Curitiba será primeira capital brasileira a ser monitorada sobre 17 metas de sustentabilidade da ONU

Intuito é que esse diagnóstico constante ajude a cidade a criar novas políticas públicas ou adequar as existentes na direção do desenvolvimento sustentável

Foto: Gazeta do Povo

por Luan Galani

08/08/2019

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Curitiba será a primeira capital brasileira a ser monitorada de perto pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para as 17 metas de sustentabilidade da Organização das Nações Unidas (ONU), conhecidas como Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Veja quais são logo abaixo.

A parceria foi oficializada nesta quarta-feira (7) e vai permitir a troca de experiências com as demais cidades participantes do programa, além de avaliar a performance da cidade.

Entre elas estão educação inclusiva, acesso sustentável e acessível à energia, combate à mudança do clima e aos seus impactos, proteção e uso sustentável dos ecossistemas e desenvolvimento sustentável – algumas das áreas em que Curitiba já adota práticas sustentáveis.

Foto: Daniel Castellano/Arquivo Gazeta do Povo

Outras duas cidades do Paraná foram escolhidas pelo governo estadual para fazer parte do monitoramento: Araucária, na Região Metropolitana, e Ubiratã, no centro do Estado.

O estudo envolve outras oito cidades ou regiões dos continentes asiático, europeu e americano: Kitakyushu (Japão), Bonn (Alemanha), Córdoba (Argentina), Flandres (Bélgica), sul da Dinamarca, Kopavogur (Islândia), Buskerud (Noruega)  e Moscou (Rússia).

Procurado pela reportagem, o assessor de relações internacionais da Prefeitura de Curitiba, Rodolpho Zanin Feijó, explica que o programa não terá custos para o município. “O monitoramento será completamente feito pelas equipe da sede da OCDE, em Paris, por meio de estudos e relatórios próprios. Nessa primeira vinda deles, eles aproveitaram para fazer um diagnóstico da cidade e entrevistaram vários técnicos da prefeitura para entender como está sendo a implantação e andamento de alguns projetos“, conta Feijó.

A meta é que essa diagnóstico constante ajude a cidade a criar novas políticas públicas ou adequar as existentes.

Foto: Fred Kendi/Gazeta do Povo/Arquivo

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