A evolução dos pontos de ônibus de Curitiba

A evolução dos pontos de ônibus foi um dos aspectos que deu a Curitiba o status de cidade-modelo

Estação-tubo, implantada em 1989, deu ares de modernidade a Curitiba. Jonathan Campos/Gazeta do Povo

por Eloá Cruz

11/08/2015

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A inauguração da primeira estação-tubo, em 1989, causou algum tumulto em frente à sede da prefeitura, na Cândido de Abreu, ali no Centro Cívico. A estrutura estava coberta e ninguém sabia ao certo como funcionaria. Muita gente aguardava pelo primeiro teste da parada com os modernos ligeirinhos. A plataforma do veículo deveria se encaixar perfeitamente à estrutura do ponto de ônibus, mas nem todos sabiam disso. Houve até quem imaginasse que seria o tubo a sair andando por aí.

Com o passar dos anos, o mobiliário futurístico deixou de ser um cartão-postal famoso. Isso por que, para o arquiteto Abrão Assad, que fez o projeto das estações-tubo, já está na hora de fazer ajustes na estrutura. Melhorar o conforto térmico para cobradores e usuários do sistema de transporte é o primeiro deles. É tempo de mudar para evoluir junto do sistema de transporte coletivo.
Essas transformações são comuns na linha do tempo dos pontos de ônibus. Você lembra o que existia antes dos cilindros de vidro? Houve, por exemplo, os domus brancos e chapéus chineses antes dessas paradas high-tech, que tornaram a cidade conhecida Brasil afora. Isso denota a necessidade que a cidade tem de adaptar seu mobiliário urbano às demandas da população crescente e criar uma unidade na linguagem arquitetônica local. Veja a seguir os estudos sobre a evolução das paradas de ônibus em Curitiba.

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