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Frases da semana: “Leandro Narloch é um sujeito perigoso, um negacionista histórico”
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“Para quem quiser entender quem é Leandro Narloch. Um sujeito perigoso. Um negacionista histórico, revisionista da pior espécie, que tenta reescrever a história pra favorecer uma narrativa cretina de extrema direita” – Felipe Neto, influencer e imitador de foca, respondendo ao artigo de Leandro Narloch que falava justamente sobre essa mania de rotular e ofender, sem se dar ao trabalho de debater com elegância.

“A gente já provou que é possível lucrar com a Petrobrás, vendendo a gasolina com o preço em real. Por que depois que viramos autossuficientes em petróleo começamos a importar? Por que impor um preço internacional a um produto nacional? Isso é perda de soberania” – Lula, ex-presidiário, dando uma de João sem braço (ou seria sem dedo?) e fingindo esquecer que somente em 2014 a Petrobras deu um prejuízo de R$ 21 bilhões, seguido por outro prejuízo recorde de R$ 34 bilhões em 2015. O que esses anos têm em comum? A presidente era a estocadora de vento Dilma Rousseff.

“Vem aqui rapidão ouvir a palavra da Constituição Federal! [emoji de mãos unidas em oração]” – publicação do STF na rede social Twitter, numa tentativa de bancar o idólatra do Estado engraçadão e moderninho. Só uma dúvida: ativismo judicial é uma das prerrogativas do STF previstas na Constituição?

“Fui na cadeia dia 31/12 conversar com os meninos” – Lula, confessando que intercedeu para libertar os sequestradores de Abílio Diniz. Um desses “meninos”, o chileno Sergio Martin Olivares Urtubia, de 69 anos, matou o vigilante Victor Hugo Illanes Mena, 40 anos, em 2020, durante uma tentativa de assalto, em Santiago, capital do Chile. O vigilante assassinado tinha mulher e três filhos. Sobre esses meninos, que ficaram sem pai, Lula não proferiu uma palavra.

“Tenho pavor dessa expressão ‘temer a Deus’... temer não é ter medo? Eu vou ter medo de Deus pq se ele é bom? Então eu vou cumprir a bíblia pq eu tenho medo de Deus e do que pode acontecer comigo caso eu não siga essas regras que tão me falando aqui?” – Anitta, funkeira e dublê de teóloga. É até curioso acompanhar os neurônios da Anitta tentando formar um pensamento coerente — e falhando miseravelmente. Mas talvez valha a pena aproveitar a oportunidade para ensinar a Anitta que o temor nada mais é do que respeito.

“No governo do PT a Petrobras era uma solução e não um problema” – Emir Sader, sociólogo filiado ao PT. Para saber quanto custou este elogio de Sader ao PT, você só precisa saber que o site para o qual escrevia, o Carta Maior, autointitulado “portal de esquerda”, recebeu R$ 9,1 milhões do governo Lula entre 2003 e 2013.

“A urna eletrônica é tão séria que mesmo tampando o nariz computa o voto em quem não é sério”. – Carlos Ayres Britto, ex-ministro do STF considerado poeta e intelectual pela esquerda, destilando todo o seu “talento” como aforista.

“Por que mesmo que não vamos pra rua fazer o que tem que ser feito?” — Marcia Tiburi, filósofa oficial do PT, que, como boa representante da esquerda-caviar, só deve conhecer a Rua Oscar Freire, a Champs Élysées, e a Quinta Avenida. Em suas andanças pelo mundo, Tiburi deve ter esquecido que a reforma trabalhista pôs fim à mamata dos sindicatos - daí a ausência do “povo oficial” nas ruas.

“Em breve, no peito” – Ricardo Noblat, jornalista, respondeu ao filho, Guga Noblat, que fez piada dizendo que Bolsonaro é campeão na modalidade “tiro no pé” - Guga Noblat , para quem não conhece, foi comediante do CQC e fazia esse tipo de piada sem graça. Ricardo Noblat, para quem não conhece, é o responsável por essa educação refinada do filho.

“Se eu respondesse a esse b***a à altura seria ‘ataque à imprensa e democracia’” – Jair Bolsonaro, reagindo ao “ódio do bem” de Noblat.

