moro fora do estado com o peito apertado de ver os jogos e não estar junto com a torcida maravilhosa, ao qual sou apaixonado. Coxa, eu te amo sempre em qualquer lugar". Jeyson Gurek.

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"Um atletiba memorável no Couto? Difícil destacar apenas um, mas me veio a mente a final do paranaense de 1990.

Em pleno Couto Pereira o CAP jogava pelo empate. O jogo estava 1 a 1 quando ocorreu uma falha lamentável do goleiro Marolla (um dos ídolos até hoje...). Ele soltou uma bola fácil nos pés do zagueiro Berg, que fez 2 x 1 para os coxas...com este resultado, o coxa seria campeão.

Mas o Atlético mostrou porque mereceu o título de 'campeão da década' nos anos 80. Foi pra cima e numa jogada espetacular, de dentro da meia-lua o mesmo Berg (que até então era o herói do título) fez um recuo de cabeça para o goleiro (acho que era o Gerson, mas não me lembro direito). Acontece que o goleiro estava na marca o pênalti e levou um lençol fantástico e nada pode fazer. Final: 2x2. Furacão campeão no nosso salão de festas". Maurício R. Plombon.

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"Meu Atletiba inesquecível foi o segundo jogo da final de 1990.Lembro-me que de quinta até o domingo minha cabeça foi tomada por um só pensamento. Será que o milagre se repete? No 'Alto' de meus 10 anos de idade, nada mais tinha importância, a não ser a expectativa de sagrar-me campeão, principalmente tendo em vista que o time 'deles' realmente era bem mais forte. Lembro-me de ter feito uma prévia em casa através do jogo de botão (o engraçado é que eu controlava os dois times) tendo a convicção de que o resultado daquele confronto se repetiria no domingo.

Chegado o grande dia, nos dirigimos ao Couto, eu e meu pai (aliás companheiros inseparáveis de todos os jogos). Senti algo até hoje inesquecível, nunca tinha visto um estádio tão lotado, um calor insuportável, e o pior, os verdes estavam muito confiantes. Começa o jogo, e recordo-me que logo no começo o carrasco Dirceu, com um cruzamento do gênio Carlinhos fez 1 x 0. Minha vida tinha mudado naquele instante: 'Meu Deus, o Atlético vai ser campeão...' e não é que eles nos jogaram um balde de água fria, o frustrado Pachequinho fez um gol extremamente discutível e o "rubro-negro" Berg empatou em uma falha incrível de Marola.

Meus sonhos desabaram, a tristeza tomou conta de mim, pensava 'ah não, como vou agüentar aqueles piás do prédio?". De repente, creio que aos 23 minutos do 2º tempo, Odemilson cobra um lateral em direção a área e o imponderável acontece. O grande Berg cabeceia para o próprio gol...não era possível! Mas foi a realidade.

Os vinte minutos finais foram um terror. O Coxa pressionou. Um fato bastante curioso e inesquecível para mim foi um escanteio lá pelos 40 minutos do 2º tempo, onde o grande Gilberto Costa assumiu a cobrança, o engraçado foi que nenhum jogador do CAP foi até a área tentar o gol, e não é que o Doutor Gilberto dá um bicão em direção a nossa torcida, nos levando ao êxtase, pensei 'orra, esse cara é um gênio, agora o gandula leva 5 minutos para arrumar outra bola.' Seguiram-se mais alguns minutos e o apito final tremulou. Que emoção! Com 10 anos de idade tive uma das mairoes felicidades de minha vida, e mais, com um gol ilógico, espírita, inexplicável, que me fez, logo criança, ter a maior certeza de minha vida, o CAP é o maior time do mundo". Fernando Augusto S. Magalhães.

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"Eu estava lá, foi o Atletiba de 31 de maio de 1987 quando o Atlético ganhou de 3 a 2 e eu entrei errado e estava na torcida do Coxa. Nem pude vibrar pelos gols do Furacão, mas foi muito legal. Hoje eu moro em Alto Araguaia/MT".João José Rodrigues.

