Vaga viva da Cândido de Abreu é reformada e recebe arte inspirada em azulejos portugueses

A reinauguração está prevista para esta sexta-feira (20) com uma série de atividades programadas das 9h30 às 18h

Foto: Rafael Bertelli/Divulgação

por HAUS

17/07/2018

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A vaga viva da Avenida Cândido de Abreu, instalada em 2015 pelo Cicloiguaçu e Bike Fácil e considerado o primeiro espaço do tipo em Curitiba, acaba de ser totalmente reformada. A reinauguração do parklet está prevista para esta sexta-feira (20) com uma série de atividades programadas das 9h30 às 18h, como jardinagem, yoga em pé, entre outras.

Depois das inundações de março deste ano a estrutura ficou comprometida e exigiu uma reforma estrutural. O mobiliário urbano foi reforçado com madeiras de reaproveitamento e o chassi foi adaptado. Várias empresas ajudaram na reforma.

Imagem: Divulgação

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O artista Felipe de Lima Mayerle assina a arte inspirada em azulejos portugueses, cheia de elementos, cenas e formas urbanas, que incentivam a experiência de parar, sentar e contemplar a paisagem.

O debate sobre a destinação de vagas de estacionamento para espaços de uso e convívio de pedestres e ciclistas começou em 2007 com a própria ONG Cicloiguaçu.

Foto: Rafael Bertelli/Divulgação

Também conhecido por parklet, a vaga viva nasceu nos Estados Unidos para incentivar a permanência de pedestres nas ruas. A primeira foi construída em 2010 na cidade de São Francisco, sob iniciativa da designer Suzi Bolognese. No Brasil, São Paulo foi a primeira a regulamentar a intervenção. Em 2014, o então prefeito Fernando Haddad (PT) assinou decreto que permite a instalação por até dois anos.

Em Curitiba, além da primeira vaga viva na Cândido de Abreu, um protótipo temporário foi desenvolvido por alunos do curso de Design da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) na Praça Generoso Marques e por comerciantes na Avenida Vicente Machado. A da praça foi retirada em 2017 pela prefeitura depois de ter virado mocó e alvo de vandalismo.

Em março de 2017 foi inaugurada a primeira vaga viva permanente de cooperação com comerciantes após decreto que regulamentou a iniciativa, em frente ao Mercado Municipal, com projeto do arquiteto Givago Ferentz. O espaço foi destruído por um carro desgovernado o início de 2018.

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