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Incepa completa 70 anos com espaço que retrata os revestimentos e tendências registradas na arquitetura e decoração ao  longo das décadas
Incepa completa 70 anos com espaço que retrata os revestimentos e tendências registradas na arquitetura e decoração ao longo das décadas| Foto: Gustavo Queiroz

Presente nos lares brasileiros desde 1950, a Incepa, marca icônica de revestimentos, completa 70 anos. A companhia, que pertencente à Roca Brasil Cerámica, do grupo mexicano Lamosa, acaba de inaugurar em seu showroom, dentro do parque industrial de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, um espaço chamado Casa Incepa. É um mini museu que resgata toda a história dos principais produtos ao longo das décadas e como as residências eram vivenciadas.

Tudo isso por meio de ambientes instagramáveis. HAUS foi convidada para conhecer a nova área lúdica durante um tour para imprensa e influenciadores digitais na última sexta-feira (6). O espaço cenográfico de 100 m² foi desenvolvido pelo arquiteto Carlos Bianco, da Arquitecto - Arquitetos Associados.

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Pedra fundamental para a criação de um futuro Museu do Revestimento, a Casa Incepa resgata ainda fotos e documentos históricos da Incepa. Ao todo, são sete ambientes que transportam os visitantes para outras décadas.

Relembre o que foi sucesso na história da marca!

1950

Ambiente instagramável da Incepa que destaca os azulejos em tom pastel, sucesso na década de 1950
Ambiente instagramável da Incepa que destaca os azulejos em tom pastel, sucesso na década de 1950| Luan Galani

O azulejo branco foi o primeiro a ser produzido, mas no final da década de 1950 a Incepa já fabricava azulejos coloridos. Todos em tom pastel, que variavam de verde a amarelo, de rosa a azul. Também no final dessa década, passou a predominar a combinação de cores de acessórios, como saboneteiras e porta papel higiênico, com pias, bacias, bidês e banheiras. A utilização de revestimentos era mais comum em banheiros.

1960

| Luan Galani

A marca traz opções ainda mais alegres e vibrantes para os azulejos, quebrando a tradição de sobriedade. No final da década de 1960, inicia a produção de peças decoradas à mão que se tornaram destaques por seus relevos, como o Atlântico Azul, que permaneceu em linha por quase 30 anos. É nessa década também que o azulejo sai do banheiro e invade as cozinhas.

1970

| Luan Galani

Na década de 1970, revestimentos decorados formavam grandes painéis em áreas que iam também além da cozinha e banheiros, como lavanderias, copas e salas de jantar, combinando com o show colorido e de estampas do período, que dominavam cortinas, almofadas, eletrodomésticos e até luminárias.

1980

| Luan Galani

Foi em 1980 que o banheiro completo ganhou status com azulejos de grife e design assinado pelo estilista italiano Valentino. É a vez do exagero do pós moderno. Nos revestimentos, desenhos geométricos e florais dominavam e não eram usados somente nas cozinhas, mas também em todo o banheiro. No lugar dos coloridos, aparece com força a preferência por cores mais fechadas e detalhes dourados que combinassem com os metais. A porcelana escura era regra.

1990

| Luan Galani

O revestimento cerâmico passa a ser usado na casa toda, tanto em pisos como em paredes. Embora a década seja a responsável por trazer gênios da música pop e séries amadas até hoje, na decoração não é unânime. O estilo toscano, babados e paredes cheias de decoração marcaram a década.

2000

| Luan Galani

As inovações tecnológicas da virada do milênio permitiram criar revestimentos antideslizantes para áreas externas, reproduzindo madeiras e pedras, além de porcelanatos para áreas internas de piscinas. A década ganha contornos mais clean.

2010

| Luan Galani

Os novos pisos permitiram integrar áreas com diferentes necessidades. É o período alto das plantas abertas. Pisos com a mesma aparência e acabamentos diferentes: polido, acetinado e antideslizante. Linhas retas e contemporâneas ganham destaque e um visual monocromático. A construção dos espaços não sofreu maiores mudanças, mas uma profusão de estilos e tendências tomou conta: vintage, industrial, jungle, nórdico, escandinavo, urbano etc.

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