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Opinião

A ideologia de gênero está levando as adolescentes a se castrarem

  • 07/01/2021 18:02
Lachlan Watson|
Lachlan Watson|| Foto: Reprodução

Pense numa mulher jovem de seios amputados. A que essa imagem lhe remete? Se você for de cultura católica, provavelmente pensará na imagem de Santa Águeda, reconhecível por segurar uma bandeja com um par de seios. Ninguém precisa ser psicanalista para apontar o simbolismo presente: seios de mulher jovem estão ligados à sexualidade, e a jovem cristã, ao desafiar o poder secular para seguir seu ideal de castidade, suportara uma brutal castração.

Saindo do reino simbólico (mitológico, para quem não tem fé) e partindo para o quotidiano, seios amputados remetem a câncer de mama. A mastectomia é tida por grande trauma para as doentes, e felizmente a cirurgia plástica avança de modo a tornar as próteses  mais convincentes. Nada repara, porém, a capacidade de amamentar e de sentir prazer erótico ali.

De um jeito ou de outro, amputação de seios remete a castração e sofrimento. Qual não será a reação do leitor ao descobrir que na sociedade norte-americana as pessoas já se defrontam com capas de revista onde uma moça maquiada exibe o torso com cicatrizes no lugar dos seios. Amputação pop.

Se o leitor clicou e não entendeu nada, cabe explicar que a moça se identifica como transgênero não-binário. Descobre-se fácil que é uma atriz nascida em 2001 e tem um verbete até na Wikipédia lusófona. Aí encontramos a informação de que fez mastectomia para se adaptar à própria identidade de gênero, e tem como fonte uma reportagem de 2018 em que ela, já amputada, trata da própria transexualidade.

Conta que começou a se sentir “um pouco queer” aos 13 anos, considerou-se uma lésbica cisgênero (cis é o contrário de trans) durante um ano e meio, mas concluiu que o rótulo “não encapsulava a dor que eu estava sentindo de verdade. Havia algo relacionado ao corpo, havia algo a mais aí, e tudo o que tive de fazer foi rotular isso como eu ser trans.”.

Aos 14 ou 15 anos, é normal meninas se angustiarem com o próprio físico; anormal é estarem tão versadas no vocabulário da ideologia de gênero, e acharem que rótulos resolvem problemas. Continuando: “O rótulo abrangeu de maneira precisa a rejeição de Watson à sua forma feminina, e cerca de dois anos e meio depois [de deixar de se considerar lésbica], Watson se preparava para do próximo passo na sua transição e foi até a clínica de gênero da Duke University”. Depois, “olhando para as cinco páginas com os efeitos colaterais da testosterona […], Watson percebeu que o crescimento de pelos faciais e o engrossamento de sua voz pareciam tão errados quanto o crescimento dos seus seios. ‘Eu percebi que o problema não era eu não ser homem, o problema era só eu ser mulher’, disse ele [sic]. E assim chegou à fase atual […] como não-binário, residindo no ‘vazio do gênero’. Identificar-se como não-binário significa que uma pessoa não se identifica totalmente como homem, nem como mulher, mas existe em algum lugar no espaço ou/ou, nem/nem. Como todas as áreas do espectro de gênero, ser não-binário pode diferir bastante entre as pessoas.”

O livro de Abigail Shrier

Esse caso não está arrolado no livro da jornalista Abigail Shrier Irreversible Damage: The transgender craze seducing our daughters [Dano irreversível: A loucura transgênero que seduz nossas filhas], mas se enquadra em tudo o que ela descreve. Sem tradução para o português, o livro foi lançado ano passado nos Estados Unidos, e contou com a propaganda involuntária dos censores. A Amazon proibiu a editora de fazer publicidade paga. Grandes jornais se recusaram a fazer resenhas. Quando Joe Rogan fez uma entrevista com a autora, os funcionários do Spotify fizeram pressão para que fosse retirada do ar. Tudo isso sob a alegação de que o livro era transfóbico.

