Instagram libera ferramenta de backup de contas

24/4/18, 16h51
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24/4/18, 16h51 2 min Comente

Como prometido, o Instagram disponibilizou nesta terça (24) uma ferramenta de backup para os usuários. Ela funciona mais ou menos como a do Facebook: gera um arquivo enorme com todas as fotos, comentários, curtidas e outros dados da sua história lá dentro.

Estranhei encontrar, no meu backup, algumas fotos que apaguei do meu perfil e vários Stories. No caso dos Stories, a permanência deles é reflexo do “Destaque”, que permite eternizar fotos e vídeos — a data dos primeiros salvos no meu backup coincide com a da liberação do recurso, em dezembro de 2017.

Além de fotos e vídeos em formatos comuns, há vários arquivos no formato json, que, em tese, deve facilitar a importação dos dados para outros apps. Em um computador, o Firefox é capaz de abri-los e formatá-los. Por eles, é possível ver todas as suas conversas, comentários, total de curtidas e até termos usados na pesquisa do Instagram, o que é meio assustador.

Árvore de arquivos de um backup de conta no Instagram.
Conteúdo de um backup do Instagram.

Para ter o seu backup, clique aqui e, na tela que surge, em Solicitar download, abaixo do subtítulo Download de dados. Quando o arquivo estiver pronto, o que pode levar até 48 horas, você receberá um e-mail com o link para baixá-lo. A opção para os apps do Android e iOS deve aparecer em breve.

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Google tentará emplacar (mais um) app de mensagens

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20/4/18, 10h35 7 min Comente

O Google deve reformular (de novo) seu app mensagens nos próximos meses. Uma nova tecnologia, chamada Chat, trará ao app de SMS padrão do Android recursos comuns em apps do gênero mais modernos, como recibos de leitura, grupos, transferência de arquivos e conteúdo multimídia (imagens em alta definição, áudios e vídeos). Continuar lendo Google tentará emplacar (mais um) app de mensagens

O app de previsão do tempo mais vago do mundo foi feito para quem odeia apps de previsão do tempo

12/3/18, 14h03
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12/3/18, 14h03 2 min Comente

Este app de previsão do tempo se orgulha de ser vago. Em vez de dizer que “há 10% de chances de chover”, ele diz coisas como “Nem uma maldita gota vai cair”, porém com termos… digamos, reprováveis. É, nas palavras do desenvolvedor, o app de previsão do tempo para quem odeia apps de previsão do tempo.

O linguajar usado pelo The F*cking Weather é chulo e ele está disponível apenas em inglês, mas a ideia é, no mínimo, curiosa. (Aliás, há muito tempo havia um site parecido no Brasil, o “Será que vai chover?”. Você entrava e ele só respondia a pergunta-título com “sim” ou “não”.)

Até porque, convenhamos: a maioria de nós só quer saber se vai chover ou não na hora de voltar para casa ou se a temperatura mudará ao longo do dia. Que “choverá 3 milímetros acima da média histórica do mês” é curioso, mas não responde as questões mais importantes do dia a dia da humanidade.

Tem para Android e, se você souber carregar apps por fora da App Store, para iOS. O desenvolvedor acha que o app seria rejeitado pela Apple devido ao linguajar usado.

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MeWe e Vero, as (não tão) novas redes sociais anti-Facebook

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28/2/18, 12h15 7 min Comente

O Facebook é a maior rede social do mundo. Nunca tanta gente esteve conectada, debatendo pontos importantes, fechando negócios, rindo de memes e arruinando democracias. Esse sucesso se deve, em parte, a práticas questionáveis no que toca à privacidade, algoritmos opacos e mudanças frequentes nas regras do jogo. Não à toa, muita gente está insatisfeita com o Facebook. Continuar lendo MeWe e Vero, as (não tão) novas redes sociais anti-Facebook

