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Segundo o estudo "Startup Retrospective 2020", da plataforma Sling Hub, o total de investimentos em startups brasileiras foi de R$ 19,7 bilhões em 452 rodadas.
Segundo o estudo “Startup Retrospective 2020”, da plataforma Sling Hub, o total de investimentos em startups brasileiras foi de R$ 19,7 bilhões em 452 rodadas.| Foto: Daniel Nardes/Gazeta do Povo

O ano de 2020 fechou em alta quando o assunto é investimentos em startups brasileiras. Segundo o estudo "Startup Retrospective 2020", da plataforma Sling Hub, o total foi de R$ 19,7 bilhões em 452 rodadas - o equivalente a uma investida a cada 19 horas.

A pesquisa também contabilizou 158 fusões e aquisições (M&A) e 3 IPOs (oferta pública inicial no mercado de ações).

O primeiro destaque do ano foi para a Loft, startup que logo no dia 3 de janeiro recebeu um aporte de US$ 175 milhões e foi incluída no rol brasileiro de unicórnios (empresas cujo valor de mercado superam US$ 1 bilhão). Ela também destaca os novos unicórnios VTEX (agosto) e Creditas (dezembro).

Escritório da Vtex.
Escritório da empresa de e-commerce VTEX, segunda startup brasileira a se tornar unicórnio em 2020.| Divulgação VTEX.

Entre os destaques do estudo, estão as dez aquisições realizadas pela Magazine Luiza ao longo do ano: Estante Virtual, HubSales, Canaltech, Inloco, Stoq, Aiqfome, Sinclog, GFL Logística, ComSchool e Hub Fintech. Pela movimentação da empresa em se aproximar de um superapp, ela foi comparada à Amazon e ao grupo Alibaba.

Um aspecto interessante levantado pelo estudo é que março, mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, concentrou o maior número de investimentos em startups cujas lideranças são femininas: foram 19 aportes do tipo no total.

Já em abril, primeiro mês completo de pandemia no Brasil, foi o único em que as startups de saúde (healthtechs) superaram os investimentos captados pelas fintechs, que lideram no restante do ano. As healthtechs tiveram duas vezes mais aportes que as financeiras. Além disso, mais de 140 startups se mobilizaram para oferecer soluções que mitigassem os efeitos do coronavírus no Brasil. A pesquisa cita como exemplo as empresas Zenklub, ChefsClub, Contraktor e Epitrack.

Para 2021, as apostas do estudo são que as startups Neon, MadeiraMadeira, CargoX e Resultados Digitais sejam os próximos unicórnios.

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