Abigail Shrier tem uma tese sobre os Estados Unidos e o Canadá: existe uma loucura transgênero ceifando adolescentes problemáticas, que têm um perfil de doentes muito parecida com a anorexia, e conta com o apoio institucional de médicos e educadores.

A doutrinação começa ainda na pré-escola, quando, sempre a pretexto de combate ao bullying, surge a figura do especialista em gênero, que apresenta o biscoitinho humano (o “genderbread person”) ou o unicórnio do gênero, explicando que orientação sexual, identidade de gênero e sexo biológico são coisas totalmente independentes umas das outras.

Com o sexo, essa gente faz a distorção contrária à da cor de pele. Existem mestiços de várias cores, mas são enquadradas no esquema binário de raças branca ou preta. Existem apenas homem e mulher (sexos masculino e feminino), mas inventa-se que o “gênero” é um espectro contínuo com os dois polos, que são “homem” e “mulher”. Tudo o que está no meio é “não-binário”, “genderqueer” e sei lá mais o quê — toda hora inventam alguma denominação nova.

Em nome do combate ao bullying, apresenta-se então às crianças e adolescentes  as definições psicológicas do que é ser homem ou mulher. E essas definições poderiam sair da boca de um aiatolá. Cito Shrier: “Se ‘mulher’ não pode mais ser definida conforme características físicas ou biologia [– o que seria transfobia –], como as definimos? A proeminente autora transgênero Andrea Long Chu tem a resposta: ‘fêmea é uma “condição existencial universal definida pela submissão aos desejos de outrem’.”

É uma pena que “machismo” seja uma palavra gasta, porque serve exatamente para descrever a ideologia de gênero. A misoginia é tamanha, que as mulheres passam a ser referidas como “breeders” (parideiras) e “bleeders” (sangradeiras), tudo em nome da separação entre biologia e identidade de gênero.

Assim, as meninas da escola que se saem bem em esportes e matemática são tidas como não conformantes de gênero. Talvez a menina Watson fosse assim, daí dizer-se um pouco queer. Queer, literalmente, significa aberração, e era um xingamento dirigido a gays. Foi apropriado pelos ideólogos de gênero como uma coisa elogiosa. De todo modo, uma menina que não se vê como fêmea de aiatolá se acha uma aberração, alguém que não pode ser uma mulher.

Depois, chega a adolescência. Nessa época, as meninas estão todas recebendo uma porção de hormônio novo, ficando mais fracas que os colegas, ganhando peito e bunda, menstruando, tendo cólicas. Meninos morrem de orgulho do buço. Enquanto isso, muitas meninas andam recurvas, com vergonha, quando começam a precisar de sutiã. É natural que sintam um mal estar, e a australopiteco fêmea na puberdade devia sentir também. Mas hoje a cultura geral é a de levar os filhos para a psicoterapia quando eles se sentem mal. O passo seguinte é dar antidepressivo.

Abigail Shrier acha que os pais tentam fazer das filhas umas Belas Adormecidas, que passam uma adolescência indolor e despertam como mulheres feitas. Uma coisa que ela não aponta, mas que eu acho que valia a pena notar, é que muito antidepressivo tem perda de libido como efeito colateral, o que deve fazer muita menina se achar “assexual” ou “agênero”. A humanidade não tem documentação massiva de como é chegar à puberdade com libido inibida.

A escola nos países desenvolvidos é em tempo integral — ao contrário do Brasil, onde tipicamente as crianças estudam ou de manhã, ou de tarde. A faculdade dos Estados Unidos afasta ainda mais o adolescente de casa, pois eles ficam em internatos. Tanto num quanto no outro ambiente, é possível a criança ou adolescente fazer a dita transição social de gênero, ou seja, adotar um nome do sexo oposto e viver uma vida dupla, com um nome no ambiente educacional e outro na família.

