Post livre #109

Por
12/1/18, 9h36 1 min 116 comentários

E aqui estamos outra vez, em mais um post livre. A dinâmica já é conhecida, mas é sempre bom relembrá-la: um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários onde conversamos sobre quaisquer assuntos até a noite de domingo.

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  • Harlley Sathler

    Opa! Inaugurando o post livre de hoje!!!

  • Will S.

    Meu Galaxy A9 finalmente chegou, e apesar de antes estar usando uma tela de 4,7″, estou me adpatando bem, minha única dúvida era se dava pra ler mangá relativamente bem, e dá, então acabei com o sonho de um tablet para isso (me ajudando a economizar dinheiro, meu grande objetivo do ano), hehe, pois para vídeos é bem tranquilo, e o acesso por digitais é uma mão na roda, não há nada melhor.

    Aliás, fiz o seguro da Bem Mais Seguro e acabei cancelando depois, pq pagando o seguro e a franquia para ter um novo aparelho eu só sairia no “lucro” de 169 reais, aí optei por ficar sem mesmo.

    • Gabriel Arruda

      Interessante que eu fui de uma tela de 5.2 para 4.0 e, hoje em dia, nem me incomoda tanto. Mas tenho certeza de que se eu comprar um maior não vou acreditar em como eu fiquei tanto tempo usando um smartphone de 4.0 polegadas.

    • Victor Serrão

      Parabéns pela compra! Eu acho o A9 um baita aparelho, só não fui nele (versão 2016) agora quando peguei G5S+ por causa da versão do Android, que acho que ainda era a Nougat. A bateria dele é sensacional, tem um amigo meu que pegou um desses ano passado e não abre mão de jeito nenhum. Pra minha mão grande o A9 tem o tamanho ideal. Eu tive um Nokia 1320 que também tinha seis polegadas, rodando Windows, e era simplesmente sensacional pra ler feed, livro, PDF… Foi o que aposentou meu Galaxy Tab.

  • Ranner Barbosa

    Olá amigos, seguindo a máxima do “ano novo, vida nova”, venho propor a do “ano novo, saúde nova”. Chegarei em breve nos meus 24 anos e apesar disso, já apresento problemas físicos em relação ao uso constante de computador. No pulso, uma tendinite meio que estágios iniciais. Nas costas, aquela dor interna. Providências já serão tomadas esse mês, com a compra de uma cadeira nova e algo como aqueles mousepads com “gel” (alguém recomenda?). Enfim, o que eu quero saber é: alguém sofre/sofreu desses mal como l.e.r, tendinite, etc tem dicas de como melhorar isso? Não só em equipamentos para melhorar a ergonomia como com soluções médicas que vocês aprovaram após usar etc. A e serve pra algo para as costas também, cogito sempre fazer quiropraxia pra dar uma boa aliviada mas nunca fiz, é isso

    • binho_0

      Opa! Eu tenho tendinite, jovem, e há um bom tempo. Resolvi meu problema comprando mouses ergonômicos. Mas não é qualquer mouse q me serve. Os da logitech funcionarem bem pra mim. Mas vc foi diagnisticado por um médico ou vc acha q tem LER? Tb uso uma cadeira simples, mas totalmente ajustável. Sem uma boa cadeira fico com dor no ombro. E, claro, perder peso me ajudou tb a encarar melhor o computador.

    • Paulo Pilotti Duarte

      Não adianta muito comprar uma cadeira se você não fizer musculação para reforçar a lombar (dica de um amigo meu que é dentista (já viu a posição que eles ficam o dia todo?)) porque você precisa é de reforço muscular pra sustentar a posição. Fiz isso (e comprei uma cadeira que se encaixava melhor na minha lombar) e nunca tive problemas novamente (fico ~7h por dia no computador, seja trabalhando seja jogando).

      Ajuda também tem um apoio pros pés (já vi gente enrolando tapete de ioga).

      Pra parte de tendinite é muito mais questão de posição e reforço muscular (também) do que de comprar um mousepad com gel (pra mim eles sempre deram mais problema do que solução). Por exemplo, você pode se beneficiar de uma mesa mais larga onde o seu braço fica mais repousado na mesa ou então fazer pausas e usar um daqueles exercitadores de punho.

      Outra questão, como disse o @disqus_XvHMjLGHao:disqus é comprar um mouse que se adapte à sua pegada (isso é importante). https://uploads.disquscdn.com/images/b42d452119872c5d92d286f8cad07980d777831834816ece3db6ecb9f652bec6.jpg

      • Ranner Barbosa

        Obrigado pelas dicas, quando a musculação, esse mês eu devo começar, esqueci de mencior. O meu mouse é o melhor pra minha pegada, porém não é daqueles ergonômicos como o vinho disse. Mas já agradeço as dicas dadas até agora.

        • binho_0

          eu não sugeri vinho nenhum.

          • Ranner Barbosa

            O palhaço vai almoçar

        • Paulo Pilotti Duarte

          Se a sua cadeira for minimamente boa, a musculação acabar com as dores, provavelmente.

          Massagem ajuda quando você tem um problema bastante pontual (e pra relaxar) de resto é mais postura e reforço muscular mesmo.

          • Ranner Barbosa

            Minha cadeira não é boa não, e já tá bem.antiga, a nova vai ajudar muito, mas obrigado pela dica da musculação, sempre ouvi que melhorava dor na lombar etc, mas sempre bom ter uma nova opinião pra reforçar.

    • Reinaldo Santos

      Também faço uso constante do computador então passo um bom tempo sentado. Para ajudar, faço musculação há pelo menos 10 anos, pela manhã faço ao menos uma pausa para tomar um café ou água e a tarde para comer uma fruta, dou preferência aos meus deslocamentos a pé ao invés do meu carro.
      Essa semana tem sido bastante chuvosa mas quando o tempo está bom eu vou pelo menos 1 vez ao trabalho de bicicleta, favorece por eu estar há 5 km de distância casa/trabalho mas tem subidas.

