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Minimalismo vermelho, cottage core e outras tendências em alta na decoração
| Foto: Interprint/Reprodução

Passado o primeiro susto com a pandemia do novo coronavírus e os consequentes resgates da simplicidade, da natureza e do essencial na decoração, arquitetura e morar, agora essas mesmas tendências começam a ganhar novas versões com cada vez mais corpo e profundidade.

HAUS obteve acesso ao novo estudo de tendências da multinacional Interprint, que produz papéis decorativos que revestem móveis e pisos, e mostra algumas das novas diretrizes do setor. Confira!

Alguns dos padrões Interprint - Atena, Eloise, Durini, Twinkle e Kjerag - que traduzem as tendências percebidas.
Alguns dos padrões Interprint - Atena, Eloise, Durini, Twinkle e Kjerag - que traduzem as tendências percebidas.| Interprint

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Idade da pedra

| Molteni Dada

Quem diria que o futuro da decoração estaria nos Flintstones e não na família Jetsons, hein? Brincadeiras à parte, cada vez se valoriza mais os materiais naturais, como as pedras e as madeiras, para ajudar a tornar os ambientes mais vivos e menos artificiais. E se misturar esses materiais, melhor ainda.

Neoestética rústica

| Interprint/Reprodução

Esse é o nome dado para a estética da imperfeição, que os japoneses valorizam há tanto tempo e conhecem pelo nome de wabi-sabi. Essa é a estética que aceita a imperfeição e a transitoriedade da vida e dos materiais, aplaudindo características únicas de cada veio nos mármores, dos desgastes nas pedras vulcânicas, de cada catedral nas chapas de MDF, o acabamento cru dos tecidos e por aí vai.

Mediterrâneo moderno

| Interprint/Reprodução

Esse estilo é caracterizado por espaços simples e elegantes, que nunca precisam ser atualizados, pois agradarão todas as pessoas por um longo período. É caracterizado por lares com bom diálogo com o exterior, bastante madeira e paredes claras. De preferência, branco. E com detalhes decorativos que são um verdadeiro revival dos estilos italiano e espanhol, com colunas e arcos, telhados com baixa inclinação, entre outras características.

Cottage core

| Reprodução

Essa é uma tendência que surgiu lá em 2010 entre entusiastas jovens da vida no campo. Um movimento quase romântico e nostálgico. E que retorna agora com tudo. Nunca esteve tão em alta as farm sinks (as cozinhas de fazenda), as fibras naturais, as cores, as flores e texturas de parede que lembrem essa estética, com superfícies onduladas. Um tipo de Japandi. Esse foi um dos destaques no espaço da francesa Hermès na última Semana de Design de Milão, em 2021, que deu destaque para essa estética de cabana.

| Hermes

Minimalismo vermelho

| Interprint/Reprodução

Aqui vale aquela máxima: menos é mais. Só vale a pena ter dentro de casa objetos que façam sentido para você. Mas o minimalismo deixa de ser tão escandinavo, em tons nudes, e assume uma versão mais avermelhada, com pisos ou paredes terracota e outras versões terrosas, mais claras ou mais densas.

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