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Artigo

Pais se revoltam com aulas racialistas para crianças do ensino fundamental

  • PorChristopher F. Rufo
  • City Journal
  • 21/01/2021 15:55
Numa das escolas mais ricas dos EUA, com 94% de alunos não-brancos, as crianças aprendem que o mundo se divide entre opressores e oprimidos.
Numa das escolas mais ricas dos EUA, com 94% de alunos não-brancos, as crianças aprendem que o mundo se divide entre opressores e oprimidos.| Foto: Pixabay

Uma escola de ensino fundamental de Cupertino, na Califórnia — uma comunidade do Vale do Silício onde as casas custam, em média, US$2,3 milhões — recentemente obrigou uma turma do terceiro ano a desconstruir suas identidades raciais e depois avaliarem hierarquicamente seus “poderes e privilégios”.

De acordo com documentos e denúncias de pais, um professor do terceiro ano da R.I. Meyerholz Elementary School começou a falar de “identidade social” na aula de matemática. O professor pediu aos alunos que criassem um “mapa de diversidade”, citando sua raça, classe social, gênero, religião, estrutura familiar e outras características. O professor explicou que os alunos vivem numa “cultura dominante” de “brancos de classe média, cisgêneros, esclarecidos, cristãos e anglófonos” que, de acordo com a aula, “criaram e mantiveram” essa cultura a fim de “tomar e se manter no poder”.

Depois, os alunos leram “This Book Is Antiracist” [Este livro é antirracista] e aprenderam que “os privilegiados têm poder sobre os demais” e que “pessoas que não tiram proveito de suas identidades sociais e que pertencem a uma cultura subordinada não têm privilégios nem poder”. Como exemplo, o livro diz que “um homem cis branco heterossexual, considerado bonito e anglófono, tem mais privilégios do que uma mulher negra trans”. Em alguns casos, por causa do princípio da interseccionalidade, “uma parte da gente é opressora e outra parte é oprimida”, tudo dentro de um mesmo indivíduo.

Depois de discutir isso, o professor mandou os alunos “desconstruírem” suas identidades interseccionais e “marcarem as identidades opressoras e privilegiadas” em seus mapas identitários, avaliando as características hierarquicamente. O professor ainda ordenou que os alunos escrevessem redações falando quais aspectos de suas identidades “tinham poder e privilégios” e quais não tinham. Os alunos tiveram que escrever “ao menos uma página inteira” sobre isso. Como exemplo, a apresentação incluía um parágrafo curto sobre sexualidade não-binária e transgêneros.

A aula revoltou os pais. “Ficamos chocados”, disse um dos pais que concordou em falar comigo, desde que permanecesse anônimo. “Eles estão basicamente ensinando racismo ao meu filho de oito anos de idade”. Esse pai, que por acaso é asiático-americano, reuniu um grupo de meia dúzia de famílias para reclamar do currículo da escola. O grupo foi recebido pela diretora da escola e exigiu o fim das aulas racialistas. Depois de uma conversa tensa, a administração concordou em suspender esse tipo de aula. (Respondendo ao pedido de entrevista, a diretora da escola, Jenn Lashier, disse que a aula “não fazia parte do currículo formal, e sim do processo diário de aprendizado facilitado por um professor qualificado”.)

A ameaça do racialismo

A ironia é que, apesar de ter 94% de alunos não-brancos, a Meyerholz Elementary é uma das escolas mais privilegiadas do país. A renda média em Cupertino é de US$172 mil por ano e quase 80% dos moradores têm ao menos o ensino superior completo. Na escola, onde a maioria das famílias é de origem asiática, os alunos têm notas excepcionalmente altas e a escola costuma figurar entre as primeiras no ranking das escolas de ensino fundamental do estado. Em resumo, ninguém na escola é oprimido e os pais dos alunos sabem que ensinar interseccionalidade no lugar de matemática é uma perda de tempo — e algo potencialmente perigoso.