O sistema encara os pais como transfóbicos potenciais e não se preocupam em avisar do que está acontecendo. Seu novo nome é o que consta na lista de chamadas. As adolescentes aprendem que agora elas têm uma glitter family, que é a sua verdadeira família, que a compreende e aceita, sem transfobia.

Se a menina ainda na adolescência revelar que é trans aos pais, eles farão aquilo que aprenderam como sendo correto: levarão ao terapeuta. Não saberão que a área passou por uma verdadeira caçada às bruxas (da qual participou inclusive Deirdre McCloskey), em que profissionais e cientistas com décadas de experiência no tratamento de disforia de sexo (identificar-se com o outro sexo) foram banidos como transfóbicos.

Shrier entrevista alguns deles. As práticas anteriores ao surto ideológico eram variadas e focavam em fazer a criança e o adolescente se sentirem bem com o próprio corpo. Mudança de sexo era uma possibilidade terapêutica admitida pela maioria. Todos, porém, tinham em comum um princípio elementar da medicina que consiste em negar o autodiagnóstico. Mas hoje, qualquer terapia que tenha por finalidade fazer a adolescente se sentir bem com o próprio corpo é tida por criminosa, porquanto transfóbica.

Machismo, homofobia e transfobia foram jogados no mesmo balaio retórico do racismo, como crime de ódio e discriminação inaceitável. Valendo-se desse clima, os ideólogos de gênero acusam os tratamentos científicos da disforia de serem análogos às terapias de “reconversão” à heterossexualidade. Consultórios tradicionais e bem sucedidos foram fechados. Restou a “terapia” afirmativa de gênero, que consiste em perguntar ao paciente o que ele é — ou mesmo sugerir que é trans — e aceitar a resposta. Ou seja: autodiagnóstico.

Transexuais têm um índice alto de suicídio. Valendo-se disso, os “terapeutas” dirão aos pais que eles têm que chamar a filha pelo nome desejado, senão ela vai se matar. Aterrorizados, os pais aceitam. O passo seguinte é “pausar” a adolescência com um bloqueador hormonal. O terapeuta dirá que é para esperar a jovem decidir se é menino ou menina, e que não há problemas em retardar a puberdade. Além disso, ver o corpo mudar pode fazê-la se matar – a ameaça de morte é uma constante.

O terapeuta não irá contar que o bloqueador hormonal é, originalmente, o composto usado em castração química de predadores sexuais, nem que o retardo da puberdade afeta também o desenvolvimento cerebral, nem que não há dados suficientes de efeitos colaterais em adolescentes fisicamente saudáveis.

Tampouco contará que mais de 90% das adolescentes quimicamente castradas escolhem mudar de “gênero”. O passo seguinte é tomar testosterona, que dá uma série de complicações, que vão desde a atrofia e secura vaginais ao desenvolvimento de câncer do útero. Por isso, uma histerectomia profilática (tirar o útero) costuma ser feita. Histerectomia causa menopausa precoce. Em suma, é uma bagaceira.

Mas calma que piora. Se a menina em idade escolar não contar essas coisas para o pai, quando chegar à universidade ela poderá começar a tomar testosterona por conta própria sem que os pais saibam. A universidade dá, desde que ela assine um termo de consentimento informado. A Planned Parenthood atua nos campi fornecendo testosterona, que sai pelo preço de uma assinatura da Netflix.

A testosterona termina por viciá-las. Todas essas adolescentes têm problemas de saúde mental além da disforia, sendo comuns a depressão e a ansiedade. A testosterona combate esses dois males, e, como elas não têm terapia honesta à disposição, acabam dependendo da testosterona para ficarem menos deprimidas e ansiosas. A testosterona multiplica as chances de infarto, tornando essas moças ainda mais propensas ao infarto do que homens.

Por fim, cabe assinalar que na faculdade a mania trans tende a acometer as moças com dificuldade de se adaptar. Se elas se revelarem trans, serão subitamente festejadas e aplaudidas. Abigail Shrier notou também que elas pareciam assexuadas. Adolescentes normais estão pensando em beijar alguém. Elas, não. Não demostravam nenhum despertar para o erotismo, normal da idade.  E é assim que elas têm os seios transformados em lixo hospitalar.