  • binho_0

    Para quem está em SP e quer sair de casa pra ver um anime em tela grande, eis sua grande chance: http://centrocultural.sp.gov.br/site/eventos/evento/verao-otaku-mostra-de-animacao-japonesa/
    O CCSP tem preço módico para o ingresso: R$ 2.

  • Puxando o gancho do @disqus_XvHMjLGHao:disqus, alguém aí já viu aquela Devilman Crybaby, da Netflix? Vi dois episódios e é bem… peculiar. (Não assista perto de crianças ou pessoas sensíveis!)

    • binho_0

      não… mas coloquei aqui na lista.

    • binho_0

      eu vi o ‘your name’, um longa, e é realmente bem feito e com ótimo roteiro, mas é só isso. não tem um algo mais ou uma personalidade como nos animes do miyazaki.

      o q eu estou vendo no crunchyroll é a série ‘mobile suit gundam wing’. é de 1995 e bem política: tratam de colonização, guerra, pacifismo, o modo de vida dos samurais mas atualizados e encarnados em adolescentes espartanos etc. mesmo sendo de 1995 é impressionante a qualidade dos combates. essa, eu acho, nunca chegou ao brasil à época ou mesmo depois.

      • Ranner Barbosa

        provavelmente chegou sim, só que tem 1 zilhão derivados do Gundam (que levam o próprio nome original + alguma coisa), aí eu tô pra rever até hoje o um só (o clássico) pq não tenho saco pra vários diferentes nao

        • binho_0

          Pois é… são quinhentas séries. A mais antiga não procurei. Tô vendo pro comodidade mesmo no Crunchyroll e está boa. Sem as firulas e ramerames das mais novas do tipo.

    • Ranner Barbosa

      Vi 2 episódios também, falaram que a história era complexa para se adaptar, mas só estou lendo elogios. Falam também que mangá é meio clássico e muito bom

    • Ranner Barbosa

      Mas eu achei bem corajoso adotar uma estética diferente do mais comum visto nos animes. Acho que até favorece a história que acontecem muitas coisas loucas.

    • ばか

      Estou vendo muita gente falando sobre ele e elogiando, estou bem inclinado a assistir ainda mais agora que terminei Berserk.

    • Frederico

      Não, mas sempre acho que é um desenho do batman

  • binho_0

    A depender da cidade em q vcs estão pode ter passado batido, mas aconteceu aqui em SP um grave acidente envolvendo um carro de luxo (uma mercedes q, aparentemente, tirava racha com um camaro) e um carro mais simples (uma eco sport antiga). duas mulheres na ecosport, q ficou praticamente destruída, morreram e o ocupante da mercedes saiu andando e, pelo q pude notar, sem nenhum arranhão. parece q o acidente se deu exclusivamente por excesso de velocidade (não havia bebida ou algo na pista q provocasse o acidente).

    As ocupantes do ecosport estavam sem cinto de segurança e levando crianças no colo (havia excesso de ocupantes no carro, portanto). Mas, pela colisão, a impressão q eu tenho é q elas não teriam chances mesmo se tivessem usando cintos. Metade do carro praticamente sumiu com porrada.

    Discute-se muito, aí já saltando para os carros autônomos, se eles devem ser seguros para os ocupantes ou tb pra quem está fora dele; se num acidente eles devem matar A ou B. Ora, esta discussão é inócua, porque já vivemos tal situação: a segurança é um item de luxo e ponto. Quem pode pagar 300 mil num carro, muito provavelmente, terá o melhor em segurança. Quem paga 30 mil terá não o pior, mas o mínimo ou, em muitos casos, nem isso, porque a obrigação de airbag e freio abs só passou a valer no BR em 2014, então tem uma boa parte da frota sem esses dois itens básicos de segurança rodando e sendo comercializada.

    (Estava num uber, há não muito tempo, e um carro bateu de leve na traseira dele; o motorista do Uber em nenhum momento quis saber se eu a minha esposa estávamos bem, se preocupou apenas com o carro. Até aí, ok, faz parte da indiferença humana, mas a batidinha já foi o suficiente pra deixar a mim e a ela com dor nas costas. O carro era um hb20 novo e estava parado no farol.)

    Carros de 30, 300 mil ou 3 milhões seriam bem mais seguros (os dos últimos são muito, mas não fazem milagre: pessoas tb morrem nesses carrões) se eles rodassem em baixas velocidades. O ponto é: matar ou morrer não é o problema, o que pega é a velocidade, o desejo pela velocidade em transportes individuais e sua justificação enfadonha: liberdade, poder e necessidade.

    Aí vc tira o humano do volante, ótimo!, pq só fazem cagada, mas mantém a velocidade alta, e reduz sensivelmente os acidentes, ok, mas os ocupantes de carros com o mínimo de segurança (pq eles não vão deixar de existir mesmo nos modelos autônomos e em países com leis frouxas como as nossas nessa área) e os pedestres e ciclistas estarão sempre sob constante ameaça. Baixando a velocidade, tudo fica mais seguro para todos: é algo igualitário, algo diametralmente oposto ao poder q a velocidade dá ao indivíduo q pode ir até o limite ou além dele.

    Mas se vc pode legalmente comprar um carro q vai a 320 Km/h (um carro de corrida praticamente como foi o caso dessa mercedes) em vias em q o máximo é de 120 Km/h (sendo q a 100 Km/h, numa colisão, seu corpo se desloca como se vc pesasse 28 vezes mais do q vc já pesa) e com a maioria dos carros mais novos passando facilmente dos 120 Km/h…. A coisa tende a ficar dentro do mesmo cenário (com menos mortes, apenas).

