O que tem na mochila do Rafael Capanema.

O que tem na sua mochila, Rafael Capanema?

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16/4/18, 19h10 5 min 4 comentários
Foto do Rafael Capanema.

Rafael Capanema é redator do BuzzFeed Brasil. Foi repórter de tecnologia da Folha de S.Paulo de 2008 a 2014. É membro honorário da banda Bazar Pamplona e, no tempo livre, se dedica a fazer pizzas e lamens em casa. Nasceu em São Paulo e mora em Madri desde 2015.

  1. Mochila para câmera e acessórios Amazon Basics. Trabalho em casa, então só saio de mochila quando vou viajar. Costumo levar esta, que me faz feliz por ser assim, toda compartimentada.
  2. Câmera Panasonic Lumix G7 (usada para tirar esta foto) e lentes Panasonic 25/1.7 e 42.5/1.7. Videógrafos amadores conhecem a fama da G7, lançada em 2015, que foi uma das primeiras câmeras de baixo orçamento a filmar em 4K. Tirei esta foto com a lente do kit da minha antiga Panasonic GF3 (uma 14-42/3.5-5.6). Deixo a G7 em cima da mesa de trabalho pra tentar usar mais, mas em 95% das vezes acabo usando o Pixel mesmo. A G7 fica pra fotos e vídeos muito especiais.
  3. Bateria externa Jackery Titan S de 20100 mAh. É um monstro de quase meio quilo. Dá pra carregar o Pixel e o iPad várias vezes. Quem viaja comigo adora pegar emprestado.
  4. Caixa de som Bluetooth UE Roll 2. Recomendação do Wirecutter. Qualidade de som ótima, à prova d’água. Uso principalmente no banho.
  5. MacBook Air (13″, início de 2015). Depois de mais de três anos, continua funcionando muito bem (a coisa mais pesada que eu faço é editar vídeos curtos de 1.080p). Desde que eu comprei um monitor de 27 polegadas, virou praticamente um computador de mesa. No sofá e na cama eu só uso o iPad e o celular.
  6. Bateria externa RAVPower RP-PB060 ES de 6700 mAh. Quando eu sei que vou passar o dia usando muito o celular e não estou a fim de aguentar o peso da Titan S, levo esta no bolso (tem só 118 gramas) com um cabinho curto. Dá pra carregar o telefone duas vezes.
  7. SSD Crucial BX300 de 480 GB com case Eluteng HE32. É um SSD interno que eu transformei em externo com um case transparente. Bem mais barato que os das marcas mais conhecidas, custo-benefício imbatível. Comprei pra editar vídeos e pra armazenar os instrumentos virtuais que eu uso no Ableton Live.
  8. Relógio inteligente Ticwatch E. Devo ser a última pessoa no mundo que ainda acredita na plataforma Wear do Google. O Ticwatch E é um dos modelos mais baratos que existem (US$ 160) e tem um desenho discreto, do jeito que eu gosto. Eu amo demais o meu mostrador, o Atoms, que é totalmente personalizável. Configurei pra mostrar a hora local, a hora em São Paulo, a data, o meu próximo compromisso, a temperatura atual, meus minutos diários de “atividade física” (bota aspas aí) e o nível da bateria.
  9. Google Pixel 2 XL. Foi a última coisa que eu comprei, em janeiro. Estou muito satisfeito. A câmera é absurda. Até agora, nenhuma foto saiu tremida, o que é impressionante (no meu celular anterior, o OnePlus 3T — que eu amava! — TODAS saíam tremidas). E saber que eu vou receber as atualizações do Android na primeira hora é muito gostoso.
  10. Fone de ouvido Bluetooth Jabra Move. Também devo ser a única pessoa que imediatamente apoiou a decisão da Apple de tirar o conector de fone de ouvido do iPhone. Odeio fios e cabos. Eu nunca tive iPhone (e provavelmente nunca terei), mas a partir daí decidi começar a atualizar todo o meu PARQUE DE GADGETS pra modelos sem fio. Gosto muito do Jabra Move, mas, como eu ouço música DEMAIS, a bateria deixa a desejar pra mim. Dura exatamente uma jornada de trabalho (oito horas), o que muitas vezes não é suficiente. Pretendo comprar um dia um desses modelos com bateria de 30-40 horas, como o Sony WHH900N. Se você não ouve tanta música, indico o Jabra Move sem restrições. Foi outra recomendação do Wirecutter.
  11. Mouse sem fio Logitech MX Master 2S. Gosto bastante dele. Bem construído, espero que dure muitos anos. O que eu mais gosto é que não requer aquele receptorzinho que mata uma porta USB (mas se quiser usar pode).
  12. iPad de 9,7 polegadas (2017). É o iPad mais barato, que acabou de ser substituído no evento de educação que a Apple fez esses dias. Na hora da compra eu dei meu iPad jurássico de 2012 e tive um desconto de 20%. Bom negócio. Uso principalmente pra ler (Feedly, Pocket, Kindle) e pra Twitter e Facebook.
O que tem na mochila do Rafael Capanema.
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Nota do editor: “Na mochila” é uma seção semanal do Manual do Usuário que apresenta o interior das bolsas e mochilas de leitores, colegas e amigos. Veja as outras mochilas já publicadas e mande a sua.

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  • Frederico

    No thumb o 7 parece um walkman, pena que não era

  • Maicon Bruisma

    Minhas fotos também saíam tremidas em metade do tempo (normalmente pq não tirava elas 100% parado) até começar a usar o APP de câmera do Pixel. Qualidade melhorou muito, velocidade (já que tem a função ZSL), até em vídeos melhorou principalmente pq posso gravar em 1080p60fps sem problemas. Mas contra o Pixel 2 não há comparação. A pessoa pode gostar de fotografia (eu gosto muito), saber fotografar, ser até profissional, mas andar o tempo todo com uma dedicada cansa, e é inegável que o smartphone é extremamente mais prático. Aí, para quem gosta mesmo ou precisa, é sempre bom andar com o melhor no bolso.

  • gostei do mouse.

    • Samuel

      Também gostei. Pena que é caro pra burro.