Badalado designer egípcio que prega o rosa como o novo preto da decoração também é um dos arautos da democratização do design.
Badalado designer egípcio que prega o rosa como o novo preto da decoração também é um dos arautos da democratização do design.| Foto: Milovan Knezevic/Divulgação

O prestigiado designer egípcio Karim Rashid - que também desfruta das nacionalidades canadense e norte-americana há mais de 15 anos - foi o vencedor do Prêmio Americano de Design 2020 (American Prize for Design) concedido pelo Ateneu de Chicago: Museu de Arquitetura e Design e pelo Centro Europeu de Arquitetura, Arte, Design e Estudos Urbanos.

Rashid é mundialmente conhecido por suas criações inusitadas, futuristas e vibrantes. Defende que o rosa é o novo preto da decoração e advoga em defesa da democratização do design ao lado de marcas consagradas do setor. Em várias de suas entrevistas e publicações, o designer se autodenomina um "poeta do plástico, um rockstar digipop e um modelador cultural".

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Segundo o site da premiação, "a filosofia de Rashid para a democratização da qualidade do design e todas as suas realizações ao longo da vida" lhe conquistaram a honraria. "Ele pertence a uma geração de profissionais que criaram uma ponte entre a antiga noção de design (algo associado à ideia de peças de mobiliário exclusivas e caras) e seu significado atual — uma ferramenta para criar produtos populares que se diferenciam dos demais por sua elegância e vantagens de uso", completa.

Nascido em 1960 no Cairo, no Egito, Rashid estudou no Canadá. Após se formar na Universidade de Carleton, mudou-se para a Itália e trabalhou no Rodolfo Bonetto Studio, em Milão. Hoje, Rashid mora e trabalha em Nova York. O designer já recebeu quase 300 prêmios e fez obras para clientes em mais de 40 países.