    Eu vi alguns carros elétricos em vídeos no youtube e como eles aceleram de modo estonteante: vc pisa e num átimo estão a mais de cem. Um pedestre jamais conseguiria escapar de um deles ou um motorista (humano ou não) jamais conseguiria pará-los (pois isso é física pura) mais rápido q um carro normal pararia se pisasse no freio estando na mesma velocidade: ambos precisariam do mesmo espaço pra frear.

    • Paulo Pilotti Duarte

      Tudo é item de luxo meu caro. Educação, saúde, empregos, moradia, lazer. E a tendência, com cada vez mais (neo)conservadores ganhando espaço e pregando a individualização e o egocentrismo como meta da civilização, é bem possível que isso se torne cada vez mais a regra.

      Carro autônomo custará quanto? Diminuirá o preço de um Uber (não tem a parte do motorista)? Ou simplesmente o lucro do Uber aumenta e mantemos assim a mesma assimetria atual? Em caso de assalto, o carro autônomo é programado para proteger o carro (bem da empresa) ou as pessoas?

      Quem tem dinheiro tem acesso a tudo o que esse dinheiro paga, a nossa sociedade é assim e não pretendemos mudar (eu gostaria que mudasse mas as pessoas, num delírio coletivo, preferem continuar assim porque acham que tem possibilidade de ascender pra casta superior) porque, mais do que qualquer coisa, esse modelo de acesso a consumo é benéfico exatamente pra quem tem acesso.

      Tecnologia não é neutra de ideologia e ideologia não existe no vácuo, as duas coisas se entrelaçam e que temos é isso: equipamentos caros, com acesso restrito devido ao capital, são melhores e nos trazem mais vantagens; equipamentos baratos e com acesso menos restrito (ainda assim, porém, restrito) trazem a falsa sensação de vantagem.

      Para mudar o que você coloca no texto, apenas mudando o sistema econômico-social que temos hoje, afinal, qual seria a motivação de se comprar um carro autônomo melhor? Ele não corre mais, não sou eu quem dirijo e me leva do mesmo modo para qualquer lugar. Qual seria a motivação para andar pela cidade? para andar de bicicleta (e note que mesmo em bicicletas temos um abismo entre os modelos que são acessíveis e os que custam o preço de um carro popular).

      Eu entendo o que você diz e a sua preocupação central, porém, não vejo como mudar nada do que temos hoje em termos de acesso (a segurança, no caso do texto) sem mudar o modo como nos relacionamos economicamente.

      • binho_0

        Eu queria abolir a velocidade, ou melhor, ela ficaria restrita às pistas de corrida, aos aviões e às vias apartadas das estradas para caminhões autônomos. Mas o movimento é justamente o contrário: as pessoas querem correr e isto significa uma forma de poder. Tanto q nas estradas vc vê carrões e carroças correndo. Obviamente num acidente os ocupantes das carroças têm menos chance de vida. Mas mesmo uma carroça andando no limite pode ser destruída por outra carroça ou por um carrão. Com uma velocidade limite de 40 Km/h ficaríamos todos mais seguros. Ainda haveria carrões, claro, mas eles não andariam a 320 Km/h. Poderiam até ser inteirinhos de ouro e com roda rebaixada, dane-se, só não passariam de 40 Km/h.

        • Paulo Pilotti Duarte

          Mas se eles não passam de 40 km/h, qual a motivação da maioria das pessoas para mudar de carro?

          Duvido muito que as pessoas pensem em conforto e segurança antes de pensar em potência quando comprar um carro novo, sem falar que nesse cenário seu, logo mais não teríamos mais como diferenciar um carro de luxo, de um esportivo e de um popular.

          • binho_0

            Várias frescuras no carro motivam a troca. Não é só motor. Esse comércio de luxo não acabaria eu acho.

          • Paulo Pilotti Duarte

            Difícil dizer porque normalmente um carro de luxo tem potência também.

          • binho_0

            sem dúvida. e não só: potentes tb em um farol mais potente, em um ar condicionado mais potente, em um alarme mais potente, em um som mais potente, em um vidro mais potente (segura bala de canhão), em um banco mais potente (aguenta os gorduchos de 290 quilos) etc. potência é a palavra de ordem, mesmo para os impotentes motoristas (geralmente machos).

          • Paulo Pilotti Duarte

            Bom, o capitalismo precisa vender.

          • binho_0

            é compreensível (o capitalismo); só não é aceitável (o capitalismo). no horizonte ainda não despontou uma geração forte o bastante pra bater de frente com esse arranjo social e trazer uma nova proposta q deixe a todos satisfeitos… tô pesquisando um tema aí para um possível mestrado ou livro mesmo e me deparo com uma são paulo século xviii e xix com os mesmo problemas de hj. talvez com mais algumas centenas de anos – se ainda tiver sobrado alguém – as coisas se ajeitem.

          • Paulo Pilotti Duarte

            Sem ruptura – e ruptura exige atrito, pelo menos, dentro da política – dificilmente vai mudar algo de fato. Ainda mais no terceiro mundo, onde não temos dinheiro para coisas como social-democracia e estado de bem estar.

          • binho_0

            carros, para mulheres ricas, é visto como um ‘ninho seguro’ conforme vi numa matéria do estadão há anos. carros, diga-se, igualmente potentes nos aspectos já citados, mas mais com cara de ninho. eu nunca vi ninho de humanos. mas vi ninho de passarinho. deve ter sido essa a metáfora, pq ler bachelard eu duvido q o pessoal do marketing anda lendo. e se tivesse lido não falaria uma babageira dessas.

          • Aparentemente, vende-se carro no Brasil pelo visual e itens meio supérfluos, como centrais multimídia. Veja o caso do atual campeão de vendas, o Onix, disparado um dos piores modelos da sua categoria, mas com central multimídia com tela em todas as versões: http://jornaldocarro.estadao.com.br/primeira-classe/sucesso-chevrolet-onix/

          • Paulo Pilotti Duarte

            Sim, o Onix é um popular (1.0 e1.4) “barato” que concorre com o HB20 (outro carro ruim que vende muito) pelo preço e pela facilidade de manutenção (até onde me consta, não tenho carro e certamente não teria um da Chevrolet).