Android e iOS deveriam oferecer relatórios sobre como usamos os nossos apps

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8/2/18, 12h02 5 min Comente

Em 2018, as empresas de tecnologia estão sofrendo uma pressão enorme, vinda de todos os lados — inclusive de acionistas —, para que tornem seus produtos menos viciantes. É uma demanda tardia e muito válida, mas difícil de ser convertida em soluções práticas que realmente ajudem os usuários. Continuar lendo Android e iOS deveriam oferecer relatórios sobre como usamos os nossos apps

Uma olhada no WhatsApp Business

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30/1/18, 10h52 5 min Comente

O WhatsApp Business está entre nós. Embora o restaurante do seu bairro ou o médico da família talvez ainda não tenham adotado a novidade, é bem provável que eles já usem o WhatsApp convencional para lembrá-lo de horários de consulta ou tomar o seu pedido de uma pizza. O Manual do Usuário deu uma olhada no WhatsApp Business e traz boas notícias: a “conversão” é bem fácil e o app em si, embora nada muito diferente, oferece algumas vantagens interessantes. Continuar lendo Uma olhada no WhatsApp Business

Um app que te redireciona ao Kindle toda vez que você tenta abrir o Twitter

3/1/18, 12h51
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3/1/18, 12h51 1 min Comente

Ideia de app: ‘Reroute’ — toda vez que você abrir o Twitter, Instagram ou Facebook no celular, ele te redireciona para o livro que estiver lendo no [app do] Kindle.

A ideia lançada por Alexia Bonatsos virou um app real, desenvolvido por Dave Schukin, ex-engenheiro do Twitter. Veja ele em ação:

Pena que, por ser um app que infringe as diretrizes da loja de apps da Apple, ele não possa ser distribuído por lá, o que torna a instalação um tanto complexa: ela envolve o uso do Xcode e procedimentos nada amigáveis, como compilar o código-fonte (que está no GitHub).

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5 apps que você deveria ter no celular

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27/12/17, 16h51 7 min Comente

Existem pouco mais de 2,2 milhões de apps para iOS e quase 3 milhões de apps para Android. Mesmo com tanta oferta, algumas categorias importantes não são contempladas pelos apps que vêm pré-instalados nos dois sistemas nem figuram nas listas dos mais baixados das respectivas lojas de cada sistema.

Talvez seja pretensioso dizer que apps alguém “deveria” ter no celular, porém esses que selecionei abaixo são tão úteis que, vendo por outro prisma, é quase loucura não tê-los instalados. Listo e explico porque você deveria dar atenção a essas categorias e aproveito para deixar indicações. De repente, isso inspira você a baixar um ou outro app. Continuar lendo 5 apps que você deveria ter no celular

Um apelo: pare de filmar com o smartphone em modo retrato

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16/1/14, 13h11 5 min 25 comentários
Frame extraído de um vídeo feito em modo retrato.
Minha expressão quando vejo um vídeo em modo retrato :-/

Não é de hoje que todo smartphone é, também, uma câmera bem decente. A fotografia foi uma das primeiras áreas absorvidas pela convergência dos smartphones. Por estarem presentes neles há tanto tempo, já temos câmeras em celulares que rivalizam em qualidade com as compactas.

A conectividade e os incrementos qualitativos que as câmeras de smartphones apresentam não foram capazes, ainda, de barrar um desvio fotográfico-comportamental bem característico desse cenário: a gravação de vídeo em modo retrato. Não é muito difícil, em filmagens caseiras hospedadas no YouTube ou compartilhadas entre amigos, se deparar com uma feita com o celular “em pé”, da forma que o seguramos ao realizar outras atividades.

Uns podem dizer que isso é imposição pura e simples, que é ditar um modo de uso aos demais. Não acho que seja o caso porque… bem, o mundo é uma grande paisagem. TVs, monitores, cinema: tudo está em modo paisagem, com telas widescreen. E, diferentemente de celulares, que podem ser usados tanto em modo retrato quanto paisagem, girar uma TV a 90º é um pouco mais complicado. Uma tela de cinema? Acho que não dá.

Há casos em que o vídeo em modo retrato se justifica. O Snapchat incentiva isso — e é compreensível, visto que o consumo desse materal se restringe ao próprio celular. Para todos os casos, ou ainda, na dúvida, optar pelo modo paisagem é o mais sensato. Pena que não existe uma maneira de lembrar a todos disso. Ou será que existe?