"Enquanto o Brasil se afunda no lodaçal de uma política predatória e assassina para a Amazônia, a Colômbia elege um presidente que diz: ‘Primeiro a paz, em segundo, a justiça social, em terceiro, a justiça ambiental’” – Marcelo Lins, jornalista, louvando Gustavo Petro, o novo presidente ex-guerrilheiro da Colômbia. Petro fazia parte de um grupo radical que atacou a Corte de Justiça de Bogotá em 1985, com um saldo de 101 mortos. Justiça social é isso aí!

“O cara foi à Coreia do Norte e disse que é o inferno na terra. Motivo: o guia só mostra as maravilhas do país. Daí, obviamente, a Coreia é uma simulação rs. Nos EUA os guias levam os turistas à maior Cracolândia do mundo, às prisões de presos políticos ou [para ver] a imensa população sem teto?” – Laura Sabino, influencer comunista (sim, no Brasil além de jabuticaba temos influencer comuna) em tuíte posteriormente apagado. Laurinha, se permite a intimidade, sei que a honestidade não é o ponto forte do comunismo, mas ambos sabemos que a cracolândia de Los Angeles é fruto de décadas de políticas esquerdistas dos democratas americanos, cada vez mais radicais. Idem para a população sem-teto.

“Só ditadores querem professor neutro” – Jaume Trilla, pedagogo crítico da ascensão de grupos conservadores que, segundo ele, prejudicam a educação. Neutro realmente é difícil. Mas que pelo menos sejam honestos.

“Aeroporto de Guarulhos recebeu autorização do governo federal para construir um novo terminal para que passageiros de alta renda evitem o contato com a classe econômica. A preocupação da classe média é que as pessoas pobres alcancem os mesmos lugares e direitos!” – Fernanda Curti, vereadora do PT em Guarulhos, descobrindo o conceito de primeira classe. Fernanda, talvez você vá “curti” (desculpe o trocadilho) saber que até na popularíssima Rodoviária do Tietê, aí pertinho de Guarulhos, tem área vip. 

"Nosso relacionamento é um trisal, mas é fechado. Quando falamos em traição, não levamos apenas em questão a parte física. Flertar com outras pessoas, para nós, já é considerado traição – Sanny Rodrigues, que teve seus 15 segundos de fama por fazer parte de um trisal. Aliás, o primeiro trisal stalinista de que se tem notícia. Parabéns, Sanny!

“Uma solução pro Brasil é cada estado ser seu próprio país. Descentralização de governo é melhor que um governo central ineficiente, ou pelo menos maior autonomia dos estados. – Monark, ex-cancelado. Depois de descobrir tardiamente o valor da liberdade de expressão, agora o jovem podcaster está percebendo a importância do federalismo. Será que falta muito para Monark se tornar um conservador de verdade? 

“Mesmo que seja legal, transparente e dentro das regras éticas e morais que sempre me conduziram na vida pública, estou abrindo mão da remuneração a que tenho direito como ex-governador” - Eduardo Leite, aposentado aos 37 anos que renunciou ao benefício depois da repercussão negativa. Parece que as “regras éticas e morais” do tucano são um pouquinho diferentes das do brasileiro.

"O Brasil precisa de amor, de coragem e reconstrução." – Simone Tebet, senadora e terceira via de alguma coisa, em seu momento coach. Só falta agora Tebet dizer que é contra a fome, a pobreza e o ódio. Vai ser “surpreendente”.

"A proposta não foi considerada, infelizmente, entreguei por e-mail há dez dias e não foi considerada ainda (...) Ele [Mercadante] tem alguma coisa comigo, não me convidou para a reunião" – Eduardo Suplicy, o Matarazzo comunista, interrompendo uma reunião sobre o plano de governo de Lula, nesta que deve ser a cena mais patética e triste da pré-campanha: a de um ex-senador incapaz de reconhecer que perdeu relevância.