            Nesse segmento o que mais impacta é o preço mesmo, e ter central multimídia desde a entrada é o que pesa na venda entre vários modelos capengas.

            Eu tava pensando em modelos de luxo mesmo, mas faz sentido que coisas como câmera de ré, central multimídia e computador de bordo (como os dos novos Unos) pese na venda de modelos populares.

            A questão ainda permanece: num mundo idealizado de carro com velocidade reduzida e impossível de ser modificado, até quando um modelo vai conseguir motivar uma venda com central multímidia?

            Dificilmente a motivação seria muito grande, provavelmente teríamos um modelo aerodinâmico com um motor otimizado para essa situação de velocidade máxima de 40 km/h (o que implicaria em poucas possibilidades de desenhos novos, algo que já ocorre hoje em dia, temos “padrões” de carros em cada segmento, por exemplo, que tem uma desenho bastante parecido) e que acabaria normatizando o valor do carro (ainda mais sistema de direção autônomo). Difícil entender de onde viriam as motivações para ser um novo carro, ou, mudar de carro antes do desgaste completo do atual (lembrando, novamente, que isso não teria impacto em você, afinal, não teria os problemas de se dirigir um carro velho).

            Ainda acho que temos um sistema de consumo/apropriação que impede de fazer isso, vide SP e as marginais.

        • Harlley Sathler

          Isso arruinaria as viagens de carro! Imagine você, por qualquer motivo que seja, ter que fazer uma viagem de 800Km andando a no máximo 40Km/h?! Tem gente que morre de medo de avião.

          • Podia ser 40 km/h na cidade e, sei lá, 80 km/h na estrada. Na última vez que fui de carro para o interior, fiz metade do caminho entre 80 e 90 km/h. O aumento no tempo de viagem é mínimo.

            (Tendo a opção de viajar 800 km de avião e preferir ir de carro é osso, haha! O tédio e a perspectiva das dores nas costas de ficar +15h sentado frente a 2h no avião deveria fazer qualquer um perder esse medo.)

          • binho_0

            eu queria correr a patagônia de carro ou viajar boa parte da america latina toda de carro. pelo prazer das paisagens e pelas paradas nas cidades menores. velocidade não combina com esse tipo de viagem. as viagens de sp ao litoral, por exemplo, com suas estradas poderosas em certos trechos ou nas partes mais perigosas de encosta, são um delírios para os ricos e pobres com seus respectivos carros. revistas de motocicleta, outra categorial mortal, incentivam e dão dicas das melhores estradas pra vc… bem, pilotar de modo esportivo(!). poderia ser 40 em todo lugar. isso faria com q qualquer acidente tivesse danos materiais menores e danos nas vidas das pessoas menores tb. qto maior a velocidade, menor a chance de um atropelado sobreviver. vale o mesmo para os ocupantes dos carros (mais para os carrinhos e menos para os carrões).

          • binho_0

            Tem o trem, né?

          • binho_0

            mas vc vê q muita viagem é arruinada tb com a morte das pessoas… é sempre uma opção q a sociedade faz. a nossa, a gloriosa civilização brasileira, geralmente faz as piores.

  • Gabriel Arruda

    Eu estava fazendo umas contas e percebi uma coisa interessante: financeiramente, parece que faz mais sentido morar de aluguel que comprar um apartamento em São Paulo…mesmo tendo condições de comprar um à vista. A não ser que valorize bem o apartamento, me parece mais rentável deixar esse dinheiro investido mesmo.

    Claro que tem várias outras questões, como a questão de ter o seu lugar próprio e, em casos extremos (tipo Collor) é um investimento dos mais seguros, mas supondo estabilidade do país e desconsiderando outros aspectos, viver de aluguel parece mais rentável.

    • Sim, a maioria dos economistas dizem isso. Acho que só tem duas coisas que meio que justificam, para quem tem poder aquisitivo para fazer essa escolha, optar pelo imóvel próprio: poder decorá-lo/organizá-lo do jeito que quiser e essa garantia maior que você comentou.

      • binho_0

        se vc é rica e poderosa vc tb pode decorar o apartamento alugando! geralmente isso acontece com jovens estudantes q precisam de um ambiente cool enqto estudam arquitetura ou design. sendo assim, decreto q vc está por fora…

        • Paulo Pilotti Duarte

          Reportagem que eu mais detesto na mídia brasileira: “conheça os jovens que estão revolucionando X” e a matéria é recheada de fotos de gente rica, morando em apartamentos do tamanho de 3/4 casas populares, com decoração “minimalista” e andando de jeans e pés descalços enquanto falam da última viajem pra London e como isso “mudou o paradigma/mindset” dele a ponto dele abrir esse negócio disruptivo (com dinheiro dos pais) quando voltou pro Brasil.

          • binho_0

            é, geralmente, exatamente isso: pessoas com grana suficiente pra falarem sobre seus “problemas”. pessoas com grana têm problemas, claro, alguns bem sérios, mas, convenhamos, q essas matérias são um saco.

      • binho_0
      • Gabriel Arruda

        Acho que essa vai ser uma “irracionalidade” financeira que vou cometer, minimizar o máximo possível do desperdício, mas acho que é reconfortante a sensação de ter o seu lugar.

        E, também, vale menos a pena mas é melhor que uma poupança por exemplo ainda.

