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Apartamento assinado por Gabriela Fuganti Casagrande no Anuário HAUS 2021.
Apartamento assinado por Gabriela Fuganti Casagrande no Anuário HAUS 2021.| Foto: Eduardo Macarios

Além das configurações de qualidade do som e da imagem, outros aspectos também devem ser levados em consideração na hora de escolher a televisão correta para a sua casa - ou então, a casa certa para a sua TV!

Há uma série de fatores que impactam a decisão de onde colocar o dispositivo, que envolvem considerar as dimensões tanto do ambiente quanto da televisão, a resolução da imagem, a altura, o design e assim por diante.

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Seguir algumas recomendações pode garantir o conforto e o bem-estar dos usuários, evitando possíveis problemas de fadiga ocular ou posturas corporais inadequadas.

O ideal é levar em consideração as distâncias necessárias entre os móveis que fazem parte da vida cotidiana e os espaços necessários para seu uso adequado, de modo que funcionem para os fins aos quais foram destinados e evitem gerar grandes dores de cabeça para seus usuários.

Especificações da TV

A maioria das salas de estar é dominada pela televisão. Enquanto alguns procuram escondê-la, há aqueles que procuram deixá-la à vista de todos, e seja qual for o seu caso, apresentamos um simples guia de recomendações a serem consideradas ao escolher a televisão de acordo com as dimensões de nossos espaços.

| Jean van der Meulen/ Pexels

São dois os fatores principais para decidir onde colocar a TV em sua casa: o tamanho e a resolução. Por tamanho, estamos nos referindo ao comprimento da diagonal da tela, que é expressa em polegadas. Uma polegada equivale a 2,54 cm, portanto, para dar um exemplo, se uma TV tem 40 polegadas, significa que ela mede 1,02 m de um canto ao outro.

Também é necessário analisar sua resolução. Este fator se refere ao número de linhas verticais e horizontais formadas por pixels exibidos em uma tela. Uma coisa a se notar é que quanto maior a resolução, maior a densidade de pixels, sua nitidez e melhor o nível de detalhe, permitindo que você se sente mais perto dela, mantendo o mesmo tamanho de tela.

Características do espaço

Por outro lado, a iluminação do espaço ou a hora do dia também têm impacto na escolha do lugar certo para instalar a televisão e conseguir ter uma experiência confortável. Recomenda-se colocá-la em paredes perpendiculares às janelas e nunca em frente a elas. Desta forma, a ideia é reduzir os reflexos que poderiam ocorrer sem perder a qualidade da imagem.

O ângulo de visão e o limiar de pixelização padrão também são fatores a serem considerados. A orientação fornecida pela Society of Motion Picture & Television Engineers (SMPTE) aconselha sentar-se a uma distância que permita que a tela ocupe aproximadamente 30 graus do seu campo de visão, o que se aplica a todos os tipos de conteúdo multimídia.

| Agustina Iñiguez/ ArchDaily

Outra variável a considerar é a altura em que o dispositivo deve ser colocado. Recomenda-se garantir que o centro da tela esteja aproximadamente à mesma altura que os olhos. Geralmente, os olhos de uma pessoa sentada de altura média estão entre 85 e 100 cm do chão. Portanto, sugere-se que não devem estar bem no meio da altura da tela, mas que uma proporção de um terço da parte superior da tela deve ser respeitada.

| Agustina Iñiguez/ ArchDaily

Tela curva

Existem vários modelos de TV no mercado que, ano após ano, têm tentado melhorar a experiência do usuário. Nos últimos anos, o design curvo tem se tornado cada vez mais popular, mas você já se perguntou qual é a diferença entre TVs de tela plana e as de tela curva?

As TVs de tela curva permitem que a distância entre seus olhos e o aparelho permaneça constante, colocando você no centro da tela. Além disso, a curvatura permite um campo de visão mais amplo e uma sensação mais envolvente quanto mais próximo estiver da tela, bem como uma redução nos reflexos. Em resumo, o objetivo é melhorar a experiência das pessoas que vivem nos espaços projetados, buscando satisfazer suas necessidades e preferências.

| Agustina Iñiguez/ ArchDaily

*Agustina Iñiguez, com tradução de Julia Daudén, para Archdaily Brasil

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