“Em todo lugar que eu andava alguém me falava assim: ‘fala para o Lula não falar isso. Do Gilmar Mendes ao peão da fábrica’. Depois fiquei pensando por que as pessoas falaram isso toda hora. É a preocupação de (sic) que a gente não erre, por que se Lula e Alckmin errarem, o Brasil é quem perde com isso.” – Paulinho da Força, revelando que tem ministro do STF dando pitaco em campanha de candidato a presidente. Ei, pessoal do Twitter do STF, que tal chamar o Gilmar Mendes para ouvir rapidão a palavra da Constituição Federal?

“Juíza que torturou criança estuprada é promovida. Tinha que ser presa” – Ricardo Kotscho, apologista da morte de bebês, querendo mandar para a cadeia a juíza Joana Ribeiro, que estava apenas fazendo o seu trabalho e tentando proteger duas vidas. Uma delas, infelizmente, acabou morta pela pressão de ativistas travestidos de jornalistas, como é o caso de Ricardo Kotscho.

“Capaz de tudo para ser presidente” – Cesare Battisti, terrorista que foi capaz até de matar para impor sua ideologia, sobre Lula. Ele sabe do que está falando.

"O Athletico Paranaense apoia as agressões aos indígenas, negros, mulheres e LGBTQIA+?" – Paulo Leandro, jornalista e professor doutor em Cultura e Sociedade, em artigo publicado no jornal Correio da Bahia. Leandro, chateado com o apoio velado de Mario Celso Petraglia ao presidente Jair Bolsonaro, escreveu o texto absolutamente bobo e infantil antes do primeiro jogo entre Athletico e Bahia pela Copa do Brasil. Como presente pelo arrazoado de bobagens, o Furacão meteu 2 a 1 em pleno estádio da Fonte Nova, sem fazer muito esforço.

“Este país é racista transfóbico homofóbico xenófobo capacitista classista islamofóbico misógino uma lata de lixo. Dito isto, ver a bandeira americana me faz vomitar” - Saira Rao, ativista americana ligada ao - surpresa! - Partido Democrata. Saira, um país bacana onde nada disso acontece é a Coreia do Norte. Tenta a sorte lá. 

“Entenda como age na sua vida o alinhamento raro de cinco planetas no céu” - Folha de S. Paulo, esbanjando SIÊNÇIA para dar e vender.

“Fizeram o brasileiro acreditar, durante o Governo Dilma, que vivíamos a pior crise da História! Multiplicaram, dia e noite, um discurso de catástrofe na economia, de corrupção generalizada, de falência da Petrobrás, de destruição do país etc.” - Abdala Farah Netto, professor de história. Aulinha básica para o professor de história Abdala Farah: como nos conta o repórter Tiago Cordeiro nesta ótima matéria publicada aqui na Gazeta do Povo, “graças ao biênio desastroso de 2015 e 2016, em que o Produto Interno Bruto (PIB) caiu 7,56%, os últimos anos do governo de Dilma Rousseff (PT) foram piores para a economia do país do que a pandemia”. De nada.

“URGENTE: Tivemos acesso à audiência do caso de uma menina de 11 anos que engravidou após ter sido estuprada em Santa Catarina. Nela, a juíza induz a criança a desistir do aborto – seu direito legal” - o site de notícias vazias de verdade The Intercept, omitindo que o feto já tinha 22 semanas e era viável e tentando jogar a opinião pública contra uma juíza que — vale repetir — tentava salvar uma vida inocente e preservar a saúde física e mental da menina de 11 anos. Graças a estas distorções e omissões feitas sob medida para fazer avançar a pauta abortista no Brasil, um bebê saudável com quase 30 semanas de gestação foi assassinado.

“Por ser extremamente delicado, o caso estava em sigilo na justiça, mas os justiceiros do Intercept e os juízes de exceção não se importam com a menina, com o nascituro, com a família... Ao contrário, querem, como todo deus da revolução, sacrifício no altar do progresso” - Francisco Razzo, professor e autor do ótimo livro ‘Contra o Aborto’, mandando a real sobre o site que tem todo o direito de seguir a pauta abortista, assim como a Gazeta do Povo defende abertamente a pauta pró-vida. Só não tem o direito de ser desonesto. 

“O lema atual da esquerda é ‘Bebê bom é bebê morto’” – do site Senso Incomum, resumindo a sede da esquerda pelo sangue de inocentes que ainda nem nasceram.

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