        • Frederico

          Se eu fosse de São Paulo, me ofereceria para reformar seu futuro banheiro

          • Gabriel Arruda

            Vou precisar de alguém para organizar porque, como bom paulistano, vou morar em no máximo 40m2 haha

          • Frederico

            Uma ex-namorada minha moriu numa kit de 37m2. A roupa era lavada na casa dos pais, mas fora isso não era terrível

          • Morávamos a namorada e eu em um apartamento de 44m2. Ela pode dar uma consultoria por um preço módico 😜 (também sou arquiteto e poderia fazer isso mas a arquiteta de verdade é ela, hoje trabalho com outras coisas).

          • binho_0

            outras coisas seria na ABIN? vc tem pinta de espião.

          • 😏🤫

          • Moro em 40 m2. É apertado e mal dimensionado, exige alguns sacrifícios (não tenho espaço para uma mesa/cadeira e tive que optar entre o tanquinho e a máquina de lavar), mas é viável. Tanto que, quando me mudar, não devo ir para algo muito maior. Talvez até troque por outro do mesmo tamanho, mas melhor localizado.

          • Gabriel Arruda

            O que seria “mal dimensionado”?

          • Frederico

            cozinha sem bancada o suficiente
            banheiro apertado o suficiente para não ter nenhum armário
            vc ter que sacrificar lugares da sua mesa principal pq é isso ou o sofá

    • Paulo Pilotti Duarte

      Normalmente quem compra uma casa/AP por motivos de segurança o faz via financiamento (CEF + financeira para fazer a entrada financiada também) porque com o tempo a prestação vai ficar menor que o aluguel e porque essas pessoas não tem dinheiro para investir (se você tem dinheiro sobrando qualquer coisa é mais rentável do que comprar um AP/Casa).

      Uma questão que deve ser levantada é que para essas pessoas é mais fácil comprar (acredite, os corretores fazem tramóias absurdas para passar os contratos de venda, principalmente em imóvel na planta/novo) do que alugar qualquer coisa, uma vez que o acesso ao crédito que essas pessoas tem é muito restrito e impede o aluguel com imobiliárias (ainda tem a possibilidade de se alugar direto com o proprietário). Crédito é algo muito restrito no Brasil ainda (e vai ser por muitos anos) e normalmente é algo que as pessoas que sempre tiveram/tem não levam muito em conta na hora de racionalizar sobre algumas questões.

      Depois disso é muito mais loteria do local valorizar (morei num local que desvalorizou muito em 10 anos e moro agora num local que passa por uma pesada gentrificação, ou seja, tem uma valorização absurda em pouco mais de 4 anos) para vender depois ou morar num local com benfeitorias e facilidades. E lógico, quem tem muito dinheiro e compra aquelas mansões ou mesmo as herda, nesse caso é mais vantajoso mesmo comprar o imóvel.

      Tem também aqueles que usam como investimento de uma herança ou prêmio (ou mesmo FGTS, aposentadoria etc) e compram vários apartamentos pequenos ou casa/terrenos e vivem daqueles alugueis. Tive um vizinho que herdou uma bolada e comprou 8 apartamentos no centro da cidade e hoje em dia vive bem tranquilo com uma renda bastante razoável.

    • binho_0

      eu ia alugar, mas optei por me distanciar do centro e comprar um ap. financiado, claro. tem sido mais vantajoso q aluguel para as mesmas medidas e localização. se conseguir pagar o ap logo será mais vantajoso ainda. eu acho q depende da sua atividade e renda. para jovens solteiros, me parece q alugar é melhor. depois q vc casa, outras coisas entram em jogo e, sinceramente, meus pais, sem grana pra uma casa, viviam de aluguel na juventude deles (e na minha infância) e era chato. eles não gostavam e eu tb não.

      • Que outras coisas entram em jogo depois que se casa?

        • binho_0

          não é só o q vc quer, né? tem q ver o q o companheiro/a acha e, geralmente, as pessoas preferem ter um lugar, construir algo juntas etc. querendo ou não, a compra de uma casa acaba simbolizando isso. pode não ser muito racional, mas acaba sendo o q casais casados fazem. tem muito besteirol nisso: as reportagens com gente rica e sem dificuldades q fazem ar blasé ante mega casas mega decoradas, por exemplo. mas pessoas comuns acabam comprando um ap ou casa simples, qdo podem claro, e vão se virando.

  • n3h

    Gostaria de fazer alguns freelas (se assim posso me expressar) de vez em quando. Estudo Ciência da Computação, e por estar muito envolvido em projetos de iniciação cientifica, entrar em um estagio tomaria muito do tempo que passo em pesquisa (já cumpri minhas horas de estágio em um Trainee que fiz segundo semestre do ano passado), então pensei em trabalhar como freelancer e pegar pequenos projetos (ainda não dependo de uma renda para sobreviver, então oque eu ganhar será para apenas “lucro”) que me dessem mais disponibilidade, o que vocês recomendam e qual a opinião de vocês? (pensei em trabalhar como desenvolvedor web, com PHP, CSS, JS, HTML, WP e talvez um Ruby)

    • Paulo Pilotti Duarte

      Faz o que você sabe fazer e se sente mais a vontade. Não adianta nada querer pegar a linguagem “popular do momento” se for algo que você não tem segurança para implementar e, mais do que isso, arrumar qualquer problema que ocorra no desenvolvimento.

      • n3h

        Sim. A maior parte das linguagens que eu sitei, acabei aprendendo no Trainee, mas estou fazendo um curso na Udemy de desenvolvimentismo Web para que eu possa ficar mais “confortável”.

        • binho_0

          com certeza vcs já tinham comentado desse udemy por aqui e tinha passado batido. tem uns cursos bem interessantes. me interessei pelos de aws.

          • n3h

            Eu acredito que seja uma das melhores plataformas educativas, e o que chama mais a atenção, é que você tem o curso de forma vitalicia, outras plataformas normalmente tem planos anuais e isso ferra, principalmente pelo valor exorbitante e normalmente não se tem tempo suficiente para usufruir de forma adequada tudo o que a plataforma tem a oferecer.