Não são poucas as que se arrependem. Abigail Shrier entrevistou algumas, que lhe revelaram a estrutura de seita do movimento. Cabe destacar que elas — as chamadas detransitioners — são acusadas de transfobia e removidas do Twitter.

Que fazer?

O Brasil tem a grande vantagem de não deixar os filhos totalmente entregues à burocracia educacional, mas a ideologia de gênero tem abocanhado algumas das nossas adolescentes ainda assim.

Abigail Shrier dá sete conselhos para prevenir o problema. Um é óbvio, que consiste em não aderir à ideologia de gênero. Outro é impopular: não dar smartphone às adolescentes, porque essa é uma inovação associada à piora da saúde mental das meninas, e é um tremendo instrumento de controle do grupo de ativistas sobre a sua filha. Outro que também deveria ser óbvio é não abandonar a autoridade de pai e mãe. Ao que parece, existe a noção de que os pais devem fazer os filhos se sentirem bem a qualquer custo, e isso impede os pais de dizerem “não” aos filhos. (Os pais da efêmera Rebeca Polzonoff não são assim.)

Foram três. Quarto: reintroduzir a privacidade à casa, ou seja, não ficar mostrando a intimidade familiar nas redes sociais. Se a sua filha resolver que é trans não-binária, a coisa será pior ainda se a internet inteira ficar sabendo; ela não poderá deixar a coisa de lado em paz, e achará que deve satisfação a todo mundo.

Quinta: pensar em dar grandes passos para tirar a filha do ambiente contaminado pela mania trans. Alguns dos pais que Shirer entrevistou resolveram o problema tirando a filha da faculdade e trazendo pra casa, ou mudando-se para a zona rural e deixando-a sem internet, ou (no caso de uma filha de indianos) mudando-se de uma cidade progressista para uma zona de imigrantes indianos.

Sexta: parar de tratar a adolescência como doença – aquilo de achar que dá pra dopar a filha como uma Bela Adormecida para ela não sofrer nesse período. Aí tome-lhe antidepressivos e dependência de terapia. Depois ela, que não amadureceu, vai ao terapeuta, e o terapeuta diz que ela é trans.

Sétima: dizer que é bom ser mulher. Shrier aponta que as feministas de hoje vivem falando alto demais que ser mulher é uma calamidade, e não é. As adolescentes ouvem e acreditam. Daí não ser de admirar que tenham medo de ser mulheres.

26 COMENTÁRIOSDeixe sua opinião
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Comentários [ 26 ]

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  • A

    André Alonso

    ± 24 horas

    Parabéns pelo artigo corajoso em tempos de censura que vivemos. É por artigos assim que me tornei assinante da Gazeta do Povo.

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    • G

      GDW

      13/01/2021 21:37:44

      Estava lendo a pouco "Cretinos Digitais", tem tudo a ver. Mal comparando com uma ideologia política que dá para mudar pelo voto ou pela guerra, a ideologia de gênero é irreversível. É muita gente, é muita diversidade, é uma sociedade superficialista e manipulada, é uma sociedade de consumo e de mercado. É a evolução que nem sempre é para o bem. Não tem volta!

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      • M

        Marta M S Kogut

        11/01/2021 21:06:02

        Assunto muito complicado e triste. Parabéns pelo artigo!

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        • J

          Juan Pablo da Cruz

          08/01/2021 19:49:16

          Recomendo aos interessados, o documentário da Brasil Paralelo sobre a maldita ideologia de gênero e seus males.

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          • A

            Araucária

            08/01/2021 16:52:44

            Gente doente.....da cabeça.

