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⁠Jovens discutem política nas redes, mas ignoram como Estado funciona, mostra pesquisa

Pesquisa aponta que jovens acompanham política pelas redes sociais, mas ainda têm dificuldades para compreender o funcionamento das instituições. Nesse contexto, a formação universitária voltada à educação cívica e ao pensamento crítico ganha relevância para preparar profissionais capazes de atuar na vida pública com responsabilidade.

Jovens universitários participam de atividade acadêmica voltada ao debate sobre instituições públicas e formação cidadã.
Jovens universitários participam de atividade acadêmica voltada ao debate sobre instituições públicas e formação cidadã. (Foto: C41 Estudio)

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Nas eleições de outubro, 34,2 milhões de brasileiros da geração Z estarão aptos a escolher o presidente da República, governadores, senadores e deputados. Com idades entre 16 e 29 anos, eles formam uma parcela do eleitorado habituada a acompanhar política sobretudo pelas redes sociais.

O contato permanente com esse tipo de conteúdo nem sempre vem acompanhado do domínio das regras básicas do Estado. Pesquisa divulgada em junho pelo Cato Institute mostrou que apenas metade dos integrantes da geração Z sabia que o governo federal é dividido em três Poderes, e só 36% identificaram a principal função da Constituição: estabelecer e limitar o exercício do poder. A pesquisa foi feita nos Estados Unidos, mas mostra um problema geracional que afeta todo o mundo.

O último relatório Next Generation Brasil, de 2025, encontrou uma juventude brasileira desconfiada da política: só 7% dos jovens do país afirmam confiar completamente no sistema político. O levantamento também apontou a falta de educação cívica como uma barreira à participação política de pessoas da geração Z.

Esse cenário impõe um desafio particular a quem forma profissionais destinados a lidar diretamente com leis, políticas públicas e instituições. Mais do que transmitir conhecimentos técnicos, cursos desta categoria precisam oferecer uma compreensão profunda da vida pública e das razões que sustentam as instituições. Na Faculdade Belavista, em São Paulo, os cursos de Direito e Economia buscam fazer justamente essa ponte, combinando rigor técnico e formação humanística.

A proposta parte da percepção de que formação política não significa apenas conhecer candidatos, escolher um campo ideológico ou acompanhar as principais controvérsias do país. É preciso entender quem pode tomar cada decisão, como uma proposta se transforma em lei, de onde vêm os recursos públicos ou quais efeitos uma medida pode produzir além daqueles anunciados por seus defensores.

Professores têm grande influência no interesse político e no conhecimento sobre as instituições

Na pesquisa do Cato Institute, jovens tiveram o pior desempenho entre todas as categorias etárias nas sete perguntas sobre história, Constituição e funcionamento das instituições. O estudo foi feito nos EUA, mas expõe uma dificuldade que encontra paralelo em outros países: o contato permanente com conteúdos políticos não garante domínio sobre o funcionamento do poder.

O Next Generation Brasil, que ouviu 3.248 brasileiros de 16 a 35 anos, mostrou também uma lacuna na formação cívica admitida pelos próprios jovens, com um quarto deles afirmando que participaria mais da política se recebesse estímulo para isso.

Os jovens brasileiros apontam a educação como parte da solução. Chama a atenção a influência dos professores, que foram considerados fontes confiáveis ou muito confiáveis de informação por 69% dos entrevistados, superando a família, com 58%, e as redes sociais, que alcançaram 39%. Segundo o relatório, o resultado coloca os educadores brasileiros em uma posição importante para mediar informações e desenvolver valores cívicos.

O peso atribuído aos professores mostra que a escolha de uma instituição de ensino superior pode ser determinante na formação da visão de mundo dos estudantes. Mais do que transmitir conteúdo, docentes ajudam a compreender a realidade e formar critérios. Na Belavista, a proposta é que essa influência ocorra em um ambiente de estímulo à construção de juízo próprio com liberdade.

Para estudantes de Direito, uma formação que estimula a liberdade de pensamento e o raciocínio próprio pode fazer diferença desde os primeiros passos da carreira. Sofia Bragoni, de 20 anos, estudante do quinto período da Faculdade Belavista, conquistou uma vaga de estágio na Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo após uma seleção com dez questões dissertativas e uma redação.

"Sempre tive interesse em compreender, de forma mais concreta, o funcionamento da prática jurídica, especialmente no âmbito institucional. Acredito que isso faça parte da minha vocação desde sempre, o que me motivou a participar da seleção", afirma.

No estágio, Sofia auxilia na análise de processos, na realização de pesquisas jurídicas, na elaboração de minutas e na organização de documentos. "A formação proporcionada pela Belavista contribuiu significativamente para o desenvolvimento do raciocínio jurídico, da capacidade de interpretação normativa, da análise crítica de casos concretos e da boa comunicação escrita", diz.

A experiência de Sofia reflete como a Belavista prepara o aluno para ir além das discussões muitas vezes simplistas das redes sociais e compreender, na prática, como as instituições funcionam. Ao fortalecer o raciocínio jurídico e a capacidade de analisar casos concretos, a faculdade aproxima o estudante da complexidade real do Estado.

Esse trabalho não fica restrito às disciplinas jurídicas. O Core Curriculum da Belavista articula duas dimensões complementares, a humanística e a empreendedora, para ampliar o repertório do estudante e ajudá-lo a relacionar o conhecimento técnico com dimensões mais profundas da vida humana.

Com a mediação dos professores, os alunos entram em contato com autores e problemas que exigem a comparação entre diferentes argumentos. Em vez de oferecer uma interpretação pronta do debate público, a proposta é desenvolver critérios próprios para que o formando seja capaz de atuar na vida pública com responsabilidade e liberdade.

