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Vida

O aborto de Juanse: na Colômbia, mataram um bebê aos sete meses de gestação

  • 13/02/2020 12:40
O colombiano Juan Pablo Medina, de 25 anos, não conseguiu impedir o aborto do filho.
O colombiano Juan Pablo Medina, de 25 anos, não conseguiu impedir o aborto do filho.| Foto: Reprodução/Twitter

Neste início de fevereiro, realizou-se na Colômbia um aborto de uma criança de sete meses de gestação. O pai do menino (que receberia o nome de Juan Sebastián), Juan Pablo Medina, de 25 anos, havia tentado recorrer à justiça para evitar que sua namorada, uma estudante de 22 anos, levasse o ato a cabo.

O aborto foi descriminalizado na Colômbia em casos de risco de vida da mãe, estupro e malformações fetais em 10 de maio de 2006, quando o Tribunal Constitucional (a suprema corte do país) emitiu a sentença C-355/06. Em 2018, a instituição emitiu uma sentença (n.º 096) ratificando a de 2006 e colocando o aborto como um "direito humano" e com a possibilidade de ser praticado durante toda a gravidez, requisitando ao Executivo e Legislativo que regulamentassem o tema.

Segundo o pai da criança, até a última ecografia que ele pôde acompanhar, realizada no dia 6 de dezembro do ano passado, o bebê estava bem de saúde. A mãe da jovem teria afastado o casal quando descobriu a gravidez no dia 27 do mesmo mês.

Em 7 de janeiro, o rapaz soube por um familiar que sua namorada estava internada em um hospital de Cali por um suposto “estado crítico de saúde” e “malformações do bebê”, mas ela teve alta no dia de 21.

Foi quando entrou em ação uma instituição que sarcasticamente se chama Profamilia. No dia 22 de janeiro, a instituição disse que havia feito uma avaliação psicológica da mãe que confirmava a “saúde mental” comprometida dela. Sob a justificativa de que a mulher podia cometer suicídio, a instituição, que entre outras atividades fornece "acompanhamento em aborto seguro em 24 cidades do país", levou o procedimento adiante.

Foi quando Juan P. Medina tentou acionar a justiça para impedir o aborto do filho. O caso chegou a ser divulgado na imprensa e nas redes sociais do país, mas a Profamilia realizou o aborto antes que a justiça analisasse questão. Não se sabe quando exatamente o aborto foi realizado. No dia 11 de fevereiro, o pai do menino emitiu o comunicado abaixo:

O caso escandaliza pelo estado avançado da gestação, 7 meses, e por ignorar completamente os apelos do pai da criança que queria a sua guarda.

Medina procura, agora, meios para punir os responsáveis pela morte do filho e já adiantou querer terminar seus estudos em Direito para lutar pela causa pró-vida.

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Comentários [ 7 ]

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  • P

    Paula A S

    ± 12 horas

    Que horror!! O ser humano é capaz de atos abomináveis!!! Pobre pai!!!!

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    • T

      Thais de Melo Queiroz

      ± 13 horas

      Triste demais.

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      • C

        Celito Medeiros

        ± 15 horas

        Aquela madame que já tinha dois filhos, procurou seu médico para fazer o aborto do terceiro, que era sua decisão, que não desejava colocar seu corpo em risco, que o corpo era dela e a decisão também. Seu MÉDICO então disse: Então melhor matar um de seus filhos já nascidos, não terá nenhum problema com seu corpo e o risco é apenas assassinato! Evidente que a madame se tocou pela primeira vez em sua vida o significado de um Aborto!

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        • C

          CARLOS EDUARDO RUIZ TEIXEIRA

          ± 17 horas

          pra quem achou absurdo, pesquisem sobre a Planned Parenthood, nos EUA, que faz dezenas de milhares de abortos POR ANO

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          • C

            Carlos Eduardo

            ± 17 horas

            E qual a diferença para o corpo dessa moça em parir ou abortar um bebê de 7 meses?

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            • C

              Carlos Eduardo

              ± 17 horas

              E como se faz um aborto de um bebê de 7 meses, com ossos e tecidos totalmente formados, e absolutamente viável? O procedimento foi intrauterino? A pergunta é porque se tirou fora do útero para matar, é homicídio.

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              • A

                Antoniel Souza Ribeiro da Silva Júnior

                ± 17 horas

                Sem palavras para bestialidade humana. Um homicídio legalizado. Uma cusparada no pai que assistiu , impotente, matarem seu filho com a chancela do Estado. A dor é inominável. 7 meses !

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