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Sociedade

Como as pautas identitárias estão se tornando a nova religião de um mundo sem Deus

  • 11/08/2020 22:28
Bandeira do movimento LGBT na catedral anglicana de Peterborough, em Cambridgeshire, Reino Unido
Bandeira do movimento LGBT na catedral anglicana de Peterborough, em Cambridgeshire, Reino Unido| Foto: BigStock

Ninguém consegue viver sem acreditar em alguma coisa. Quando escolhemos priorizar o trabalho à família, quando nos engajamos em um grupo que distribui máscaras e álcool gel entre moradores de rua, quando acordamos mais cedo para ir à igreja ou quando “cancelamos” alguém na internet, estamos manifestando nossas crenças no que é bom ou mau, importante ou irrelevante, justo ou injusto.

Para navegar entre estes pólos - nem sempre tão precisos - nos apoiamos em tradições, ideias, histórias e informações costuradas de forma a constituir o que entendemos por “visão de mundo”. É a este mesmo conjunto de crenças ao qual costumamos recorrer quando confrontados com perguntas que dizem respeito à natureza humana ou à própria existência. Impelidos a encontrar, partilhar e, por fim, atuar de acordo com as respostas que consideramos mais convincentes ou convenientes, formamos grupos capazes de decidir, enfim, qual é o “jeito certo” de viver.

Por tudo isso, “não existe nenhuma raça ou tribo de que haja registro que não tenha tido algum tipo de religião”, como registra “O Livro das Religiões” de Jostein Gaarder, Henry Notaker e Victor Hellern. Foram as religiões, afinal, as pioneiras a responder tais questões à sua maneira e, principalmente, dar às sociedades a bússola moral capaz de unir organizar a vida em comum. Não é de hoje, entretanto, que confiança nas instituições responsáveis por sistematizar e, por vezes, dar alguma hierarquia as estas crenças está em franco decréscimo - um longo processo que remonta às primeiras fagulhas do Renascimento, passando pela Revolução Francesa, pelo implacável século XX e pela Revolução Digital ainda em curso.

Uma pesquisa de 2018 do Pew Research Center aponta que, pelo menos 40% dos millenials (nascidos entre 1985 e 1995) não têm religião. No Brasil, ainda que o avanço dos evangélicos seja bastante representativo, a tendência é a mesma: de acordo com uma pesquisa da socióloga Silvia Fernandes, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), a desvinculação religiosa entre os jovens de 15 a 29 anos é maior do que a adesão ao pentecostalismo.

Curiosamente, o mesmo centro de pesquisas dos Estados Unidos que aponta o forte declínio da religiosidade “tradicional” entre os imigrantes e nativos digitais afirma que, no fim das contas, os donos do próximo século se dizem cada vez mais “espiritualizados” - mais de 70% dos americanos diz acreditar em “alguma coisa”. “No fim das contas, as pessoas não creem menos ou não creem em nada, elas só mudaram o objeto de crença. Pode-se dizer que a quantidade de ‘fé’ que existe no mundo é estática, ela apenas se reacomoda”, explica Gabriel Ferreira, doutor em Filosofia e professor da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).

Evangelho da Justiça Social

É sobre estas novas formas de religiosidade que pautam a vida pós-moderna que americana Tara Isabella Burton, doutora em teologia pela Universidade de Oxford, escreve em seu novo livro “Strange Rites: New Religions to a Godless World”, ainda sem tradução no Brasil.

A obra se debruça sobre os diversos ingredientes que compõem a religiosidade moderna - incluindo o amplo acesso à internet, a recusa às autoridades e sistemas pré-estabelecidos, a emergência da cultura dos fã-clubes e a primazia da experiência individual - e descreve alguns dos principais sistemas de crença que, nas palavras da autora, tornam o mundo secularizado “não tão secular assim”: das “energias cósmicas” à bruxaria moderna.

A este caldeirão, Burton acrescenta o que chama de “Evangelho da Justiça Social”, traduzido no ativismo crescente em favor das chamadas “pautas identitárias”: contra o machismo, o racismo e a homofobia, para ficar nos exemplos mais populares. "Os que a chamam assim, tradicionalmente, o fazem de modo pejorativo", escreve a autora. "Mas não percebem o quão certos estão. A justiça social é uma religião e - como qualquer outra - seu potencial para fornecer significado e fanatismo está interligado", defende Burton, para quem a busca por sentido através do envolvimento na luta identitária está “reencantando um mundo sem Deus".

