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Todos falam na punição dos envolvidos, da violência, etc., porém, no momento estou preocupado é com a recuperação da minha filha.

Quero que todos saibam quem é Narayana e porque deixei minha filha ir ao estádio naquele dia fatídico.

A Narayana tem 15 anos, dificilmente vai a festas noturnas, não por proibição, mas por opção – lembro de três, nas quais fui levar e buscar. Jefferson, estudante de Educação Física, também atingido no rosto é seu primeiro namorado (dois meses de namoro).

Quanto aos estudos, a ocorrência não gerou problemas mais graves, pois a Narayana já passou em todas as matérias no terceiro bimestre (minto, faltam 8 décimos em Educação Física).

Eu, o pai, era Paranista "doente". Por alguns motivos deixei de ir aos estádios, de escutar jogos. Prefiro jogar e não assistir. Fiquei cinco anos sem ir aos campos. Voltei porque ela "inventou" de ser fanática pelo Paraná Clube (sem minha influência).

Seu primeiro jogo foi no final do Brasileiro passado quando o Paraná Clube lutava para não cair. Daí para frente fomos à praticamente todos os jogos.

Pacto: eu não iria a clássicos, porém, ela iria com meu cunhado que no dia a acompanhava, junto com meu sobrinho, estudante de jornalismo (meu cunhado é médico e agradeço por tudo que fez e está fazendo). Como poderia proibir uma menina como está de fazer a coisa que ela mais gostava de fazer: ir aos jogos do Paraná Clube?

Não estavam com camisa de time, não estavam em confusão, saiam tranqüilos. Erro da Narayana e do Jefferson: olhar para trás quando escutaram um barulho.

Orem por ela e que daqui a três ou quatro meses, após a terceira segunda cirurgia ela volte a ter a visão do olho esquerdo".

Sérgio B. Cardozo

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