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"'Sou Atleticana desde que nasci, pois minha família toda é Atleticana. Meu bisavô Itaciano Marcondes foi o presidente do Furacão de 49. Mas fui ter amor ao clube e torcer muito mais por ele por causa do pai das minhas irmãs que insistia em me levar nos jogos do Coritiba. Um dia ele me levou num Atletiba no Couto, em 06 de maio de 1985, cujo resultado foi 1 x 1. Porém meu coração bateu muito mais forte ao ver a torcida rubro negra. E desde então sou fanática, vou a todos os jogos e ninguém me convence do contrário'. Camila Lopes Ferreira.

'Sou Coxa desde os 5 anos de idade, por influência de amigos, já que toda minha família é de Porto Alegre e todos torcem pelo Inter. Esses amigos me levaram no mesmo Atletiba que a minha noiva (texto logo acima) foi, em 6 de maio de 1985, e que o resultado foi 1 X 1. Mas ao contrário dela, o meu coração vibrou mais com a torcida alviverde'. Gilson Provenzano Filho, 29 anos.

Apesar dos times rivais respeitamos um ao outro, e fazemos questão de participarmos ativamente da vida futebolística do rival e dos nossos, pois somos sócios e sempre estamos discutindo soluções não só para a vida do clube, mas também para a segurança dos torcedores tanto dentro quanto fora do estádio. Sábado passado, eu fiz uma festa todinha do Coxa pro Gilson, em homenagem ao aniversário dele que é no mesmo dia do aniversário do time". Camila Lopes Ferreira, 32 anos.

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"Em 16 /04/1995 o Coritiba humilha o Atlético Paranaense no Couto Pereira ganhando de goleada: 5x1, com 3 gols do artilheiro Brandão, 1 de Jetson e 1 contra do zagueiro china do Atletico. Foi o melhor presente de pascoa que ja recebi em minha vida. Coxa eu te amo". Alex Guercheski.

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"De todos os clássicos que assisti, o mais fantástico foi este: Tarde de 1º de Maio, dia do Trabalhador, 1990. 3 x 0, fora o show de Tostão e Ronaldo. Saudações".Ademir J. Carvalho.

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"Meu Atletiba inesquecível foi numa Quarta feira de 1990 a noite, mais precisamente no dia 01 de Agosto, 1 x 1, o jogo estava 1 x 0 para o Coritiba e no finzinho do jogo, o goleiro Gerson (eu acho que é esse é o nome dele" saiu da área e tocou a bola com a mão, do lado esquerdo, perto da linha de fundo no gol, a direita das sociais.

Gilberto Costa bateu a falta com precisão, na cabeça do Dirceu, 1 x 1, detalhe eu estava com meu irmão coxa na torcida do Cori, pois aquele dia eu tinha certeza que estava do lado errado da torcida e no Domingo lá estava eu. Já na torcida do Atlético comemorando o gol do Berg e o título Paranaense daquele ano. Abraço". Clayton Barbosa.

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"16/04/1995 - AtletIBA da Pascoa! Chocolate neles: 5x1". Guilherme Nelson P Neto

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"Meu atletiba inesquecível foi na seletiva 25/11/1999 - 1 x 4 (Seletiva para Libertadores). E o melhor foi ver a ripada que o Cocito deu de fora da área na gaveta. Aquele foi inesquecível, pois estava na torcida o coxa, por falta de ingresso... E não podia gritar GOOOOLLLLL... Abraços".Oziel Marques.