Cabe fazer a distinção, portanto, do que se entende por religião, termo oriundo do latim “religare” que trata da reconexão do homem com o divino. Por este prisma, falar em “religiões seculares” ou mesmo políticas, sem a experiência com o transcendente, seria impossível.

Foi o sociólogo Émile Durkheim, contudo, quem propôs a análise da religião como um "sistema unificado de crenças e práticas” capaz de unir uma comunidade através da moral - sem que haja, necessariamente, um ou mais deuses, energias ou uma “vida após a morte” envolvidos. Do ponto de vista comportamental e sociológico, portanto, a afirmação faz sentido.

"Na ausência de noções transcendentes da alma, de uma verdade universal conhecível ou de um fundamento objetivo do ser, a justiça social fornece uma estrutura coerente sobre por que e como nossas experiências pessoais são “autoritativas”. E conseguiu galvanizar uma comunidade moral - uma igreja - por meio de sua ideologia e de seus rituais de purificação e renovação. Se a justiça social é realmente a nova religião civil da América - ou, pelo menos, uma delas -, essa afirmação é justa”, defende Burton, que associa o engajamento em movimentos como o #MeToo, o Black Lives Matter e as pautas LGBT à uma ‘cosmovisão’ na qual o Mal é, precisamente, tudo o que oprime ou diferencia as pessoas com base na identidade.

Mal x Bem

A qualquer grupo religioso, de fato, é necessária uma distinção de valores. Na avaliação do físico e comentarista político americano James Lindsay, para o “justiceiro”, o Mal é “qualquer coisa que pode, possivelmente, produzir a opressão - mesmo que de forma abstrata”. “É tudo na forma em que pensamos, falamos, agimos organizamos nossas leis e instituições e que fazemos política que possa produzir resultados negativos por conta de suas identidades”, afirma o estudioso.

O Bem, por consequência, a destruição de todos estes sistemas - a sociedade cristã branca, capitalista e patriarcal - , com objetivo de promover a igualdade. “É como se a construção dessas ‘estruturas’ fosse o que para o Cristianismo foi o episódio da Queda”, compara Gabriel Ferreira. O que confere ao dito “novo Evangelho” sua própria construção mitológica.

“Reconhecer que determinada história funciona como um mito não significa dizer que ela é mentirosa”, explica o historiador Rodrigo Coppe Caldeira, doutor em Ciência da Religião pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas). “Uma narrativa é mitológica porque fornece uma explicação para o mundo de forma organizada. Há heróis, inimigos e salvação. Há um fio condutor, uma construção de verdade e um objetivo final”, diz Caldeira. O potencial nocivo do mito se encontra, precisamente, na busca desmedida do “zelota” - aquele que “zela” - por proteger a história de qualquer contestação. “Por mais que haja verdade em uma interpretação do mundo, ela não dá conta de tudo”, reforça o historiador.

A própria Burton reconhece que a teologia da Justiça Social prevê tratamentos distintos para seus praticantes ao chamar os marginalizados ao amor próprio e os privilegiados à auto-negação - a purificação - ainda que nada disso esteja atrelado à ideia de alma. "Para a antropologia da justiça social, nossas várias identidades - nossa raça, gênero e orientação sexual - formam o que somos. Há poucas - se houver - experiências humanas universais ou aquilo que, em um contexto teológico, chamamos de alma - algo inato a todos os seres humanos que transcende suas identidades sociais específicas", escreve a teóloga.

Daí a justificativa para que, dos ditos opressores, seja exigida a “desconstrução”, cujo resultado é a conclusão de que não seriam absolutamente nada sem as estruturas que lhes legaram o status de homem, heterossexual, cisgênero, branco e assim por diante, ao passo que os historicamente oprimidos - mulheres, negros, gays - devem aprender a amar e valorizar suas identidades.

