i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, e o presidente chinês, Xi Jinping
Podcast

Ideias #156: A desastrada atuação da OMS e sua cumplicidade com a China

    • Por Gazeta do Povo
  • 27/04/2020 16:06

A Organização Mundial de Saúde (OMS) tem um longo histórico de serviços prestados à humanidade. Graças a um esforço hercúleo de agentes de saúde em todo o planeta, sob a coordenação da OMS, a varíola, uma das doenças mais mortíferas da história, foi erradicada em 1980. Outras campanhas promovidas pela organização reduziram os casos de doenças evitáveis por vacinação. Se vivemos em um mundo mais seguro e saudável, devemos muito à OMS.

Nesta crise mundial causada pelo novo coronavírus, no entanto, a atuação da entidade tem sido um desastre, e a causa disso é o medo de desagradar a ditadura chinesa. Logo no início da pandemia, quando a doença ainda estava restrita à china, a organização aceitou sem questionar a palavra do governo chinês de que o vírus não era transmissível entre humanos. Essa demora fez com que a Covid-19 se espalhasse pelo mundo inteiro, provocando tragédias na Itália, Espanha e Estados Unidos - isso sem mencionar a catástrofe imensurável na economia global.

E por que tanta leniência em relação a um regime que não é confiável sob nenhum aspecto? Afinal de contas, a China pode até ser a segunda maior potência econômica da atualidade, mas caracteriza-se principalmente por manter seus cidadão sob rédea curta, além de dizimar qualquer tipo de oposição, inclusive com a existência de campos de concentração para minorias étnicas. Como dizem os americanos: “follow the money”. Justamente por ser uma potência econômica, a China injetou muita grana na campanha do atual diretor-geral da OMS, o etíope Tedros Adhanom Ghebreyesus. No dia 23 de abril colocou mais 30 milhões de dólares na agência, aproveitando que os Estados Unidos não a financiam mais.

Os colunistas da Gazeta do Povo Rodrigo Constantino, Guilherme Fiuza e Guilherme Macalossi falam sobre os problemas da OMS.

Conteúdo editado por:Jones Rossi
Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Política de Privacidade.