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Após primeira vitória, técnico do Paraná alerta: “mínimo necessário para um time de Série A”

  • Vinicius Cordeiro, especial para a Gazeta do Povo
 | Marcelo Andrade/Gazeta do Povo
Marcelo Andrade/Gazeta do Povo
 
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O técnico do Paraná, Wagner Lopes, aprovou a atuação da equipe na primeira vitória do time em 2018 – 3 a 0 sobre o Prudentópolis - e elogiou os reforços que estrearam com a camisa paranista. Segundo Lopes, a eliminação na Taça Dionísio Filho é o preço que se paga devido às primeiras atuações no Estadual. Ao mesmo tempo, o treinador ficou satisfeito com o desenvolvimento da equipe e espera que o time siga crescendo.

“Vimos aqui o básico do mínimo necessário para um time de Série A. Eu sei que é um comentário muito forte, mas todos os atletas que estão aqui sabem que o [desempenho precisa ser] o que foi hoje [ontem] para melhor. Não podemos nos contentar com menos. É daqui para cima e não voltar com o desempenho abaixo como foi nos últimos jogos”, avaliou.

LEIA TAMBÉM: Wagner Lopes faz minuto de silêncio após demissão de técnico que partiu para cima de jornalista

Com cinco pontos até aqui, o Tricolor ainda divide a lanterna do Grupo A com o Maringá. O próximo confronto será contra o Rio Branco na próxima quarta-feira (14), às 21h45, no estádio Germano Kruger. A expectativa de Lopes é que o time já apresente evolução, principalmente com alguns jogadores pegando mais ritmo.

>> TABELA PARANAENSE 2018: confira a classificação e os próximos jogos

Titulares e estreantes

O atacante Thiago Santos, que marcou o primeiro gol no triunfo sobre o Prude, vai conquistando cada vez mais espaço. O jogo de sábado (10) foi o primeiro em que foi titular do Tricolor.

Já os estreantes – os meias Torito González e Matheus Pereira – foram elogiados pelo comandante paranista. Para ele, o jogador paraguaio é extremamente profissional e vai se adaptar mais ao futebol brasileiro, enquanto o segundo qualifica mais o elenco.

“O Torito entrou bem. É um jogador com um profissionalismo absurdo, que chega primeiro e vai embora por último. Você se adaptar a uma nova cultura de jogo demora de três a quatro meses, mas eu acho que ele está se adaptando muito bem e muito rápido. Já o Matheus Pereira entrou em uma situação de trabalhar a bola e acredito que foi bem. Tem visão e tomada de jogo e uma leitura tática muito boas. Tem tudo para nos ajudar na sequência”, destacou Lopes.

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