          • binho_0

            essa promoção deles é verdadeira? estão com 90% de desconto ou os preços geralmente são baixos mesmo? achei vários cursos interessantes. e, sim, tem q ser por tempo indeterminado, do contrário ferra o esquema.

          • n3h

            Normalmente é assim, apesar que nem todos os cursos aderem a promoção, e outros não são tão frequentes nas promoções.

          • binho_0

            hum… olha, achei coisas BEM interessantes, mas vou priorizar pra não sair comprando tudo. vinte mangos é um preço bem razoável por um curso. aparentemente eles são bem avaliados e tal. curti!

        • Paulo Pilotti Duarte

          Em breve deve iniciar o Google Summer of Code. Eu tive dois amigos que foram aceitos e trabalharam uns meses com um pessoal da Europa num projeto de tradução automática. Vale a pena tentar (é tudo remoto e acho que a carga semanal é umas 12 ou 16 horas).

          https://developers.google.com/open-source/gsoc/timeline

          • n3h

            Obrigado pela dica!

    • binho_0

      faz um curso de teatro e seja um comediante nerd.

      • n3h

        kkkk boa…

  • É muito bonita essa homenagem que a Apple faz no Brasil ao nosso patrimônio cultural, já que a Siri é praticamente a versão eletrônica da Velha Surda.

    • binho_0

      não tive a satisfação de usar esses assistentes pessoais e, sei lá, tô preferindo ficar assim. acho q minha vida seria facilitada, mas, ao mesmo tempo, iria contra minha posição contra a invasão de privacidade. quem sabe um dia essas coisas não ficam melhor resolvidas?

  • Paulo Pilotti Duarte

    Como semana passada (acho que foi semana passada) falamos aqui de Black Mirror, ontem a a Amazon lançou a primeira temporada de Electric Dream, baseada na obra do Philip K, Dick e tentando abertamente rivalizar e pegar uma parte da audiência insatisfeita com as duas últimas temporadas da agora série da Netflix.

    Só vi o primeiro episódio e foi bom, não sei se a série se sustenta no mesmo ritmo por mais 9 episódios (ainda acho que a grande sacada da BBC com Sherlock e Black Mirror era fazer poucos episódios (3 por temporada) muito bons e mais longos) mas parece ser minimamente promissora, ao menos como concorrente dessa nova fazer de Black Mirror.

    Link direto: https://goo.gl/Z3WLy9

    IMDB: https://goo.gl/eTRTPa

    • binho_0

      parece interessante! entrou pra lista aqui. só não me anima assinar o pacote da amazon. vou ter q apelar a subterfúgios dos quais não me orgulho, mas tb não me arrependo.

      • Paulo Pilotti Duarte

        Eu assino a Amazon e não mais a Netflix. “Assino” porque eu ganhei 1 ano free deles no inicio desse ano. Mesmo assim, acho que é R$8 a mensalidade, ou algo assim. E tem Seinfeld e Community (isso me deixaria entretido por 1 ano, de boas).

        Mas eu também apelo pros subterfúgios hahahaha

        EDIT: Esse ano = 2017. Acho que termina meu período livre de pagamento no final de fevereiro.

        • binho_0

          se o bolsonaro apela pra subterfúgios eu tb estou neste direito!

          • Paulo Pilotti Duarte

            Sou totalmente favorável a pirataria. De tudo.

            https://medium.com/brasil/todos-somos-piratas-bdbb2827fba8

          • binho_0

            eu tb, mas qdo posso pagar eu pago. e qdo há restrições idiotas como não passa no seus país pq fulaninho não quer… aí já era. mas tenho optado por sair da pirataria para jogos, livros e filmes. o mercado de usados ajuda muito nisso. meu ps3 é bloqueado e só compro joguinhos usados ou novos antigos. meus livros no kindle são compras oficiais por bons preços. acho q só tenho um livro xerocado aqui em casa de uma edição esgotada. mp3 desapareceram todos e nunca mais precisei deles. eu acho q saí de uma condição de muito pirata pra pirata mequetrefe. me parece uma tendência natural conforme vc vai envelhecendo e sua conduta vai sendo menos contestadora (menos tempo pra ir atrás das boas piratarias). digamos q indústria q digitaliza seus produtos, de um modo geral, não tem do q reclamar, pq estão ganhando muito. e a indústria dos produtos físicos apela a expedientes bem sacanas pra ter o menor custo, daí a pirataria ser um revés moralmente aceito: vc usa trabalho escravo e infantil? ok, vai ter pirataria dos seus produtos. agora, se esses produtos piratas tb são fruto de trabalho escravo e infantil ficamos sem saber, pq diferentemente dos produtos oficiais, não há controle sobre a “cadeira produtiva” do mundo pirata. eu não vejo glamour possível na pirataria, portanto, mas entendo seu valor simbólico.

          • Paulo Pilotti Duarte

            Depende do nível de pirataria.

            Dificilmente a pirataria digital – filmes, livros, jogos e músicas – vai ser feita através de trabalho escravo ou análogo, isso ocorre quando temos a mídia física envolvida ou quando temos algo físico, que precisa ser replicado por via fabril – e não simplesmente uma replicação de bits.

            Pode ser que existam grupos de pirataria que sustentam grupos de ódio ou coisas do tipo. Mas do mesmo modo, não pirateando estou sustentando os vícios de CEOs hedonistas pelo mundo, comprando iates e mansões. Não me sinto, jamais, nem um pouco culpado por isso.

            Só compro jogos indie ou jogos muito bons – estilo Zelda Breath Of The Wild. De resto, tudo o que dá eu pirateio. E nem tem muita questão de ser contestador não, é razão econômica mesmo. E não sei se eu estou tão acostumado a usar torrent, mas, pra mim é absurdamente fácil baixar na pasta do Plex e atualizar a minha biblioteca de filmes (ele inclusive cata legendas automaticamente) ou mesmo usar o PopcornTime pra ver via streaming pirata. Relativamente simples e sem maiores complicações.