“Falando de sua própria doutrina, Karl Marx dizia que quem nasceu na burguesia e quisesse tomar parte na luta revolucionária deveria cometer suicídio de classe”, explica Márcio Tavares D’Amaral, professor emérito de Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). “A renúncia ao que se entende por Mal é um rito análogo ao religioso: tal como se faz no batismo e na Crisma cristãos, você renuncia a Satanás”, completa.

Reino de Deus sem Deus

No limite, esta nova forma de redenção esbarra em limites físicos, biológicos e outras particularidades humanas. “Há algum nível de predestinação nesta proposta ‘salvífica’: um homem branco, heterossexual, cisgênero, de classe média etc, nunca deixará de sê-lo por completo. Não à toa quem é identificado como opressor nunca pode parar de pedir desculpas”, avalia Ferreira.

Temperada pelo fanatismo, a crença de que determinados grupos usufruem de maior respeito em determinadas situações e momentos históricos se transforma em tirania. “Pode-se afirmar que mulheres, negros e LGBTs sofreram ao longo da história sem reduzir toda condição humana a estes fatores. Lembremo-nos que o biologismo levou à escravidão e à perseguição aos judeus, ao passo que o sociologismo ignora diferenças genéticas, psicológicas, contextos locais, etc”, acrescenta o historiador Rodrigo Coppe.

Para quem encara a busca por justiça de forma análoga à prática religiosa, a conversão íntima, na maioria dos casos, não basta: a nova fé há que ser manifestada em público - seja na forma de hashtags, posts combinados no Instagram ou avatares de Facebook repletos do símbolo do feminino, o arco-íris LGBT, a bandeira da Antifa ou o punho negro de Black Lives Matter. Eis o aspecto simbólico e ritualístico do evangelho da justiça.

“Um rito religioso, além de remeter à narrativa mitológica e suscitar a reafirmação da crença, evoca uma transformação da realidade: se faço um trabalho em um terreiro ou vou ao culto, acredito que isso, de alguma forma, terá efeito sobre a vida real. É a mesma função psicológica de convocar seus ‘irmãos’ para cancelar alguém na internet ou participar de um protesto”, diz Ferreira.

Para D’Amaral, a transferência destes hábitos religiosos para a arena da internet é efeito da fé secularizada: “desde o fim do Renascimento, houve um ‘acordo’ para que a religião não invadisse o espaço público e vice-versa. Em outras palavras, você não precisa ter a religião do rei: basta que o faça dentro de casa. Contudo, chegada do universo religioso no espaço público fez com que certas formações culturais ideológicas adotassem os elementos religiosos não-transcendentes”, explica. A ausência do elemento transcendente acaba por aproximar a religião dos justiceiros da identidade de seus predecessores marxistas, inclusive, na busca por um “paraíso terrestre”.

“O marxismo não é religioso, mas tem uma religiosidade implícita - uma crença não científica de que um dia a perfeição vai se instalar entre os homens. É como se fosse a chegada do Reino de Deus, só que sem Deus”, lembra D’Amaral.

Trata-se, portanto, de uma substituição de utopias: "O novo mundo que inevitavelmente surgirá das cinzas da sociedade patriarcal, racista, homofóbica, repressiva e cristã será infinitamente melhor, mais justo e mais cheio de amor do que tudo o que já existiu", define Burton. Resta, contudo, definir de que instituições, leis e políticas será feito este novo mundo, onde tudo o que importa, ao invés da vida humana enquanto fim em si mesmo, é uma lista bem enumerada de condições que flutua ao sabor dos tempos, da moda e, claro, de quem estiver no poder.

Fundamentalismo

A análise justa dos que buscam a justiça, entretanto, ajuda a diferenciar o fiel do fundamentalista. “É preciso diferenciar, por exemplo, quem se engaja em uma causa social e lhe atribui um valor transcendente, tornando-se um fanático, e quem, ao contrário, busca a justiça como resultado de sua fé”, avalia a teóloga Maria Clara Bingemer, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

“Os que abraçaram a Teologia da Libertação por razões políticas, por exemplo, ficaram desolados diante da Queda do Muro de Berlim, enquanto os cristãos que serviam nas comunidades de base por um compromisso religioso com os pobres não se abalaram”, lembra a especialista. Ela defende que, aparados os excessos, o “evangelho da Justiça” pode, de fato, ‘encantar’. “Engajar-se em uma causa dá uma espinha dorsal à vida e à própria existência. É uma forma de sair da superficialidade das relações - um dos grandes benefícios da prática religiosa”, explica.