Entender o funcionamento da vida pública vai além de conhecer regras

Conhecer as regras não basta para compreender todos os efeitos de uma decisão estatal. Uma medida pode ser juridicamente possível e, ainda assim, gerar custos elevados ou produzir consequências sociais diferentes das previstas.

Uma formação humanística sólida ajuda a ampliar o olhar. Davi Cury, de 20 anos, estudante de Economia da Belavista, aplica seu repertório acadêmico em seu estágio na área de pesquisa macroeconômica do Bradesco BBI. Entre suas atividades estão a elaboração de relatórios para investidores institucionais e a coleta de informações para acompanhar o cenário econômico da América Latina.

"Os conhecimentos técnicos mais valorizados foram a minha proficiência em programação e interpretação de cenários macroeconômicos. Entretanto, outras competências, como comunicação, capacidade de resolução de problemas e o interesse real no objeto de estudo, a Economia, trabalhadas na Belavista, foram de essencial importância para que eu conseguisse a vaga", afirma.

Na Belavista, os problemas concretos são examinados de forma interdisciplinar, sem que divisões rígidas entre as áreas ocultem sua complexidade. Miguel Carvalho dos Santos, de 23 anos, estudante de Direito da instituição, foi selecionado para um estágio rotativo no Pinheiro Guimarães Advogados, onde terá contato com as áreas de contencioso, tributário, mercado de capitais e societário. Segundo ele, a formação recebida na faculdade contribuiu para integrar esses diferentes campos.

"Perceber que o Direito Societário envolve o Civil, o Tributário, o Constitucional, a Economia e muitas outras áreas traz um leque enorme para a resolução de conflitos", afirma. Para Miguel, a formação humanística também impede que o estudo das instituições se reduza a normas abstratas. "O ensino humanístico faz com que lembremos que, em cada contrato, norma e caso, existem pessoas por trás que esperam resoluções satisfatórias", diz.

A compreensão da vida pública é trabalhada fora da sala de aula também por meio do Imersão Brasil. O programa leva os estudantes a diferentes regiões do país para conhecer de perto desafios sociais, políticos e econômicos que não podem ser inteiramente compreendidos apenas por livros ou indicadores.

A experiência mostra que uma política pública pode produzir resultados distintos conforme o lugar e a população atingida. Ao confrontar a teoria com situações concretas, o estudante percebe com mais clareza a distância que pode existir entre a intenção de uma medida e seus efeitos reais.

Essa integração também aparece no Método do Caso, metodologia desenvolvida em Harvard e aplicada pela Belavista de forma exclusiva no Brasil. Em vez de receber apenas a exposição de conceitos, os estudantes partem de situações reais ou verossímeis, nas quais precisam identificar o problema central, avaliar alternativas e formular uma posição.

Cada aluno estuda o caso e prepara sua análise. Depois, precisa expor o raciocínio, confrontá-lo com interpretações diferentes e, quando necessário, rever a própria conclusão. O aprendizado se constrói tanto pelo domínio do conteúdo quanto pela capacidade de argumentar e decidir diante de cenários complexos.

A metodologia aproxima a formação das escolhas que o estudante encontrará na vida profissional, nas quais raramente existe uma resposta pronta ou inteiramente segura. Mais do que chegar à solução considerada correta, importa compreender o problema para sustentar uma decisão e assumir suas consequências.

O objetivo não é conduzir todos à mesma resposta, mas formar estudantes capazes de exercer a própria liberdade de pensamento, valor central na proposta da Belavista.

Sobre a Faculdade Belavista

Credenciada com nota máxima pelo Ministério da Educação, a Faculdade Belavista é uma instituição de ensino superior sem fins lucrativos que oferece cursos de Direito e Economia com foco em formação integral, excelência acadêmica, visão humanística e empregabilidade.

A instituição compartilha valores e princípios com o ISE Business School, escola de direção geral com 30 anos de atuação na formação de empresários, executivos e lideranças. Nesse ecossistema, a Belavista se apresenta como a porta de entrada da formação universitária, preparando jovens líderes com rigor acadêmico, senso crítico, responsabilidade social e compromisso com o bem comum.

Com alto nível de exigência, a instituição combina o Método do Caso, que aproxima os alunos de dilemas reais, com um Core Curriculum voltado à formação humanística, à inovação e ao empreendedorismo. A proposta inclui ainda o Summit Belavista, programa de mentoria personalizada para o desenvolvimento de habilidades profissionais, e uma relação próxima com o mercado e com os desafios da vida profissional.

Para quem ainda está avaliando qual graduação seguir, a Faculdade Belavista disponibiliza gratuitamente os e-books:

com informações sobre os cursos, as possibilidades profissionais e os critérios que podem ajudar na escolha da carreira.

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As inscrições para o Vestibular da Belavista  estão abertas no  site da faculdade e podem ser realizadas até o dia 13 de setembro de 2026.  O processo da  processo seletivo  é um dos mais completos e inovadores do país, estruturado em três fases: Prova, Dinâmica e Entrevista.

  • 1ª Fase – Prova: realizada pela Vunesp, no dia 27 de Setembro de 2026, em São Paulo. Prova com 50 questões objetivas e uma redação dissertativa.  A Belavista aceita notas do ENEM, certificações internacionais (ABITUR, IB, SAT e BAC) e premiações em Olimpíadas do Conhecimento. Fase eliminatória.
  • 2ª Fase – Dinâmica: debate em grupo sobre um dilema ético, seguido de um texto opinativo individual, com o exclusivo Método do Caso, criado em Harvard e aplicado em todas as graduações da Belavista. Fase eliminatória.
  • 3ª Fase – Entrevista: individual e online, realizada pelo Comitê de Admissões para conhecer as motivações do candidato e seu engajamento com a proposta da Belavista.
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