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            • D

              D. G. M.

              08/01/2021 16:37:55

              Não é de hoje que tenho reparado em como tem crescido o número de farmácias na cidade. E não só em Curitiba! Recentemente viajei a uma cidade pequena do interior em cujo pequeno centro havia uma quadra com 6 farmácias (cidade com 20 mil habitantes), fora outras quadras! Pensei: Poxa, como tem doente aqui, não? Bobinho! Os doentes estão em todos s lugares! Nossa sociedade está doente!! E a depender da doença, não é em farmácia que vamos achar o remédio definitivo... Triste isso.

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              1 Respostas
              • M

                Martinho

                08/01/2021 21:36:53

                Como sempre...no cerne!! E com muita coragem...se alguém se interessar, estou lendo a rede de Doutorado da autora (disponível no Google Scholar) . O Método de Hume...gosto tanto do estilo de escrever e da linha de raciocínio que desejo aprender um pouco mais. Parabéns!

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            • G

              Giba12

              08/01/2021 15:47:51

              Ideologia é lixo mental. Desliguem a Internet.

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              • E

                Eudo

                08/01/2021 14:35:17

                Concordo com os comentários abaixo e reforço os elogios junto ao artigo da colunista. Que b... de mundo é este ... meninas estão decepando os seios, meninos se castrando, ideologia de gênero sendo abordada de maneira totalmente sem critério... É desanimador o que vem acontecendo no mundo, e pelo visto a situação só tende a piorar em todo lugar... Tenho buscado em minhas orações e intenções alguma resposta para tudo o que tem ocorrido com nossas novas gerações e valores que estamos jogando na lata de lixo...

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                • M

                  Munir Guerios filho

                  08/01/2021 13:42:34

                  Matéria com assunto importantíssimo! Parabéns pela iniciativa.

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                  • A

                    Arthur Pinho Vivaqua Rocha

                    08/01/2021 13:21:24

                    Este artigo acabou atuando como um "mini tratado" sobre este tema. Parabéns!!!

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                    • J

                      João Martins Donizete

                      08/01/2021 13:20:55

                      Meu comentário é: tem muitos comentários bons abaixo, além dos elogios e clareza na escrita da articulista. Enfim meu pitaco: sempre me achei otimista. Lendo esse artigo me senti um inútil, um pessimista. Será que essa baboseira, essa ditadura da minoria pode ainda ser revertida? Não sei. Talvez seja meu pessismo de agora. Tudo isso junto e misturado com um STF hiper militante, o "cientivismo" em tudo que se vê, além da política de uns contra todos confesso não é o meu dia de sorte. Veio a mim uma desesperança. Afinal, dá medo tanta ideologia nefasta que atualmente domina o mundo.

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                      • R

                        Ricardo

                        08/01/2021 13:17:45

                        Com os resquícios de discernimento castrados das cabeças de qualquer faixa etária – embevecidos que estão com telinhas, aplicativos etc. – a mídia trans e macabra comprada e dominada por operadores afins mostra a sua cara. Estamos diante de uma lavagem cerebral em curso sem precedentes ao nível mundial, dissimulada, em pele de “democracia”, com o suporte financeiro-jurídico-político a respaldá-la cada vez mais.

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                        • E

                          Eden Lopes Feldman

                          08/01/2021 12:49:19

                          Parabenizar pelo texto, pela pesquisa e pela inteligência na descrição do assunto, todos já fizeram. E assino embaixo. Mas o que quero ressaltar é a coragem da colunista em mostrar a realidade. Assim como Polzonoff, nos traz a terrível consequência desta insanidade chamada teoria de gênero. O mundo está de forma muito genérica dividido em dois polos neste tema: os conservadores, que lutam para conservar a tradição familiar, e os progressistas, que lutam para destruir o conceito familiar. Penso assim, e não sou homofóbico. Cada um faz o que deseja com sua aptidão sexual, tem todo o direito, mas mutilação é algo desumano. Uma sequela irreversível.

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                          • A

                            Arno Winter

                            08/01/2021 12:45:44

                            Parabéns ! Esse texto deveria estar publicado em todos os jornais e revistas, porque além de provocar "faniquites"(termo desconhecido da maioria), esclareceria a muitos pais quais as atitudes e atos frente a eventual problema dessa natureza.