Autodeclarado de esquerda, o pesquisador James Lindsay também reconhece o potencial positivo do engajamento social. “Há religiões que olham para baixo e há as que olham para cima”, define. “Sempre que a fé fica obcecada com o que está embaixo - com o quão más as pessoas são e quão graves são os problemas - descamba em caça às bruxas. O princípio se aplica ao cristianismo, ao islamismo, ao budismo ou a qualquer sistema de crenças que as pessoas decidam adotar”, avalia.

Para a elaboração de políticas públicas, propostas educativas e culturais que efetivamente ataquem a causa do problema, o “truque”, para ele, é não perder o objetivo de vista. “Digo que não gosto dos ‘justiceiros’ porque sou a favor da justiça. É verdade que nós não ouvimos direito pessoas que pertencem a certas categorias de identidade e isso lhes causou muito sofrimento de formas que não eram necessárias, mas recorrer à narrativa mitológica é um atalho que acaba por impossibilitar a resolução do problema. É como culpar o diabo por tudo o que há de errado, desconsiderando o próprio princípio do livre arbítrio”.

Muito, muito antes de o Twitter se transformar na arena pública na qual justiceiros de todas as causas desfilam suas virtudes, afinal, o príncipe atormentado emergido da pena do Bardo avisava: “Se tratarmos as pessoas como merecem, nenhuma escapa ao chicote”.

43 COMENTÁRIOSDeixe sua opinião
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Comentários [ 43 ]

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  • E

    Edmea

    ± 4 dias

    A primeira criatura humana que habitou a Terra ja trouxe no íntimo de seu coração o sentimento da existência da divindade. O Homem sabe, nstintivamente , que acima de si mesmo ha uma inteligencia maior. Deus habita em cada ser humano e em toda a Criação. O apogeu desse sentimento veio com o Cristo, o Verbo ( a Essência ) que se fez carne e nos trouxe o Evangelho do Amor. Pobre a juventude que foi negligenciada pelos pais no conhecimento do Evangelho, ainda hoje insuperável como fonte educacional. Nao prevalecerá a Humanidade sem esse Amor.

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    • L

      Lore C . Valent

      ± 5 dias

      Esperar a perfeição... o "paraíso na terra", consequência (insana) do marxismo, é mais do que utopia. É insanidade. Inacreditável que ainda há criaturas que ainda acreditam nisso - após os mais de cem milhões de mortos, vítimas dessa macabra "perfeição". Nem vou mencionar essa falácia de Deus sem Deus! É muita ignorância mesmo...

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      • L

        Luis Augusto Lanzarini

        ± 5 dias

        Jordan Peterson, diz em um de seus livros, que o niilismo foi a causa maior da 1* grande guerra, que segundos historiadores, foi a causa da 2 * grande guerra.

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        • M

          Maquiavel

          ± 5 dias

          Será que na hora em que o helicóptero está caindo, o ateu não diz: Deus me salve por favor!

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          • C

            Claudia Aguiar de Siqueira

            ± 5 dias

            Brilhante artigo. A variante brasileira da frase final é do magistral Nelson Rodrigues: "se as pessoas soubessem detalhes da vida sexual umas das outras, ninguém falaria mais com ninguém". E Jesus já encerrou essa questão: atire a primeira pedra quem nunca pecou.

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            1 Respostas
            • T

              Thais de Melo Queiroz

              ± 5 dias

              Falou tudo, Claudia!

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            Claudia Aguiar de Siqueira

            ± 5 dias

            Brilhante artigo. A variante brasileira da frase final é do magistral Nelson Rodrigues: "se as pessoas soubessem detalhes da vida sexual umas das outras, ninguém falaria mais com ninguém". E Jesus já encerrou essa questão: atire a primeira pedra quem nunca pecou.

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            • J

              João

              ± 5 dias

              Com ou sem religião, a porta sempre foi estreita.

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                Jean Philipe Maia Couto Spier

                ± 5 dias

                Excelente Artigo!!! muito bem escrito!!!

