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Em meio à guerra de informações quanto à situação ambiental do Brasil, recomendamos seis leituras essenciais.
Em meio à guerra de informações quanto à situação ambiental do Brasil, recomendamos seis leituras essenciais.| Foto: Pixabay

De um lado, ecocatastrofistas dizendo que a Amazônia será toda destruída pelo desmatamento promovido pelo governo do presidente Jair Bolsonaro em conluio com o agronegócio. De outro, negacionistas argumentando que tudo não passa de um plano globalista para conquistar a nossa Amazônia. No meio disso tudo, o cidadão comum que não sabe direito a quem ouvir e, perdido, se torna suscetível a notícias falsas, dados manipulados e análises ideologicamente tendenciosas.

A seguir, a Gazeta do Povo cita seis livros que podem ajudá-lo a compreender o movimento ecológico contemporâneo.

Agradeça aos agrotóxicos por estar vivo, de Nicholas Vital

Neste livro, o jornalista Nicholas Vital derruba mitos sobre a injustiçada química utilizada no campo. Um dos mitos por ele contestados é o de que o brasileiro consome 5,2 litros de agrotóxicos por ano e de que nossas frutas e verduras estão contaminadas por substâncias venenosas. O livro procura mostrar que, sem os agrotóxicos, a agricultura industrial seria inviável – sobretudo num país tropical cheio de pragas como o Brasil. E, sem uma agricultura industrial, a comida que nos chega à mesa todos os dias seria muito mais cara e possivelmente inacessível à maioria dos brasileiros.

Filosofia Verde, de Roger Scruton

Neste livro o filósofo Sir Roger Scruton analisa como o tema do meio-ambiente foi cooptado pela esquerda, que considera que as principais ameaças ao planeta partem do capitalismo, do consumismo e da exploração exagerada de recursos naturais. Ao apontar a falácia por trás dessa ideia, Scruton argumenta que o meio ambiente é o problema político mais urgente de nossa época.

Manual Politicamente Incorreto da Ciência, de Tom Bethell

O alvo deste “manual” é o cientificismo. O livro mostra como instituições, grupos e indivíduos, em nome da ciência, tentam estabelecer uma pauta não-científica, com matizes ideológicos, financeiros e religiosos. Para Tom Bethell, existe toda uma mitologia científica envolta numa aura de objetividade, mas que na verdade é fruto não de experiências e comprovação empírica, e sim de acordos políticos.

Breve História de Quase Tudo, Bill Bryson

Neste livro, Bill Bryson não aponta nenhum caminho, mas coloca dúvidas na cabeça de todo mundo ao mostrar que teorias científicas hoje aceitas como fatos (como, por exemplo, a teoria de que um meteoro provocou a extinção dos dinossauros e a de que o aquecimento global é causado pelo homem) não passam de teorias e são, portanto, tema de debates acalorados nos meios científicos.

O Império Ecológico, de Pascal Bernandin

Neste livro, Bernandin faz uma pesquisa aprofundada, usando principalmente documentos oficiais de órgãos internacionais, para mostrar o lado totalitário do movimento ecológico contemporâneo. Ele questiona teorias tidas como verdades pela maioria das pessoas, como o buraco na camada de ozônio. O autor ainda critica a perspectiva holística do ecologismo e suas consequências.

Psicose Ambientalista, Bertrand de Orleans e Bragança

Neste livro, o autor, que por acaso também pertence à família imperial brasileira, revela todo o viés ideológico do ambientalismo, que seria um movimento nascido do comunismo, hostil à propriedade privada e ao conforto propiciado pelo capitalismo. Desse modo, o movimento ecológico se transformou numa espécie de religião cujos profetas são os cientistas e suas teorias.

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