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Entre os minicórnios estão Creditas, ContaAzul, Guiabolso, Neon e WEEL.
Entre os minicórnios estão Creditas, ContaAzul, Guiabolso, Neon e WEEL.| Foto: Bigstock

O Nubank e o curitibano Ebanx são as fintechs brasileiras que já atingiram o clube do US$ 1 bilhão em valor de mercado. O grupo, no entanto, logo deve aumentar — e muito. Estudo da Tracxn traçou as cinco startups brasileiras que devem atingir o seleto grupo de unicórnios, as chamadas “minicórnios”.

A empresa de análise também listou as 16 startups que estão crescendo com rapidez e merecem atenção do mercado. São elas: Recargapay, Pitzi, Contabilizei, Órama, Warren, Zoop, Toro Investimentos, FinanZero, REBEL, idwall, Cora, Bidu, Goria Invest, Pier, Vindi e Magnetis.

Para chegar à lista, a Tracxn analisou tamanho das fintechs, investimentos e perspectivas de crescimento e excelência de execução.

Conheça os 5 “minicórnios”:

Creditas

É uma plataforma on-line de crédito em que os usuários podem utilizar imóveis e veículos como garantia. As taxas variam de 0,99% ao mês (veículo) a 1,59% ao mês (imóvel). A fintech paulista já captou US$ 312 milhões e passou a atuar no México este ano.

ContaAzul

Solução contábil baseada em nuvem para pequenas e médias empresas. Possui gerenciamento de vendas, gerenciamento de inventário, gerenciamento de faturas, gerenciamento de contas a pagar/receber, relatórios financeiro. Fundada em Joinville (SC), a fintech já captou US$ 41 milhões em fundos de investimentos.

Guiabolso

Aplicativo para gestão de finanças pessoais que trabalha em sincronia com vários bancos e que permite aos usuários acompanhar saldos e gastos. Também recomenda empréstimos para consumidores a partir de juros de 2,49% ao mês. Já captou US$ 77 milhões com investidores.

Neon

Oferece conta conta de pagamento, cartão de crédito e débito e permite investimento de saldo. Foi criado em São Paulo em 2016 e já captou R$ 121 milhões em fundos de investimentos, entre eles do Banco Votorantim.

WEEL

Fintech paulistana financia o capital de giro de pequenas e médias empresas por meio da antecipação de recebíveis. Recebeu US$ 45 milhões de investidores, entre eles da gestora brasileira Monashees.

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