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Perspectiva da fachada do novo empreendimento da Hugo Peretti, o edifício Weiss de Castilho.
Perspectiva da fachada do novo empreendimento da Hugo Peretti, o edifício Weiss de Castilho.| Foto: Divulgação

O futuro lançamento da Construtora Hugo Peretti, batizado Weiss de Castilho, já nasce permeado de muita história. O nome escolhido para o projeto localizado na Rua Ivo Leão, 281, esquina com a Av. João Gualberto, no bairro Juvevê -- o 84º no portfólio da construtora --, é uma homenagem à família Weiss de Castilho. A entrega está prevista para o primeiro semestre de 2023.

O terreno no qual o empreendimento está sendo construído pertencia à Guilherme Weiss, um empresário bem-sucedido de Curitiba. Guilherme teve duas filhas. A mais nova delas, Regina Weiss, casou-se com Arno Feliciano de Castilho. O casal construiu uma casa no terreno onde está nascendo o futuro edifício Weiss de Castilho.

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Terreno Weiss de Castilho
A antiga casa da Avenida João Gualberto foi concebida, desenhada e formatada pela própria Regina Weiss, que tinha um apreço muito grande por arquitetura.| Divulgação

Detalhes do novo imóvel

Todos os apartamentos são face norte e garantem luz solar durante o dia todo. O prédio contará com duas unidades por andar, sendo 200 m² de área privativa, com opções de 3 suítes ou 2 suítes e 2 demi-suítes, e uma cobertura com 312 m² de área privativa e 82 m² de terraço exclusivo, com 3 suítes. Cada apartamento ainda terá um elevador social exclusivo, como se fosse um por andar.

O projeto é assinado pelo escritório Baggio Schiavon Arquitetura e contará com itens sustentáveis como placas fotovoltaicas para a redução de consumo de energia, reaproveitamento de água da chuva e tratamento termoacústico. A entrega está prevista para o primeiro semestre de 2023.

Perspectiva da fachada do novo empreendimento da Hugo Peretti, o edifício Weiss de Castilho.
Perspectiva da fachada do novo empreendimento da Hugo Peretti, o edifício Weiss de Castilho.| Divulgação

História do terreno

O projeto da casa nasceu a partir de um estudo de campo do casal Castilho em São Paulo, onde foram captando ideias das residências mais bonitas e interessantes que viram. A casa da Avenida João Gualberto foi concebida, desenhada e formatada pela própria Regina Weiss, que tinha um apreço muito grande por arquitetura.

O terreno, originalmente, era em três níveis: o primeiro, onde o edifício da Construtora Hugo Peretti vem sendo erguido; e o terceiro é o que se vê do outro lado da trincheira. O segundo nível seria onde a área foi “cortada” ao meio para dar passagem à via rápida formada no trecho pelas ruas Comendador Fontana e Nicolau Maeder.

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Terreno triangular sem vizinhos é destaque do empreendimento da Hugo Peretti.| Divulgação

Por tudo isso, o terreno faz parte da história de Curitiba. Por anos abrigou uma casa que lembrava muito um castelo, que foi referência na cidade e que deu nome ao futuro edifício, como conta Alexandre Lundgren de Castilho, neto de Regina e Arno Castilho, que morou por vários anos com os avós no terreno.

A ideia da homenagem partiu de um membro da família -- Bruno Weiss de Castilho -- em conversa com o diretor geral da Construtora Hugo Peretti, Percy Peretti, como um reconhecimento à história do casal. “Acho muito interessante o sobrenome Weiss compor o nome do empreendimento, fazendo jus a quem deixou esse legado na família, que foi perpetuado pela união com o sobrenome Castilho, que também viveu ali no terreno”, avalia Alexandre.

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Vista dos moradores do futuro edifício Weiss de Castilho.| Divulgação

Segundo ele, as residências da região, de propriedade de famílias muito tradicionais na cidade, ajudaram a construir a importante Avenida João Gualberto, a apenas 70 metros do terreno dos Weiss de Castilho.

"Se olharmos no eixo, ainda existem casas das décadas de 1930, 1940 e 1950. Várias famílias tradicionais tinham casas ali. A primeira que pode ser notada é a da família Zattar. Depois, há mansões e casas de famílias históricas e tradicionais tais como, Hauer, Leão, entre outras. Mais para baixo, em frente ao Colégio Estadual, há a propriedade da família Fontana que, mais tarde, passou a abrigar as várias torres do Edifício Fontana”, finaliza.

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