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Fabio Carrara, CEO e fundador da Solfácil
Fabio Carrara, CEO e fundador da Solfácil| Foto: Paulo Vitale

A startup de soluções solares Solfácil anunciou, nesta quarta-feira (11), a captação de US$ 100 milhões em rodada série C liderada pela QED, com participação de SoftBank, VEF e Valor Capital Group.

O aporte visa acelerar a ampliação do acesso à energia solar no Brasil através de soluções digitais que incluem financiamento, marketplace e um IOT (Internet of Things) com tecnologia desenvolvida pela Solfácil para melhorar a produtividade das usinas e serviços do integrador. A empresa desenvolve soluções tecnológicas para que seus parceiros integradores ofereçam os sistemas de energia solar para residências, pequenas e médias empresas e produtores rurais.

"Nosso propósito é empoderar as pessoas através do Sol. Um sistema fotovoltaico no telhado de uma casa gera uma economia durante mais de 20 anos. As pessoas produzem sua própria energia limpa, e ficam menos vulneráveis aos constantes aumentos da conta de luz", diz o CEO e fundador, Fabio Carrara, em nota.

A Solfácil nasceu como a primeira fintech do Brasil destinada a financiamentos de energia solar e em 2021 se converteu em um ecossistema de soluções para esse mercado. A plataforma oferece financiamento, produtos e serviços que atendem projetos de geração distribuída de energia solar para pessoas físicas, pessoas jurídicas e produtores rurais.

"A Solfácil criou um sistema de empréstimo único e totalmente digital, que permitiu trocar o custo mensal de eletricidade por investimento em sistema solar. Em vez de pagar pelo serviço pelo resto da vida, as pessoas podem quitar o investimento em 5 anos e aproveitar pelo menos os próximos 20 anos livres do monopólio elétrico", explica Carrara. 

Desde sua fundação em 2018, a empresa tem registrado crescimento de 8 vezes ao ano e hoje conta com mais de 8 mil integradores parceiros conectados à sua plataforma em todos os 27 estados do Brasil. Nesse período, a Solfácil já financiou mais de R$ 1,2 bilhão em empréstimos solares, tornando-se o segundo maior emissor de títulos verdes no Brasil em 2021, e o quarto na América Latina. Ao longo de 2021, a Solfácil evitou a emissão de quase 17 mil toneladas de CO2 na atmosfera, o equivalente a quantidade que 69 mil árvores fariam ao longo de 20 anos.

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