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"Sem duvida o melhor atletiba que eu vi no couto pereira, foi o em 16/04/1995 - 5 x 1 (PR). Eu estava lá no meio da império gritando, Brandão, Brandão... Grande abraço". Gabriel Valter de Souza

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"Meu Atletiba inesquecível foi justamente o primeiro a que assisti. Eu já ia a Baixada desde os dois anos de idade, mas quando eu tinha dez anos, meu pai resolveu levar eu e meu irmão (com oito anos) para o nosso primeiro Atletiba e era também a primeira final de campeonato que assistíamos. Foi na final de 1990. Eu e meu irmão acordamos ansiosos naquele domingo para ir ao jogo, mas não tínhamos a dimensão do que era um Atletiba e uma final de campeonato. Naquela época, havia aquela promoção da FPF que dava às crianças uma carteirinha com entrada livre em todos os jogos. E com essa carteirinha podíamos entrar por qualquer portão do estádio. Meu pai acabou se confundindo e entrou conosco na entrada alviverde. Eu vestida de vermelho e preto levei um susto quando olhei pros lados e vi que estava no meio da torcida coxa. Na hora puxei meu pai e disse: 'Pai, não é aqui o nosso lado.' Por sorte, o pessoal que estava por ali era sossegado, uns senhores educados que nos disseram que estávamos do lado errado e que tinhamos que dar a volta. O jogo já havia começado e nós corríamos para o outro lado do estádio, para o lado rubro-negro. O estádio estava completamente lotado, não havia mais lugares. Ficamos num espaço apertado e meu pai revezava pegando um de cada vez no colo para que pudéssemos ver alguma coisa. Na hora do gol do Berg, o gol de empate, quem estava no colo do meu pai era meu irmão. Lembro exatamente daquele momento em que eu perguntava ansiosa: 'Foi gol, pai?' Ele com um sorriso nos lábios me respondeu que sim! E logo meu pai já estava com os dois no colo pulando. E nós dois aprendendo os primeiros palavrões e já levando bronca que não era pra cantarmos aquilo. Jamais esquecerei esse Atletiba, o meu primeiro e ainda com o Atlético Campeão". Milene Szaikowski.

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"Foi final dos anos 70. Toda minha família já torcia para o Coritiba. Lembro-me pouco dos nomes dos jogadores. Mas é difícil esquecer do eterno goleiro Jairo, o Muralha Negra que diziam que apenas uma mão conseguia segurar facilmente uma bola de basquete. Aladim também era um nome fácil de se lembrar, devido a minha pouca idade na época. Obviamente, no Couto Pereira, na torcida do Coritiba, lá estava eu e meu melhor amigo Daniel. Fomos a pé do Ahú até o Alto da Gloria. Naquela época não havia violëncia e ir ao estádio era uma farra daquelas. Ao entrar nas arquibancadas em um jogo decisivo do capeonato decisivo, a pele se arrepiava. Era uma sensação indescritível. Além do que algo mais me chamava a atenção: a torcida adversária.

A torcida do Atletico Paranaense me encantava por sua força que ecoava e até se sobrepunha a minha própria torcida. Que coisa linda. Naquela época não havia 10% para torcida visitante. O estádio praticamente era meio a meio. Não lembro-me do resultado final, mas sei que até hoje sinto a mesma sensação de outrora, apenas com uma diferença: o lado que vejo os jogos agora é outro e visto vermelho e preto.

Domingo vou tentar matar a saudade do estádio, não importa o resultado. Hoje com quarenta anos ainda tenho que aguentar meus irmãos e irmãs minha família quase que me expulsando quando meu Furacao ganha mais um Atletiba. Vai explicar... Saudações!" Renato Lara.

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"Durante toda a semana a torcida do Coritiba ficou tirando a maior onda que dentro do Couto não teria pra ninguém e dá-lhe blá blá a semana toda como eles sempre fazem na semana que antecede ao Atletiba. Numa roda de amigos eu inclusive apostei com alguns coxas que o Lima faria um gol neste jogo e que iria mandar a torcida deles ficar quietinha, pois era um jogador oriundo deles e que era motivo de chacota jogando pelo Atlético. Lima foi vaiado, xingado e outras coisitas mais antes do jogo começar.