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                • J

                  Júlio Lins

                  ± 6 dias

                  Concordo também, mas a galera da direita têm o seu deus, um cristianismo político conservador, pautas conservadoras, defesa da família, reacionarismo etc. Se for analisar com atenção, são diferentes do evangelho bíblico.

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                    João Rodrigo de Souza Uzzum

                    ± 6 dias

                    Excelente artigo!

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                      LEONARDO RIBAS GOMES

                      ± 6 dias

                      Esse texto é uma falácia. Começa tentando afirmar que todos "acreditam" em alguma coisa. Negativo. Existe uma diferença fundamental em acreditar que o mar esta na sua frente ao pisar na areia da praia, e imaginar que um amigo imaginario existe, criou tudo, e olha pra voce o tempo inteiro. kkkkk Beira o ridiculo esse desespero de tentar impor seus dogmas e costumes sobre toda sociedade. Quem não acredita no amigo imaginario, não precisa viver de acordo com suas regras.

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                      • M

                        Maquiavel

                        ± 6 dias

                        Tem ateu que deve gritar na hora que o avião ou helicóptero está caindo: Deus me ajude!

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                      • C

                        Clayton

                        ± 6 dias

                        A fé é humana. A questão é que você tem que ter alguma fé, não há como ter prova científica de tudo, os números não dão conta de toda a realidade. Assim como você ridiculariza quem compreende que Deus existe (não se trata necessariamente de fé), posso levantar a crítica de que você é ingênuo por CRER, ter fé, no vazio e apostar no nada após a morte, em troca de uma liberdade que é ilusória.

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                      • S

                        Senor Rodriguez

                        ± 6 dias

                        Procure sua essência Leonardo. Nenhuma civilização relevante na história abdicou da dimensão religiosa. Nenhuma. Não será agora que neo ateus de internet farão isso mudar. Algo de grandioso há. Pense na transcendentalidade.

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                    • J

                      JP

                      ± 6 dias

                      A todos que me criticam ideologicamente apenas informo que faço uma leitura estatística dos fatos. Quanto mais desenvolvido o país menos crédula a sociedade é. Quer pensar diferente? Esteja à vontade, apenas não violente a matemática estatística. Em tempo, essa leitura estatística não é só minha, é de todos os estudiosos de estatística comportamental e social. Brigar com números nunca é aconselhável.

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                      • M

                        Marina

                        ± 6 dias

                        Então concordamos que vocÊ tem uma religião, chama-se cientificismo. Tem um texto bom do Gordon aqui na Gazeta sobre isso.

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                      • J

                        JP

                        ± 6 dias

                        Qual crença? A que eu tenho na ciência? Não tenho outra.

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                      • M

                        Marina

                        ± 6 dias

                        Agora só para divertimento: por isso que quem opera na bolsa por estatísticas fica rico super fácil, não é mesmo? Números nunca mentem, nem enganam. Não são manipuláveis para atender à sua crença...

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                      • M

                        Marina

                        ± 6 dias

                        Eu sugeriria um adicional á pesquisa estatística: pegue esses mesmos países, estude os princípios que estruturam as sociedades: quantos desses princípios vieram do cristianismo? A cultura ocidental que se desenvolveu sob a influência marcante da tradição cristã.

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                      • A

                        André

                        ± 6 dias

                        "Pois mais fácil é passar um camelo pelo fundo de uma agulha, do que entrar um rico no reino de Deus." (Lucas 18:24-25) É obvio que as sociedades mais desenvolvidas são menos crédulas. Mas não é pelo conhecimento, é por não terem as mesmas mazelas da população de um país subdesenvolvido. O pobre pede a Deus para ser atendido. O rico compra o que precisa. Simples assim. E está na Bíblia, acima de tudo. O conhecimento não acaba com a fé. E o texto fala exatamente sobre isso. A questão é que se você não coloca a fé em Deus, coloca a fé nos homens. E também está na Bíblia sobre o quão errado é isso. Mas crer ou não em Deus é uma escolha.