          • binho_0

            vou salvar teu texto pra ler em momento oportuno.

        • Frederico

          Juro que eu pagaria mais 8 reias por mes na amazon se eles melhorassem a ui/ux do prime

          • Paulo Pilotti Duarte

            Não sei como é a UX deles, uso na Apple TV e por lá é tudo igual hahaha

        • Victor Serrão

          Eu assino as duas, e o acervo da Amazon é bem limitado. Na verdade das duas. Ainda procuro o Santo Graal, que seria um serviço de streaming que tivesse Family Guy e The Office, todas as temporadas. Só isso. Não peço muito. Mas ainda assim os céus me negam isso.

          • Paulo Pilotti Duarte

            Jamais vai ter algo assim, pelo contrário, a tendência é uma semelhança maior com a TV paga, com cada serviço tendo algumas séries e muito conteúdo original (Netflix já anunciou que pretende que ~70% do catalogo seja de “originals”) e você escolhendo alguns destes para assinar (fica meio inviável assinar todos para quem não tem dinheiro).

            Ainda assim, ficará mais barato e mais acessível (eu acho) que a TV paga. Sempre fico triste porque eu penso que tinha potencial, mas, virou tudo a “mesma coisa”.

          • Victor Serrão

            Sim, eu sei. Em tese a Fox deveria ter esses dois títulos em catálogo, mas não tem…

  • binho_0

    acabou q não vi, e se já falaram desculpem a repetição, mas como sonhei essa manhã (naqueles sonhos mais vívidos q se tem qdo se está por despertar e se confundem com coisas reais: sons da rua, luminosidade etc) com uma pessoa se suicidando (se atirando de um prédio) e um garoto zombando disso (tb no sonho), vcs viram aquela parada toda com o logan paul? eu desconhecia o youtuber e o notei depois dessa celeuma por conta da troça dele naquela triste floresta japonesa conhecida como ‘floresta dos suicidas’.

    depois q vi o filme japonês ‘ninguém pode saber’ (de 2004) em q crianças vivem sozinhas abandonadas pelos pais (ficção, diga-se) num ap sob a indiferença da sociedade japonesa, eu acho q essa floresta é mais um desses sintomas de uma sociedade mega organizada (a qual eu pago um pau) e q tb dá dessas: convive (bem?) com altos índices de suicídio.

    a zombaria do americano faz parte de uma longa linhagem de paspalhos q concebem coisas como o ‘jackass’ (q é divertido qdo feito voluntariamente diferente de um programa como ‘pânico’ q humilhava mulheres e anões) e ‘american pie’, ‘porks’ etc. coisas q eu vi na juventude e achava muito doido o nível de babaquice q uma sociedade (restrita a uma certa classe média) bem resolvida conseguia gerar.

    eu não lembro de ter visto nada parecido aqui: zombar dos mortos in loco num canal visto por muita gente (tipo felipe neto). mas já vi cenas de linchamento, de gente trucidada e toda sorte de violência (brigas de rua, principalmente) produzidos por brasileiros (mas sem um youtuber por trás necessariamente).

    enfim, o q vcs acharam dessa maluquice toda?

    • Nunca tinha ouvido falar desse rapaz, aí estourou essa polêmica e topei com este vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=wYQcU5VXde8

      Acho que demorou para ele cair.

      • binho_0

        mas vc viu a questão toda sobre o suicídio tb, né? esse tipo de conteúdo tem seu público. enquadraria como mais um fenômeno do tipo ‘cristiano araújo’. não envolveu a morte dele neste caso, mas a amplitude do rapaz tb foi ancorado pela morte – de alguém.

  • Frederico

    Não era empilgado com essas coisas de apple pay, nfc, google pay etc
    Até que perdi neu cartão e to puto pq sao uns 20 dias pra outro pedaço de plástico chrgr

    Será que essas máquinas de cartão não aceitam só digitar o número e senha?

    • binho_0

      acho q precisa ler o chip do cartão pra liberar. do contrário, seria a festa da uva em termos de fraudes.

      • Frederico

        Mas compra online não tem chip e até onde sei é tranquilo

        • binho_0

          compra online não, claro. mas vc falou em maquininhas. li errado?

          • Frederico

            Então, pq o online só número é de boas, mas maquininha precisa de chip?

          • binho_0

            precisa, né?

          • No online você precisa informar todos os dados do cartão — aquele número enorme, nome, validade e o CVC. Imagine na fila da padaria, você digitando esse mundaréu de números.

            Acho que mesmo antes da questão da segurança/validação, em termos práticos seria inviável.

          • Frederico

            Várias máquinas são touch,não parece ser grande problema ainda mais se for num horário de muito pouco movimento

            Mesmo no pagamento tradicional, o cartão as vezes tem erro de leitura ou então o caixa demora a apertar o enter para vc digitar sua senha, para validar a transação, para emitir o cupom…

    • Victor Serrão

      Cara, não sei qual é o seu banco mas eu tenho uma pulseira do Santander que substitui o cartão. Eu posso inclusive estabelecer um limite para compra sem senha. É bem bacana.

      Mas de qualquer forma precisa da tal pulseira, né.

    • Gedson Junior

      Meu Nubank novo demorou 4 dias úteis pra chegar, beijin no ombro. Sobre a sua dúvida, apenas alguns ramos tem a possibilidade de fazer venda digitada, farmácia é um exemplo.

      • Frederico

        Como assim apenas alguns ramos tem possibilidade? Não cabe ao vendedor então?

        • Gedson Junior

          Isso, tipo farmácia tem e supermercado não, no registro do CNPJ na receita precisa, tem o ramo e sub-ramo.

          • Gedson Junior

            Pelo menos na Getnet é assim, talvez mude pra outras empresas.

