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Entrevista

Niehues combate duplo preconceito para se firmar

Entrevista com Leandro Niehues, técnico do Atlético

  • PorMarcos Xavier Vicente
  • 11/03/2010 21:03
Leandro Niehues assume em meio à polêmica deixada pelo antecessor e ex-chefe Antônio Lopes | Antonio Costa/ Gazeta do Povo
Leandro Niehues assume em meio à polêmica deixada pelo antecessor e ex-chefe Antônio Lopes| Foto: Antonio Costa/ Gazeta do Povo

Atletiba

Triguinho é denunciado por violência

O Atletiba do último domingo na Arena ainda está dando o que falar. No entanto, não é por causa do futebol, mas sim em virtude de jogadas violentas. Se na quarta-feira o zagueiro do Atlético Manoel foi denunciado do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD-PR), por ter chutado o meia Renatinho, ontem foi a vez Triguinho ser denunciado pelo Atlético. O clube encaminhou à procuradoria do TJD o pedido para que o lateral-esquerdo do Coritiba seja punido por um entrada no atacate Wallyson.

Segundo nota publicada no site oficial do Atlético, "por causa desse lance desleal, o atacante está afastado dos treinamentos no CT do Caju e possivelmente não terá condições de jogo para a partida do próximo sábado contra o Iraty.

Ainda de acordo com o Rubro-Negro, Wallyson ainda não pôde participar dos primeiros treinamentos da semana. No clássico de domingo, diante do Coritiba, o jogador atleticano recebeu um carrinho do lateral Triguinho. O atacante está com trauma no dorso do pé esquerdo.

Sem poder contar com reforços até o fim do Paranaense, o novo téc­­nico do Atlético, Leandro Nie­­hues, aposta na mudança de atitude do grupo para montar um time mais ofensivo e se firmar como treinador. Mesmo sabendo de que ficará no cargo só até o fim do Esta­­dual, Niehues quer agarrar sua me­­lhor oportunidade da carreira.

Como você começou no futebol?

Sou formado em Educação Física. No último ano do curso, fiz estágio no Londrina, onde fui contratado como preparador físico dos juvenis. Depois fui para o PSTC, onde comecei como treinador do juvenil em 1997. Em 2004, cheguei à base do Atlético e, em 2007, fui contratado para o profissional do J. Malucelli, onde fui vice do Para­­naense de 2009. Em agosto do ano passado voltei ao Atlético.

Você tem uma experiência grande na base e hoje trabalha com um grupo experiente, inclusive com um jogador quase da sua idade (Paulo Baier). Qual a diferença?

O grande segredo do bom profissional é almejar algo mais. Na categoria de base eu tinha de fazer o jogador acreditar no sonho dele, além de se preocupar com a formação do indivíduo. No profissional a diferença é que tenho de fa­­zer o atleta continuar a ter sonhos, só não preciso me preocupar muito com sua formação. Tento orientar, mas não é o principal. O segredo é fazer o grupo se manter motivado.

Como é assumir um cargo com prazo de validade?

Vou ter de fazer o grupo assimilar meus conceitos. Mas nada drástico, porque não há tempo.

Mesmo ficando só até o fim do Estadual, não deixa de ser uma boa oportunidade...

Vou fazer 37 anos lutando contra dois preconceitos: o fato de ser considerado muito novo para ser técnico e, o que é mais ridículo, de não ter sido jogador. Mas estou feliz porque cheguei aqui mesmo assim. E não estou desesperado (pa­­ra se manter no cargo). Não me sinto pressionado. Tenho convicção de que, se não acontecer neste momento, será mais na frente. Se acontecer agora, será bem melhor.

Com que atletas você trabalhou na base?

O Neto, antes de eu ir para o J. Malu­­celli; o Rhodolfo, que jogou comigo três anos no juniores; o Chico e o Alan Bahia, que começaram co­­migo no PSTC... É mais fácil apontar quem não trabalhou comigo.

Isso ajuda?

Lógico. Mas não pode misturar as coisas, achar que vou pôr o jogador porque é meu amigo. Isso eu não misturo. Mas é muito mais fácil ta­­ticamente ter um atleta que já co­­nhe­­ce minha maneira de trabalhar.

O Atlético precisa de reforços?

Sei que não haverá contratação até o fim do Paranaense.

Apesar de ser o mesmo grupo, haverá mudanças? Até porque o motivo da saída do Lopes seria que o time estaria muito defensivo...

Vou tentar corrigir isso. Talvez dando mais liberdade para os jogadores criarem. Tenho de saber que pela característica do Atlético e pelo que a torcida quer, eu tenho de adiantar o time. Não quer dizer que eu vou pôr três atacantes. Posso fazer isso mudando apenas a atitude. E isso tem de acontecer. Se mu­­dar a atitude, teremos crédito com a torcida.

Lopes teria apontado você co­­mo um dos responsáveis pe­­la queda dele. Algo a dizer sobre isso?

Ninguém tem isso gravado. Não posso comentar o que não ouvi.

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