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A Petlove, primeiro petshop virtual do Brasil, criado em 1999, recebeu um aporte de R$ 250 milhões do SoftBank.
A Petlove, primeiro petshop virtual do Brasil, criado em 1999, recebeu um aporte de R$ 250 milhões do SoftBank.| Foto: Bruno Cervera/Unsplash

A Petlove, primeiro petshop virtual do Brasil, criado em 1999, recebeu um aporte de R$ 250 milhões do SoftBank por meio do fundo para investimentos em empresas da América Latina. Desde março de 2019, o conglomerado japonês investiu US$ 2 bilhões em startups latino-americanas.

Com os recursos, a empresa espera acelerar a expansão de seu serviço de assinaturas e se transformar na principal plataforma tecnológica do setor, que reúne serviços, produtos e conteúdo.

"O investimento em tecnologia será fundamental para nossa estratégia de expandir a plataforma para os principais interessados no mundo dos animais de estimação: donos de animais, veterinários, lojas de bairros, indústria e prestadores de serviços para animais de estimação. Durante a crise que ocorreu no mercado brasileiro com o isolamento social, nossa tecnologia não está apenas fornecendo suprimentos para tutores de animais de estimação, mas também apoiando lojas de animais e clínicas veterinárias locais", afirmou Marcio Waldman, veterinário e fundador da Petlove.

Além do SoftBank, a Petlove recebeu investimento da KasZek e Monashee em 2011. Em 2019, a entrada da Tarpon, uma das mais importantes empresas de private equity no Brasil, consolidou o petshop virtual como o principal programa de assinatura de produtos para animais de estimação do país. Não à toa, no mesmo ano, a empresa comprou a Vetsmart, maior aplicativo veterinário do mundo por número de usuários.

“O mercado pet brasileiro faturou R$ 24 bilhões em 2019, segundo dados da Euromonitor, tornando-o um dos três maiores mercados de produtos para animais de estimação do mundo. O canal online ainda representa apenas 3,8% do total de vendas de suprimentos para animais de estimação no Brasil, mas é o que mais cresce; nos Estados Unidos, ultrapassa 18%”, calculou Paulo Passoni, sócio-gerente do SoftBank.

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