Durante rebelião de detentos da PCE em Piraquara, membros da PCC apontam armas para reféns  | Marcio Scatrut/
Durante rebelião de detentos da PCE em Piraquara, membros da PCC apontam armas para reféns | Foto: Marcio Scatrut/

A facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) hoje domina a maioria dos presídios brasileiros, de onde “administra” um negócio baseado no crime. Um negócio cada vez maior: o PCC está se internacionalizando, abrindo “franquias” em outros países da América do Sul.

Enquanto isso, no Brasil, a briga pelo controle prisional contra Comando Vermelho provocou a “maior e mais mortal sequência de assassinatos em massa da história do sistema carcerário do Brasil e do mundo”.

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Talvez existam poucas pessoas tão qualificadas para falar sobre o PCC hoje que Camila Nunes Dias, doutora em sociologia pela USP e professora da Universidade Federal do ABC, e Bruno Paes Manso, jornalista, economista e doutor em ciência política pela USP. Os dois são autores do livro “A Guerra — A Ascensão do PCC e o Mundo do Crime no Brasil”, publicado pela editora Todavia. O livro desenha um perfil da facção a partir de entrevistas com seus integrantes. 

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