Tem um app para isso

Os apps nativos de câmera das três principais plataformas móveis fazem pouco caso com a maneira com que o usuário segura o smartphone. No máximo, rotacionam os ícones e outros elementos da tela de acordo.

Terceiros mais preocupados com esse fenômeno têm surgido com a difícil missão de acabar com os vídeos em modo retrato.

O YouTube Capture só funciona em modo paisagem.
Foto: Rodrigo Ghedin.

O YouTube Capture, um app para iOS do Google para filmar, editar e subir vídeos no YouTube, simplesmente não funciona em modo retrato. Nesta posição ele pede, gentilmente, para que o usuário coloque o iPhone em modo paisagem e só aí libera o botão de gravação.

Mais recente, o Horizon1 tem uma abordagem diferente na luta para sanar o mesmo problema. Em vez de obrigar o usuário a usar o smartphone assim ou assado, ele adapta o vídeo para estar sempre em modo paisagem, mesmo quando filmado em retrato. Usando o giroscópio do aparelho, a área gravada é mantida na posição correta independentemente da posição do smartphone.

É mais conveniente, sem dúvida. Na prática, porém, os vídeos sofrem um pouco com essa liberdade dada ao usuário. O sensor da câmera não é quadrado, ele é projetado para ser usado em modo paisagem. No caso do Horizon, parece que acontece um crop (recorte) no vídeo em tempo real; apesar de um dos desenvolvedores ter me garantido que não há perdas, na prática é fácil notar que a qualidade final fica levemente prejudicada e o fator de corte aumenta — parece que a câmera dá um zoom, mas é apenas a limitação física do sensor que se mostra ao ser usado de forma “inadequada”.

Horizon em ação: filmagem em modo paisagem mesmo com o celular na vertical.
Foto: Rodrigo Ghedin.

Tanto o Horizon quanto o YouTube Capture são duas tentativas de contornar um problema não técnico, um de natureza comportamental. Por isso, talvez o maior desafio deles não seja contornar o modo de operação do usuário, mas sim serem lembrados. Em outras palavras, é difícil concorrer com o app nativo da câmera. Na hora de filmar, a pessoa que grava vídeos em modo retrato se lembrará de abrir o Horizon em vez do app a que está acostumada?

Pós-produção?

Algumas pessoas pediram à Evil Window Dog, desenvolvedora do Horizon, uma forma de converter vídeos já filmados em modo retrato para o modo paisagem. Seria uma solução conveniente ao problema, considerando o hábito das pessoas de sempre recorrerem ao app nativo da câmera.

Com um software de edição adequado é fácil fazer essa alteração. Os resultados nem sempre ficam perfeitos, há perda em qualidade, mas antes isso do que uma faixa estreita no meio da tela ladeada pelo breu.

Ainda falta um passo, que é facilitar o processo. Numa pesquisa rápida não encontrei apps que fazem o serviço com alguns cliques, sem complicações — e se você conhecer algum, por favor diga aí nos comentários. Facilidade conta pontos em sistemas móveis, além de impulsionar o alcance da prática. Por mais simples que seja a operação em um Movie Maker da vida (e é), a coisa precisa ocorrer no próprio smartphone para ser considerada. Saiu dele? Esqueça.

Algum dia ficaremos livres dos vídeos em modo retrato? Dificimente. Mas a esperança, ah a esperança… é a última que morre, né? Wired, The Verge e este esquilo engraçado já imploraram para que as pessoas parem com isso. Agora, o Manual do Usuário engrossa o coro. Faça a sua parte, compartilhe este post com aquele amigo ou parente que insiste nessa prática errada. Um a um, devagar e sempre, conseguiremos conscientizar mais pessoas sobre as desvantagens do vídeo em modo retrato e assim faremos do mundo um lugar melhor!

  1. Entra aí no site, é bem maneiro. Tem um iPhone no meio da tela que fica rodando de acordo com o mouse e dois viewfinders à esquerda mostrando como fica o vídeo com e sem a tecnologia deles.