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                            • C

                              Celso Arruda Salomé

                              08/01/2021 12:35:25

                              A salvação do mundo são os conservadores e o cristianismo.

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                              • B

                                Bruno Santos Teles

                                08/01/2021 11:41:05

                                a castração de crianças é um crime contra a humanidade e todos os envolvidos deveria receber a merecida resposta legal que lhes cabe, forca ou fuzilamento.

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                                  Rafael França de Souza

                                  08/01/2021 11:36:19

                                  Bruna, o tema é super preocupante e sua abordagem está perfeita!!! Na minha cabeça eu acho que grande parte dessa "transmania" é alimentada pela indústria de tratamento e cirurgia, igual a cirurgia bariatrica que estão fazendo até em pessoas com 120 kg. No fim das contas, é o dinheiro que manda nas modas macabras

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                                    DENISSON HONORIO DA SILVA

                                    08/01/2021 12:58:29

                                    A professora sempre nos trazendo temas pertinentes. Mas esse caso é tão repugnante que parece não está acontecendo. Alguém aqui na Gazeta teria comentado sobre essa autora e a censura que sofre em cima do seu livro. Consideraram-no transfóbico. Ridículo. Creio que se um adulto, se sentir incapaz de conviver com seu sexo, tem autonomia para decidir. Mas uma criança? A senhora nem ao menos descreveu que aqui no Brasil, o HC de São Paulo, já está dando hormônios para crianças para impedir a puberdade e facilitar a mudança de gênero. Não há conselhos profissionais que impeçam isso?Onde está o respaldo científico?

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                                      Yuri

                                      08/01/2021 10:58:28

                                      Ideologia de gênero é coisa de doentes mentais e grupos mal intecionados cujo objetivo é minar a civilização. Só o fato de alguém utilizar a "linguagem" que essa gente inventou já mostra que perdeu o debate. Não de deve usar os termos sem sentido senão para provar o absurdo que é esta ideologia.

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                                        jose rodorval ramalho

                                        08/01/2021 10:36:52

                                        Bruna essencial, como sempre. Artigo deveria ser distribuído em todas as escolas de ensino básico. Vou fazer a minha parte.

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                                          DJ Edertech

                                          08/01/2021 10:10:32

                                          Excelente artigo

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                                          • B

                                            BP

                                            08/01/2021 5:49:32

                                            Parabéns pelo texto, Bruna. Há alguns dias eu havia me deparado com um outro texto seu, mas interrompi a leitura quando percebi que ele merecia mais atenção. Salvei o link do artigo, que ficou "no prelo", lendo-o depois. Busquei ainda o seu perfil. Agora, me deparo com mais este texto de fôlego, que pude ler conferindo as várias e interessantes referências. Darei prioridade para a leitura dos seus artigos anteriores, a partir de hoje. Sobre o tema, me lembrei de um outro texto publicado na Gazeta, importante por tratar-se de decisão judicial paradigmática (uma luz): gazetadopovo.com.br/voze…6-anos-vence-na-justica

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                                            • M

                                              MARCELO DE PAOLA

                                              08/01/2021 2:37:00

                                              O miolo de alguns esta virando uma geléia moldada por oportunistas de sempre. A balela do proletariado não dá mais ibope, invente outras vítimas, subdivida-as e as torne dependentes de ideologias. As pessoas estão perdendo a autenticidade. Quer se automutilar, faça-o e siga a vida. Só não queira enfiar na cabeça de todo mundo que é algo sensacional e quem não concorda deve ser banido da face da terra.

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                                              • M

                                                MARCIO MARQUES GONÇALVES

                                                08/01/2021 1:18:16

                                                Vivemos em tempos estranho

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                                                  Camila M.

                                                  07/01/2021 21:26:11

                                                  Mais um excelente texto. Importante que os pais sejam alertados da situação antes que seus filhos acabem estéreis.

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