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Finanças

Rebaixamento causou prejuízo retumbante na Vila Capanema

  • 16/05/2009 21:02

Se o Paraná fosse uma empresa, os investidores que tivessem aplicado dinheiro na companhia iriam registrar um prejuízo de 27,52% em 2008. Ou seja, perderiam dinheiro ao longo de 365 dias. "Como comparação, é só lembrar que a poupança, que não é um investimento muito rentável, valoriza mais ou menos 7% ao ano", explica Armando Rasoto, professor universitário e doutor em finanças.

Rasoto analisou o demonstrativo financeiro referente a 2008 do Tricolor a pedido da Gazeta do Povo. Os números não são positivos. O saldo negativo do clube saltou de R$ 388 mil para R$ 7,6 milhões. Resultado do rebaixamento à Série B. "Perdemos recursos, especialmente da televisão", reconhece Waldomiro Gayer Neto, vice presidente de finanças paranista.

A cota de tevê, uma das principais fontes de renda dos clubes brasileiros, minguou na Vila Capanema, caindo de R$ 4,9 milhões para R$ 1,3 milhão. As receitas com bilheteria (de R$ 2,5 milhões para 886 mil) e publicidade (de R$ 1 milhão para 678 mil) também sofreram perdas significativas. "E, no fim da temporada, para não correr risco de cair à Terceira Divisão, tivemos de alocar recursos previstos para serem usados apenas neste ano", revela o dirigente.

De acordo com Gayer Neto, o caminho de reversão de resultados passa pela categoria de base. Por isso o incremento no investimento na formação de atletas de quase 100% – o valor aplicado passou de R$ 465 mil para R$ 895 mil. Por isso a construção, em parceria com investidores, do CT Ninho da Gralha, especializado na lapidação de talentos. "É a menina dos nossos olhos", avisa o cartola. "Ao contrário de 2004, quando nenhum jogador pertencia ao clube, hoje todos os direitos são do Paraná. Integralmente ou uma parte. Essa é a nossa maior fonte de renda para 2009", ressalta ele, avisando que a tendência é de que o clube tenha de se desfazer dos destaques do time para equilibrar o departamento financeiro. "Nem que seja vender uma fatia a empresários."

Outra pedra no caminho tricolor são os débitos trabalhistas, previdenciários (R$ 4,8 milhão) e com pessoas ligadas (R$ 2,7 milhões). "É tudo antigo, de administrações anteriores, que está estourando agora", comenta Gayer Neto. (CEV)

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