          • Frederico

            mas que …
            seria tão mais fácil gerar um cartão virtual na hora e digitar os dados…

  • Paulo Sabaini

    Esse ano prometi que iria ler mais, coloquei uma meta de 36 leituras, sendo no mínimo 6 livros, e o restante pode ser HQs, livros técnicos etc… Até o momento já li 3 HQs e estou lendo um livro(Lincoln da Doris Kearns Goodwin), estou gostando bastante da leitura por sinal, já estou na metade.
    Acho que vou conseguir atingir meu objetivo, e vocês, vão ler mais em 2018 ?

    • Tenho lido muito pouca literatura de ficção, embora eu leia muito o tempo todo (sobretudo literatura acadêmica relacionada aos meus trabalhos — além, é claro, de bobagens na internet). Durante o mestrado acho que simplesmente não li nada de literatura de ficção (e preciso e espero remediar isto neste ano).

      • Paulo Sabaini

        Ano passado li Deuses americanos, se tornou um dos meus livros favoritos, é sempre bom ler uma ficção.

    • Gabriel Arruda

      Vou ser um pouco chato, me desculpe haha

      Eu não curto muito fazer meta de livros não, acho supervalorizada essa ideia de ler um monte de livros, como se isso fosse uma garantia de conhecimento ou crescimento pessoal maior que, sei lá, ver uma série ou assistir um documentário. Para mim, é bem mais importante o que do que quantos. Até viro os olhos quando vejo uma propagando falando que um CEO lê “em média” 60 livros por ano (nem sei qual o produto, mas essa estatítisca não me parece minimamente realista).

      Mas deixando de ser chato, estou pensando em mudar um pouco a leitura do que costumo, voltar a ler algumas coisas de literatura brasileira que não pego desde os tempos de escola praticamente. Para conhecimento técnico, vou tentar focar mais em cursos online e (se tudo der certo) voltar a acompnahar melhor artigos científicos…mas acho que os artigos ficarão para ano que vem.

      • Paulo Sabaini

        Interessante o seu ponto, eu tracei uma meta porque eu gosto muito de ler livros, e nos últimos anos eu não estava lendo nada, só coisas para faculdade, e na internet. Então eu precisava voltar aos velhos hábitos.

        • binho_0

          as metas e a organização da leitura ajudam sim, pode ficar tranquilo. mas não fiquei preso a ela. pq, pensa bem, podem aparecer leituras interessantes no meio do cominho e vc pode ficar com medo de comprometer a organização inicial e tal. e isto sim é bobagem. o importante mesmo é ler bons livros. se vc reunir 36 ótimas obras pra ler vc já fez muito, pq como há muita porcaria, anda cada vez mais complicado achar as coisas boas. tem muita gente indicando porcaria como se fosse coisa boa. tem q ficar ligado nessas armadilhas tb.

      • Paulo Pilotti Duarte

        Concordo com você. Ainda mais porque temos leitura se leituras.

        O primeiro volume do “Em busca do tempo perdido” do Proust tem poucas páginas mas é uma leitura tão densa e difícil que ele te consome muito tempo. Mas é uma experiência realmente única conseguir terminar ( ainda mais se terminar toda a obra nos seus 7 volumes )

        Eu nunca tive metas de leitura também. Minha única meta foi depois de terminar a graduação em Letras que eu disse “vou ficar uns 6 meses sem ler nada” (é bastante stress fazer todas as leituras semanais do curso).

        Se você quiser literatura BR eu já indico de antemão (e de maneira não solicitada) os do Marcelo Rubens Paiva (Blecaute, A Segunda Vez Que Te Conheci e Feliz Ano Velho) e toda a fase realista do Machado de Assis. Erico Verissimo, aqui do RS é muito bom (principalmente a trilogia do “Tempo e o Vento”, “O Resto é Silêncio” e “Incidente em Antares” e se você quiser mesmo se perder em pensamentos dentro de uma obra, “Olhai os Lírios do Campo”).

    • Paulo Pilotti Duarte

      Não pretendo.

      Tenho como meta de vida (como dito em resposta pro @disqus_5byHbgBsOC:disqus ler todos os 7 volumes do Proust e todos os 7 do “Tempo e o Vento”. Mas isso é coisa pra terminar lá pelos 60 anos hahaha

      Eu estou lendo o “Masters of Doom” contando a história da ID Software ao mesmo tempo que releio “O Caminhar Da Igreja Com Os Oprimidos” do Leonardo Boff e iniciado, novamente, a leitura da “Pedagogia do Oprimido” do Paulo Freire.

      Na fila eu ainda tenho uma antologia de contos fantásticos do Murilo Rubião, Febre de Bola e Alta Fidelidade do Hornby (pretendo ler e propor uma tradução comentada do primeiro como trabalho de mestrado na UFRGS esse ano).

      E tenho ainda uns 4 ou 5 da Boitempo sobre o Marxismo e a Revolução Russa.

      Se terminar essas leituras esse ano, me considero um vencedor.

      • Paulo Sabaini

        Bastante coisa legal, no seu caso nem precisa traçar meta mesmo, so ir lendo o que você já tem aí, tomara que você consiga seus objetivos.

    • binho_0

      estou me embrenhando numa pesquisa e só ela vai fazer a carga de leitura ser grande (documentos históricos, ficção de época, algumas teses de mestrado e doutorado e dezenas de livros de não ficção sobre o tema). mas aí, no meio disso, tem a literatura de ficção q quero fazer pra não ficar bitolado e, claro, as hqs. estou lendo ‘lobo solitário’ e a leitura é muito rápida. ano passado comprei muitos bons hqs e eles vão servir de distração nos intervalos.

    • Frederico

      Pretendo, porque comprei um bocado de livros nos últimos anos e não devo ter lido 20% deles. Há coisas densas, há coisas simples, mas o negócio é que aparte a capa bonita, foi dinheiro no lixo né