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Segundo o levantamento foram comprados, no Paraná, três produtos por minuto em lojas online.
Segundo o levantamento foram comprados, no Paraná, três produtos por minuto em lojas online.| Foto: Nuvemshop/Divulgação

As pequenas e médias empresas do Paraná saíram de 2021 com saldo positivo no faturamento, quando o assunto são as vendas online. Segundo o estudo NuvemCommerce realizado pela plataforma de e-commerce para pequenos e médios negócios, Nuvemshop, as PMEs do estado faturaram mais de R$ 110 milhões com as vendas online em 2021, valor 71% superior ao registrado no ano passado (R$ 64 milhões).

O número de pedidos também cresceu, saltando de 265 mil para 412,5 mil, comparando 2020 e 2021, no estado. Entre os artigos mais vendidos estão itens de moda, casa e decoração, roupas de banho, artes e eletrônicos. Cerca de 3 produtos foram comercializados em e-commerces por minuto, em 2021. No cenário nacional, o número chega a 85 produtos no mesmo espaço de tempo.

A média gasta por paranaenses em compras online também cresceu, passando de R$ 242 para R$ 267 em 2021, um aumento de 10%.

A sétima edição da pesquisa NuvemCommerce destaca também que, em território nacional, 5 milhões de pessoas compraram pela internet pela primeira vez em 2021. Somando todas as PMEs brasileiras, o faturamento com e-commerce chega a R$2,3 bilhões, o que representa um crescimento de 77% em comparação com 2020.

Para Alejandro Vázquez, cofundador da Nuvemshop, a digitalização foi a saída para não perder vendas durante a pandemia. “O ano passado apresentou desafios para toda a economia, especialmente para os pequenos e médios negócios. O comércio enfrentou um período de incertezas sobre a maneira de operação e, por isso, a combinação dos meios físico e virtual esteve relevante como nunca. Em 2021, ter uma loja online deixou de ser uma alternativa e passou a ser uma condição fundamental para as PMEs”, explica Alejandro.

Meios de pagamento no e-commerce 

Entre os métodos de pagamento mais populares identificados no estudo estão o cartão de crédito, representando mais de 54% dos pedidos pagos no ano. Já o novo método de pagamento, PIX, representou 6% da modalidade escolhida pelos brasileiros. O volume ultrapassa os pagamentos com boleto, que registrou 5% dos pedidos.

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