Um pai me disse que o racialismo lembrava a Revolução Cultural chinesa. “Ela divide a sociedade entre opressores e oprimidos e, como essas identidades são inatas e as pessoas não podem mudar, a única forma de mudar é por meio da revolução violenta”, disse. “Cresci na China e aprendi isso várias vezes. O resultado é uma família destruída; O marido odeia a esposa, os filhos odeiam os pais. Acho que isso já está acontecendo aqui”.

A luta na escola reflete algo maior. Pela primeira vez, americanos de origem asiática na Costa Oeste estão se mobilizando politicamente. Em 2019, eles deram início a uma campanha bem-sucedida contra as ações afirmativas no estado de Washington. Em 2020, uma campanha semelhante foi realizada na Califórnia e obteve uma impressionante vitória por 57% a 43%. Em ambos os casos, eles defendiam os princípios da meritocracia, direitos individuais e igualdade jurídica — e, assim, derrotaram uma supercoalizão de políticos, ativistas, universidades, imprensa e empresas progressistas.

Há muita coisa em jogo para a comunidade de norte-americanos de origem asiática. Para os progressistas que insistem na narrativa da “supremacia branca” ou do “racismo sistêmico”, os asiáticos-americanos são uma “minoria inconveniente”: eles geralmente se saem menor do que os demais grupos raciais, inclusive os brancos, em termos de realização acadêmica, matrícula nas universidades, renda familiar, estabilidade e outros elementos importantes. As ações afirmativas e outros programas baseados no racialismo prejudicaria a entrada deles nas universidades e seu futuro.

Na Meyerholz Elementary, as famílias de origem asiática estão em alerta para sinais do racialismo na sala de aula. Desde sua vitória inicial, eles têm cogitado fazer campanha contra o conselho da escola. “Consideramos alguns dos membros do conselho da escola como ativistas raciais, e eles têm de sair”, disse um pai. O sequestro das instituições públicas por progressistas obcecados por raça e privilégios merece encontrar oposição em todos os níveis. Os pais de Cupertino acabaram de entrar para essa luta.

Christopher F. Rufo é editor do City Journal e diretor do Discovery Institute’s Center on Wealth & Poverty.

© 2021 City Journal. Publicado com permissão. Original em inglês
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Comentários [ 25 ]

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  • J

    José Flavio

    ± 0 minutos

    A legislação sobre racismo bem como o Estatuto da "Igualdade Racial" estão em debate neste momento na Câmara dos Deputados. Fora criada comissão de juristas com composição integral de negros. Surreal! O "lugar de cale-se" digo "lugar de fala" chegou na Casa do Povo.... Precisamos reagir!

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    • M

      Mauro Alexandre Pereira de Almeida

      25/01/2021 22:02:04

      '' Você diz. A é branco B é negro. É uma questão de cor. O mais claro tem o direito de escravizar o mais escuro? Tome cuidado. Por esse critério você está sujeito a ser escravo primeiro homem que encontrar com a pele mais clara que a sua.'' Abraham Lincoln, preparando seus argumentos contra a escravidão.

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      • T

        TIAGO

        24/01/2021 11:42:56

        É melhor viver só com animais do que com gente cagadora de regra.

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        • T

          Thiago

          23/01/2021 10:47:33

          Lá o totalitarismo da supremacia racial negra, e do resto da Terceira Onda Feminista acaba de ser respaldado pelas urnas (com ou sem fraude, pouco importa). É a pior hora pra descobrir que a agua é molhada, mas antes tarde do que nunca. Aqui estamos dentro da janela de oportunidade para garantir uma eleição limpa, sem censura a candidatos nem fraude. Com mecanismos que impeçam a justiça eleitoral de boicotar candidato em favor desta ideologia. Ajudaria à causa conservadora/liberal estender que existe comunista no Brasil desde que existe comunismo no mundo e sempre existirá. Nem as saúvas acabaram com o Brasil nem os comunistas. O racialismo é outro bicho.

