Cidade italiana atrai atenção do mundo todo pela mistura de construções greco-romanas e barrocas

Nossa colunista Daniela Busarello mostra todos os encantos da charmosa cidade italiana de Catania

Fotos: Daniela Busarello/Acervo pessoal

por Daniela Busarello

15/08/2018

compartilhe

La Dolce Vita

Granita de pistache no aeroporto. A melhor da ilha. Marca a chegada em Catania, lado leste da Sicília.

Perfume de Jasmin por todos os jardins urbanos.

A grande beleza da mistura da arquitetura antiga greco-romana e barroca-italiana. Piazza del Duomo de Siracusa. Mármores de todas as eras.

>>> Chilenos criam sacola plástica solúvel em água e não poluente

Luz e sombra. Contrastes do céu azul, do brilho do sol cintilante (ainda é maio e já faz 30 graus), e do “frescor” das sombras no mármore: calçada e paredes de todos os monumentos.

Muitos minutos sentada no bar da praça, só para observar e sentir o poder da natureza e da arquitetura. A grande beleza! (me repito).

À noite, não menos poesia… os tons de laranja, rosa, lilás e azul… Céus como se fossem pintados por Tiepolo.

Diálogo harmonioso…

Arquitetura e natureza. Por toda a cidade, o céu se torna um “espelho” desta mistura.

Diálogo sensorial…

A cada visita de museu arqueológico ou ruina, é possível sentir a vibração dos antepassados, de suas conquistas e energia em criar e construir.

Diálogo poético-decadente…

Ao atravessar a porta de entrada de uma, ou tantas, casas… O mundo do sol fica para fora, dentro o fresco e a sombra se entrelaçam com rendas, flores, objetos de design, arte e música.

No alto da colina, o Teatro Grego, ainda em uso.

>>> Mansão construída com contêineres ganha mostra de decoração em Curitiba

Privilégio de ter o por do sol como “luminotecnia”.

Ao longe, toda uma ciclovia que separa o mar da terra. Quilômetros de liberdade, perfume das ervas ao vento, borboletas das mais coloridas e o mar que te faz sonhar com lugares ainda não navegados. Paisagismo/urbanismo perfeito: apenas a reconversão de uma antiga linha de trem em local para pedalar, conectar a cidade antiga com a nova.

No bolso, o livro Memórias de Adriano, de Marguerite Yourcenar.

LEIA TAMBÉM

Engenheiros descobrem que a cenoura deixa o concreto mais resistente

 

Receba nossas notícias por e-mail

Inscreva-se em nossas newsletters e leia em
seu e-mail os conteúdos de que você mais
gosta. É fácil e grátis.

Quero receber

8 recomendações para você