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O Elas Lideram, evento de fomento a liderança feminina promovido pela Women Leadership (WL) e Ebanx, segue até o dia 12 de março.
O Elas Lideram, evento de fomento a liderança feminina promovido pela Women Leadership (WL) e Ebanx, segue até o dia 12 de março.| Foto: Unsplash.

A desconstrução do conceito de liderança foi pauta do segundo dia de programação do Elas Lideram, evento de fomento a liderança feminina promovido pela Women Leadership (WL) e Ebanx.

“Ninguém acorda líder. A prontidão passa por um caminho de aprendizado”, destacou Juliana Borges Campos, Business Operations no Ebanx, no talk ´Autoconhecimento é coisa de líder”, nesta terça-feira (9). E ela complementou: “E isso quer dizer erros durante o percurso. Mas o importante é não se autossabotar por conta disso. A aprendizagem nos leva a segurança”, explicou.

No Brasil, somente 19% dos cargos de liderança são ocupados por mulheres, número abaixo da média mundial que é de 27%. Os dados são da Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O evento Elas Lideram busca impulsionar e inspirar mulheres líderes de todo o Brasil.

Autoconhecimento é coisa de líder

O pensamento de Juliana vai de encontro ao de Samille Sousa, também speaker do evento. Para ela, falar de liderança também é falar de autoestima. “Autoestima abre portas”, disse.

Segundo Samille,  que também é  curadora de conhecimento e pesquisadora do autoconhecimento, quanto mais soubermos sobre si mesmos - e praticarmos a autoliderança - melhores líderes seremos para o mercado.

Ela destacou ainda de que forma a baixa autoestima prejudica as mulheres no mercado de trabalho. “A autoestima precisa de atenção, de estudo, de constância. Ela é uma parte do que somos. E por que não nos dedicamos à ela como nos dedicamos a um projeto de trabalho?”, provocou.


“Quanto mais a gente se conhece, mais autenticidade trazemos para a nossa vida”, arrematou Samille. 

Referência, resiliência e síndrome do impostor 

Também participaram do bate-papo a executiva Keila Sauer, Brand Manager do O Boticário; Letícia Pires, Head de Design do Quinto Andar; e Isa Quartarolli, CEO e fundadora do Women Leadership.

A gestora do O Boticário falou da importância da resiliência para a construção do perfil de líder. “Depois de tentativas frustradas para uma recolocação, eu alinhei meus objetivos. E reitero que vale a pena bater na  mesma porta mais de uma vez. Mais preparadas, mais conscientes. Quando estamos cientes do que somos capazes, acontece. Sem síndrome do impostor a gente cresce”, explicou Keila.

Ainda sobre a síndrome do impostor - que são atitudes de autossabotagem - Samille também disse: “A gente se sente fraude porque não temos referencial. Quanto mais mulheres líderes, mais inspiração”.

Já Letícia, do Quinto Andar, falou sobre as diversas camadas que envolvem a liderança. “É uma cebola. O que o mercado espera de mim? O que a empresa quer? O que eu desejo? Saber separar tudo isso me ajudou a chegar na posição de gestão. A gente precisa ampliar o nosso olhar”, disse. 

Para finalizar, a CEO do WL, Isa Quartarolli concluiu: “A gente precisa se apropriar do que gente tem de melhor, transformar isso em potencialidade. Para quem busca uma liderança, se autoliderar primeiro. E de forma generosa”, explicou.

A programação do evento Elas Lideram segue até sexta-feira (12), é gratuita e online. O GazzConecta é parceiro do evento.

Confira os highlights do primeiro dia do evento Elas Lideram.

Aqui você confere a programação desta quarta-feira (10). 

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