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                      • A

                        André

                        ± 6 dias

                        "Pois mais fácil é passar um camelo pelo fundo de uma agulha, do que entrar um rico no reino de Deus." (Lucas 18:24-25) É obvio que as sociedades mais desenvolvidas são menos crédulas. Mas não é pelo conhecimento, é por não terem as mesmas mazelas da população de um país subdesenvolvido. O pobre pede a Deus para ser atendido. O rico compra o que precisa. Simples assim. E está na Bíblia, acima de tudo. O conhecimento não acaba com a fé. E o texto fala exatamente sobre isso. A questão é que se você não coloca a fé em Deus, coloca a fé nos homens. E também está na Bíblia sobre o quão errado é isso. Mas crer ou não em Deus é uma escolha.

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                    • D

                      Dylan Rees

                      ± 6 dias

                      E outro aspecto ainda, a mutação destes "fés" é constante -adequado para esta época de virus dominante.

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                      • S

                        Senor Rodriguez

                        ± 6 dias

                        Nenhuma civilização relevante na História abdicou da dimensão espiritual, da transcendentalidade. Nenhuma. Nenhuma. Algo há.

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                    • D

                      Dylan Rees

                      ± 6 dias

                      E tem um aspecto adicional: estas "religiões" são consumidas assim como se consome assim como se consome um óculos de sol, um baton, um grife. São construídos para este mundo transitório, variável, do consumo.

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                      • J

                        Jose Roberto Koche Pontin

                        ± 6 dias

                        Se Deus não existisse teríamos que inventar um Deus já diria Voltaire , ou como diria Ivan karamazov “ se Deus não existe então tudo é permitido “ . O que à esquerda faz é construir um Deus moldado nas suas pautas de gênero , aborto , feminismo etc . Mas o Deus verdadeiro não permite ajustes. É o Deus bíblico , que não se contradiz do gêneses as revelações de São João . Essa retórica marxista não se sustenta. Deus é o que é e sempre foi . Malabarismos intelectualoides de nada servirão no dia do julgamento. Só restará a misteriosa e suprema misericórdia divina para a turba marxista demoníaca

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                        • C

                          Clístenes Pinheiro

                          ± 6 dias

                          Excelente análise. Parabéns!!!

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                          • M

                            Marina

                            ± 6 dias

                            Parabéns! Um dos melhores textos que já li aqui! Maravilhoso!

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                              João Teixeira Pires

                              ± 6 dias

                              O ateísmo parece encontrar nessas pautas identitárias seus "deuses terrenos". Talvez isso explique existir ainda quem defenda e venere um cidadão como Lula, ignorando seus mal-feitos como se ele fosse um Deus, que tudo poderia fazer em defesa dos pobres e oprimidos. Pobre sim é uma sociedade que abdica da espiritualidade, atribuindo valor apenas ao que se faz aqui, nesta nossa efêmera passagem na Terra.

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                                FRANCIELY

                                ± 6 dias

                                Nenhuma filosofia ou pseudo teoria substituirá a religião. A falta de Deus será sentida por essa geração, que será retratada como a mais vazia e menos produtiva de todos os tempos.

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                                  Karein

                                  ± 6 dias

                                  Socorro, estão distorcendo conceitos e noções básicas. Religiosidade e espiritualidade nao tem a ver com a ideologia da identidade do gênero!!!

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                                  • M

                                    Marina

                                    ± 6 dias

                                    Um exemplo concreto: origem do movimento feminista socialista. Fé na comunidade para produzir uma nova harmonia para a feminilidade. Redenção num novo arranjo sócio-econômico, onde o Estado proverá as condições igualitárias para que a mulher viva a plenitude. Origem do mal: consciências adormecidas sobre a luta entre homens e mulheres, em que o sexo (ou gênero) desempenha o papel de opressor e o outro, de oprimido.

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                                    Marina

                                    ± 6 dias

                                    Os conceitos não são confundidos. Se você reparar, bebem das fontes acadêmicas pertinentes. Ela só mostrou como toda ideologia se fundamenta no ato de isolar um elemento da totalidade, elevando-o acima do resto e fazendo com que esta orbite em torno desse elemento e o sirva. Essa ideia é um ídolo, um Deus. Há uma origem da desordem e uma ideia de redenção. Fé, origem do mal, redenção... religioso, não?

