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Aram Apovian, CEO e cofundador da aMORA
Aram Apovian, CEO e cofundador da aMORA| Foto: aMORA/Divulgação

A proptech aMORA, startup que realiza o sonho da casa própria ao introduzir a modalidade de aluguel com opção de compra para seus clientes, anunciou o recebimento de um aporte de R$ 16 milhões liderado pelo Global Founders Capital (GFC), fundo global de venture capital que já investiu em empresas como LinkedIn, Facebook e Trivago.

Fundada em 2021, a aMORA é uma proptech que realiza o sonho da casa própria por meio da flexibilidade do aluguel para seus clientes, e que nasceu para atender pessoas que não conseguem comprar um imóvel nos modelos atuais de financiamento. Com uma entrada de apenas 5%, a startup adquire o imóvel escolhido pelo futuro comprador que faz um contrato de aluguel durante três anos. Ao final do período parte do valor arrecadado da mensalidade retorna como um “cashback” que passa a ser a entrada da compra final.

“Sentimos a dor de ter que procurar pela casa ideal dentro das condições que tínhamos no momento, e com essa experiência, percebemos que havia um gap no mercado muito grande, de pessoas que conseguem ter e manter um imóvel, mas que não conseguem comprar devido às condições que eram oferecidas”, explica Aram Apovian, CEO e cofundador da aMORA, em nota.

Grande parte da população não consegue realizar o sonho da casa própria devido a inúmeras dificuldades, entre elas: o valor da entrada (geralmente 20% do total, além de taxas, reserva de emergência, reformas etc) exigido na compra do imóvel; precisar se desfazer de bens como autos e motos para dar o valor de sinal; ou até mesmo de inquilinos que são obrigados a devolver a moradia antes do término contratual. A proptech então reinventou esse modelo por meio da tecnologia e inteligência de dados, funcionando da seguinte forma: o cliente escolhe um imóvel, eles analisam financeiramente e juridicamente, fazem uma visita para checar se está tudo certo, compram e "alugam" para a pessoa. Ao final de três anos, caso o cliente se interesse e tenha gostado de morar no local, parte do valor arrecadado da mensalidade retorna como um “cashback” que passa a ser a entrada da compra final. Caso não goste, ele pode optar por encerrar o contrato, parecido como seria em uma locação tradicional.

A ideia é focar os investimentos principalmente na área de tecnologia e dados, visando aprimorar modelos de avaliação de imóveis e clientes, além de investir em ferramentas para melhoria de atendimento e processos internos. Outras áreas como marketing, operação e finanças também estão nos planos do aporte, além é claro, de aumentar a equipe com mais contratações. O objetivo da aMORA agora é manter o foco dos imóveis na Grande São Paulo e aumentar e aperfeiçoar parcerias com imobiliárias e construtoras.

“Alinhamos os interesses dos clientes na melhor aquisição do imóvel analisando toda a operação de forma criteriosa e somos complementares aos outros agentes do mercado, impulsionando vendas de corretores, construtores e imobiliárias, tornando o caminho mais fácil para que elas acessem esses possíveis compradores e impulsione suas vendas”, afirma Rafael Cerqueira, COO e cofundador.. Além disso, a startup pretende investir o equivalente a R$ 30 milhões em imóveis em 2022 e crescer pelo menos seis vezes no ano vigente.

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