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Jhonny Lucas passou a ser titular do Paraná em 2018. | Marcelo Andrade/Gazeta do Povo
Jhonny Lucas passou a ser titular do Paraná em 2018.| Foto: Marcelo Andrade/Gazeta do Povo

O meia Jhonny Lucas é uma das grandes apostas do Paraná para 2018. Desde que Rogério Micale assumiu o comando da equipe, a joia paranista de 18 anos virou titular e mostrou personalidade, principalmente no último clássico contra o Coritiba. Ele é o único atleta recém-promovido das categorias de base atuando no time inicial e se destaca pela versatilidade: atua como volante, meia-atacante e até na lateral direita.

“Quando subi para o profissional para fazer a transição sabia que essa hora chegaria. As oportunidades estão vindo no momento certo e o sentimento é de alegria. A felicidade é imensa”, comemora Jhonny Lucas, em entrevista à Gazeta do Povo. “Meu sonho sempre foi me tornar profissional no Paraná e fazer minha história como tantos pratas da casa fizeram”, complementa o atleta, que já possui até patrocínio da Nike, fornecedora de material esportivo.

A chegada de Micale favoreceu Jhonny Lucas. O técnico fez carreira trabalhando na base e foi campeão com a seleção brasileira na Olimpíada Rio-2016 utilizando o elenco sub-23. “O Micale é muito profissional e o fato dele ter trabalhado com a base me deixa tranquilo”, diz a promessa.

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Situação contratual

O contrato do meia com o clube da Vila Capanema vai até outubro de 2019. O Paraná é dono de 100% dos direitos do atleta. Segundo a ESPN, a multa rescisória é de apenas R$ 2 milhões. O atleta não possui empresário e é representando por Mario Vieira, tutor da carreira desde que Jhonny Lucas ingressou no futsal com apenas seis anos. “Sobre a multa e valores de salário eu prefiro não falar”, despista Vieira.

Já em relação à possibilidade de firmar uma parceria com alguma empresa de gerenciamento de atletas, Vieira diz que está disposto a ouvir as propostas. “Converso com todos que me procuram. Foram 27 conversas só em 2017, mas não fechamos nada . É namoro estilo ‘antigo’. Estamos abertos a todos para escutar e temos novas conversas agendadas para 2018”, afirma o representante.

No ano passado, o próprio tutor havia reclamado do assédio sobre a joia tricolor. “Os primeiros empresários que chegaram para conversar vieram com uma abordagem muito amadora ,forçando situações que sabíamos não ser verdade. Agora há mais respeito”, pontua.

Questionado sobre a extensão de contrato com o Tricolor, Vieira acredita ainda ser cedo para tratar do assunto, mas admite conversas com o Paraná. “Não é hora pra pensar em renovação. Vamos esperar o Jhonny fazer umas 10 ou 15 partidas. Até pra não tirar o foco, que é a transição para o profissional. Mas já abrimos conversas com a diretoria”, revela.

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