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                                  • E

                                    Edgoski

                                    ± 6 dias

                                    Não se assuste, matérias como essa tem mesmo essa finalidade, distorcer conceitos e misturar coisas que não tem nada haver uma com a outra. Não acredito que seja por simples ignorância que matérias como essa são publicadas, mas com intenção mesmo de confundir as pessoas. Afinal é difícil argumentar contra algo sem lógica ou que envolva religião, afinal existem ainda diversas religiões. Então todas estão certas ou todas estão erradas? Não tem resposta pra essa pergunta, pois é questão de fé. E fé cada um tem a sua. Já a ideologia de gênero se baseia em algo concreto e no respeito às diferenças. Mas talvez a religião de certas pessoas não seja construída focada no respeito, mas sim no egoísmo.

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                                  Alvaro Mendes

                                  ± 6 dias

                                  Excelente artigo! Dos melhores lidos aqui.

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                                    JP

                                    ± 6 dias

                                    O declínio de crenças em seres mitológicos não tem nada a ver com pautas identitárias. Tem a ver com a elevação do nível de educação formal de cada sociedade. A maior educação induz ao pensamento lógico onde o misticismo e a crendice encontra pouco suporte. Ao mesmo tempo eleva o nível de tolerância e de confiança entre os membros da sociedade. Portanto descrença no deus e pautas identitárias são resultados simultâneos do incremento educacional. Ocorrem juntos mas não são consequência uma da outra. Há de se distinguir.

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                                    • M

                                      Maquiavel

                                      ± 6 dias

                                      Tem gente que acredita no coronavírus kkkk

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                                    • M

                                      Marina

                                      ± 6 dias

                                      No Brasil, já há muito tempo, mulheres recebem a mesma educação formal que os homens. Como explicar a violência de gênero endêmica? Houve aumento do nível de tolerância? O suposto purismo metodológico do "pensamento lógico" já foi derrubado há bastante tempo, porque ele não existe: todos partem de algum pressuposto não demonstrável. Aí falham na resposta: educação formal não está resolvendo.

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                                    • M

                                      Marina

                                      ± 6 dias

                                      Vamos fazer um exercício com seu raciocínio, JP, aplicado ao feminismo. Essa sua tese de solução pela educação formal era a tese da fundadora do feminismo, Mary Wollstonecraft (A reivindicação dos direitos das mulheres), em 1792. Aliás, essa sua fala é o próprio credo da Revolução Francesa, portanto você parou lá no século XVIII. Wollstonecraft tinha a crença iluminista nos plenos poderes da razão humana de amenizar as diferenças entre homens e mulheres pela educação igualitária. A fé na razão humana. A redenção no fortalecimento da mente feminina. Origem do mal na ignorância acerca da condição feminina. Fé, redenção, origem do mal... lembra de alguma coisa? Construção religiosa?

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                                    • J

                                      João Teixeira Pires

                                      ± 6 dias

                                      O incremento educacional leva à descrença em Deus? Justamente o contrário: o verdadeiro incremento educacional "amplo sensu", envolvendo valores, princípios e ética encontra o verdadeiro espaço e significado da espiritualidade, caracterizada pela energia transcendental de Deus.

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                                    • A

                                      André

                                      ± 6 dias

                                      Pensamento lógico? Do povo que diz que não importa se você nasceu xx ou xy e sim o que você acha que é, mesmo que você ache que é uma árvore? Bem certinho seu raciocínio mesmo... aumenta a tolerância? Do povo que sai fazendo suástica no próprio corpo para acusar o outro lado, faz falsa denúncia de violência contra a mulher para aumentar estatística e tenta esfaquear candidato à eleição? O cara nunca leu uma palavra do que Cristo ensinou e quer dizer uma ideologia induz mais a tolerância do que a religião.... depois esse povo quer ser levado à sério...

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                                    Ferdinando

                                    ± 6 dias

                                    Excelente. Profundo.

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                                      Aloísio Leoni Schmid

                                      ± 6 dias

                                      Parabéns pelo texto oportuno e muito bem escrito. Acordamos numa era estranha em que o design de um post no instagram adquire peso moral e vai preencher o vazio de quem desconhece mesmo o Sermão da Montanha.

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