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          2 Respostas
          • T

            Thiago

            25/01/2021 10:21:37

            Sim, tem q retroceder. Desmontar a máquina ideológica de supremacia racial negra que começou durante FHC. O ponto de inflexão é a lei anti-racismo. Ñ ela toda, apenas o dispositivo que torna crime a manifestação de certas idéias e símbolos. Seguindo o princípio torpe de "só X defende a liberdade de expressão de X" acharam que estava bem censurar racistas. Burrice! Pq depois que aceitamos que é justo amordaçar quem é X, esse X vira um rótulo que cola em qualquer pessoa. Hoje o Mov. Negro controla o rótulo e todos que ñ apoiam a supremacia racial negra passaram a ser "racistas". SOMOS TODOS RACISTAS por tanto criminosos. Dai vamos a monstros, marcados para extermínio. 2 anos pra mudar de rumo

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          • F

            fernanda ribeiro

            23/01/2021 22:06:39

            Aqui tem q retroceder, finalizar as políticas racialistas q já estão entre nós enquanto esse governo Bolsonaro está aí! E não são poucas. Deveria ser revisto o conceito ideológico de população negra, q foi instituído por lei ordinária(lei 12238/2010) e hj inclui os pardos e pretos.Os pardos já se manifestaram oficialmente (em audiência pública no STF sobre cotas raciais), através de Movimento social deles, q não são negros. Fora cobrar a observância dos prazos finais para cotas raciais(todas as leis têm prazos finais,mas o movimento negro é mobilizadíssimo pela manutenção, prorrogação e até aumento dos percentuais atuais).Contra as cotas, hj (no passado já houve) não vejo ação alguma.

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        • M

          Maria Maciel

          23/01/2021 10:27:56

          Houve um erro na tradução ao dizer que os descendentes de asiáticos se saem menor em diversas atividades. É exatamente o contrário. Quanto ao artigo acho interessante saber que essas ideologias estão em toda parte. Os pais devem redobrar a atenção nas escolas dos seus filhos.

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          • J

            José Valter Cipolla Aristides

            23/01/2021 10:08:41

            "Os negros apresentam suas armas As costas marcadas, as mãos calejadas e a esperteza que só tem quem tá cansado de apanhar". Letra da música "Selvagem", Paralamas do sucesso.

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            • J

              Jorge

              22/01/2021 22:51:04

              Essa escola descreveu o Brasil. O racismo, cultura, formação social, etc...

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              • G

                Giba12

                22/01/2021 20:32:56

                Isso é pura inveja e vitimismo embalado numa retórica nauseante no discurso do invertebrado gasoso. E "o Manual do Cara de Pau" mais vivo do que nunca. Quem leu, entenderá.

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                • J

                  José Flavio

                  23/01/2021 0:22:23

                  "Política identitária é a politização do ressentimento"

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              • M

                Marlon Nadal

                22/01/2021 19:49:00

                Esse professor, assim como TODO O ESQUERDISTA, traz consigo um CARÁTER FRÁGIL e uma personalidade marcada pelo RECALQUE.

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                • C

                  Celso Arruda Salomé

                  22/01/2021 14:40:16

                  Califórnia, estado mais rico da América, antro de comunistas. Cadê a igualdade pregada?

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                  • Y

                    Yuri

                    22/01/2021 14:34:51

                    Isso é doença mental.

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                    • L

                      Leticia

                      22/01/2021 13:52:58

                      Em uma aula de matemática, deve-se aprender matemática. Os valores aprendemos em casa e reforçamos na sociedade. Ao demonstrar aos alunos que possuem mais privilégios que outros, este professor está criando futuros adultos ignorantes e xenofóbicos. Da mesma forma que a esquerda faz atualmente, nas escolas aplicam apenas a sua política considerada mais "correta" do que as outras, excluindo aqueles que possuem ideais diferentes.