Fui tão confiante para o estádio naquele dia e tinha absoluta convicção que o Lima faria um gol. Qual não foi a minha surpresa quando ele fez o gol não só mandando a torcida ficar quieta como também sambou no Couto. O que o Lima fez naquele dia não tem preço para quem acompanha Atletibas desde 1976, aliado ao fato de que com aquela vitória também ajudamos a colocar uma pazinha de cal para que o Coritiba fosse para a segundona naquele ano, o que também não tem preço.

Através do histórico dos Atletibas disputados no Couto publicados na Gazeta agora entendo o porquê dos coxas comemorarem tanto os 4 x 2 deste ano na Baixada pelo Paranaense, pois observei que eles já perderam com diferença de quatro gols em 7 oportunidades dentro do Couto, sendo o último em 1999 pela Seletiva da Libertadores. Cada Atletiba tem a sua história e particularidade, mas como só posso citar um acredito que este foi um dos mais importantes e emocionantes pelo simples fato de ver o Lima sambar e fazer com que ficassem quietinhos. Naquele dia, além disso, devo ter engordado bastante devido as apostas que ganhei contra os amigos(apesar de que 02 ainda não pagaram e já perdi as esperanças que algum dia paguem!!!!). Um recado para o Lima: O que você fez no Atletiba do dia 15/10/2005. Obrigado por esta e outras alegrias que você proporcionou ao Atlético em 2005. Como a vida dá muitas voltas quem sabe você não volta para cá, o único clube aonde você realmente brilhou". Sérgio Bittar de Souza, Representante Comercial / Curitiba - Paraná

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"Os Atletibas inesquecíveis são inúmeros para este atleticano há mais de meio século, que tornou-se atleticano quando criança. Em meados dos anos 50, ajudava o goleiro Alberto, irmão não menos talentoso do mais conhecido goleiro rubro-negro, Caju, na colocação das bandeirinhas de escanteio, redes, marcação do gramado, etc, nas funções que aquele "arqueiro" desempenhava pelo Furacão.

Portanto, poderia este torcedor se referir a vários Atletibas inesquecíveis, realmente, e não só de alegria, de conquista de título, de vitória do rubro-negro, em grande número, mas também dramáticas e de tristeza, que também não foram poucas. Como a proposta é de que devemos nos posicionar quanto a um específico, gostaria de relembrar aqueles 4 a 3 em 14 de março de 1971, há mais de 38 anos.

O Furacão estava perdendo por 2 x 0 (um dos gols um frango do Benício ao que me lembro). Mas o que me marcou mesmo, e já tive o prazer de numa ocasião em que fui ao CT do Caju lembrar ao próprio ponta esquerda Nilson (isso mesmo, naquela época tínhamos ponta esquerda, e que pé esquerdo era o dele) o fato dele ter perdido um penalti já com os 2 x 0 no placar para os coxas. Depois acabou marcando um de bola rolando, mas com o pé direito! Então, como disse ao Nilson, e ainda está até hoje marcado na minha memória, foi o Carneiro Neto narrando bem assim: "Não fez de penalti, mas fez de pé direito!" O Atlético virou para 4 a 2, e o "Gazela" (Zé Roberto) ainda marcou o terceiro, quase ao final da partida.

É um pequeno relato relembrando um passado muito bom em nossas vidas e para todas as gerações que se formaram desde então, principalmente a essa juventude, hoje destacada em torcidas que se espera sejam realmente "organizadas", para mais do que tudo torcerem pelos seus times do coração, e bem mais dentro do estádio do que fora,

E um detalhe a mais. Naquela época, em dia de Atletiba, o estádio (Belfort Duarte), nas gerais e arquibancada, era "meio a meio", ou seja, 50% para cada uma das torcidas, sem sequer uma separação tão grande como a de hoje". Antonio Carlos Zotto, Economista, 63 anos. xxx

Veja também a segunda parte dos depoimentos, das 13h às 21h

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