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Reconhecimento facial

Startup de pagamento por reconhecimento facial capta R$ 3 milhões

  • PorPatrícia Basilio, especial para o GazzConecta
  • 16/06/2020 09:59
Cofundadores da Payface Eládio Isoppo e Ricardo Fritsche.
Cofundadores da Payface Eládio Isoppo e Ricardo Fritsche.| Foto: TIAGO GHIZONI

A Payface, startup de pagamento por reconhecimento facial, captou R$ 3 milhões em uma rodada de investimentos realizada pela empresa de tecnologia BRQ Digital Solutions, fundo Next A&M da consultoria Alvarez & Marsal, aceleradora Darwin Startups, além de grupos de investidores apoiados pela Harvard Angels e Nikkey Empreendedores do Brasil e individuais como Conrado Engel, ex-presidente do HSBC no Brasil.

Com o capital, a startup planeja expandir sua operação e iniciar novas contratações. Em meio à crise do novo coronavírus, a Payface está adaptando a tecnologia para permitir que o reconhecimento facial seja feito com máscaras de proteção e que todo o procedimento dispense o toque no dispositivo do comércio.

“O nosso foco prioritário são supermercados e farmácias, serviços essenciais que precisam se adaptar ainda mais às regras sanitárias em voga”, disse Eládio Isoppo, cofundador e CEO da startup. Segundo ele, oferecer um serviço de pagamento sem contato físico é uma das principais formas de ajudar o varejo físico neste período.

Fundada em 2018 em Florianópolis (SC), a Payface conecta por biometria facial o rosto de cada usuário com os mais diferentes meios de pagamento utilizados pelos varejistas, como cartões de crédito, cartões de varejistas, wallets (carteiras virtuais) e gateways de pagamento. Sem precisar mostrar o cartão no momento da compra, o consumidor faz suas compras usando apenas o rosto, diminuindo filas e evitando contato físico.

“A Payface surge em um momento em que o segmento de meios de pagamentos precisa cada vez mais investir em propostas inovadoras de relacionamento com os seus usuários. Grandes varejistas e os adquirentes precisam estar atentos a este movimento que a startup deve liderar nos próximos anos", avaliou Roberto Medeiros, ex-CEO da Rede e um dos investidores em conjunto com ex-alunos de Harvard.

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