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                      • R

                        Ricardo Kurz dos Santos

                        22/01/2021 12:31:00

                        Sou filho de pai nordestino e mãe descendente de pais alemães, na minha origem tem de tudo, de índio e holandês a russos, nasci pobre, comi o pão que o Diabo amassou, mas estudei, ralei, sofri muito e hoje tenho condições melhores, só consegui isso devido a meritocracia, se eu me visse como pobre oprimido teria virado bêbado e um fracassado, o racismo hoje é uma criação das ideologias com um fim bem específico, o controle comunista.

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                        • F

                          fernanda ribeiro

                          22/01/2021 16:50:24

                          E se existe racismo estrutural no Brasil ele se refere literalmente a estrutura do país, é racismo geográfico(regional): Centro-Sul e Norte-Nordeste, que acaba refletindo em desigualdades por cor/raça, já que há predominância dos habitantes dessas regiões pardo/preto e branco. Quando se pega os números fica nítido: por exemplo: maioria dos "ricos" no Nordeste são pardos, maioria dos "pobres" no Sul são brancos. Falar de racismo estrutural no Brasil por cor/raça é uma lenda, que está pegando. O racismo aí é episódico, e para isso existe lei penal. As desigualdades regionais se resolvem de outras formas, que já vigoram. Eu falo com conhecimento de causa, sou nordestina e moro no NE

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                      • J

                        José Luiz Almeida Costa

                        22/01/2021 12:05:57

                        É mais uma demonstração do declínio norte-americano. Os povos asiáticos devem estar adorando.

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                          wilmar scoz

                          22/01/2021 10:48:10

                          Está se institucionalizando o racismo e perseguição aos brancos. Um professor falando em privilégios? Em que posição estava? Os brancos porque foram criativos, trabalharam muito. nada caiu do céu. Se o problema são os brancos, então é só ir para a Africa que tudo está resolvido. Pois se lá é domínio dos negros, deve imperar a justiça, a igualdade e riqueza. Culpar os outros pelo fracasso é muito fácil. Menos inveja e ódio aos brancos.

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                          • F

                            fernanda ribeiro

                            22/01/2021 17:03:15

                            A militância omite que, por exemplo, no tráfico transatlântico de escravos as elites dominantes da África eram sócias com os brancos europeus, não vítimas. Assim como omitem que no quilombo Zumbi dos Palmares havia re-escravização, etc Vive -se aqui no Brasil, hoje, um vale-tudo de relatos e narrativas sobre a "causa negra". Tenho me impressionado

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                        • H

                          Henrique Barros

                          22/01/2021 3:49:02

                          Meu amigo, já está tudo dominado. Se é assim em uma escola de classe média alta americana, imagina no Brasil! Vai chegar o momento de tentar proibir até o uso de um crucifixo. Vão alegar "opressão".

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                          • F

                            fernanda ribeiro

                            22/01/2021 16:57:21

                            Nessas questões racialistas acho que primeiro chega lá, depois aqui. Rsrs. O livro de Demetrio Magnoli, Uma gota de sangue - história do pensamento racial, bem o demonstra.

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                        • A

                          Ana Luiza

                          22/01/2021 1:08:40

                          Escola é o lugar que o Partido constrói para o Sindicato ensinar que as crianças devem votar neste mesmo Partido.

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                          • L

                            LSB

                            22/01/2021 1:08:31

                            Parabéns à Gazeta pela disponibilização de artigos “estrangeiros” deste nível!

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                            • F

                              fernanda ribeiro

                              22/01/2021 0:20:15

                              Tem militância aqui no Brasil igualmente obcecada por questões racialistas. Em plena atuação. E seguem manipulando estatísticas. Há alguns anos o estatuto da igualdade racial reuniu pardos e pretos, categorias de autodeclaração do IBGE, na "população negra". Notei que alguns ativistas e militantes na mesma fala/texto ora levantam estatísticas de negros, ora de pretos, como se fossem o mesmo. E o fazem conforme mais conveniente ao argumento. A inclusão de pardos (mestiços!!) como negros aqui no Brasil já é fraude estatística por si só, mas a manipulação discursiva sobre isso acho estarrecedora.

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