Post livre #122

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13/4/18, 8h21 1 min 139 comentários

Toda sexta, abro o editor do Manual do Usuário para convidá-lo para uma conversa nos comentários do post livre. É um post sem conteúdo, apenas para abrir a discussão, que fica aberto até a noite de domingo. Vamos nessa?

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  • Ultimamente ando paquerando um M.2 NVMe da Kingston, o problema é que 240 GB custam $800 reais. Mas os números de leitura e gravação são absurdos (2700 mb/s e 900 mb/s).

    Alguém aqui já fez a transição do SSD para o M.2 NVMe pra dizer se vale a pena? =D

    • Leonardo Souza

      Acredito que os M2 no momento compensam mais pro uso profissional… um bom SSD pelo menos pra jogos já tá de bom tamanho… mas no futuro assim como aconteceu com os SSDs, os M2 devem se popularizar, mas pra isso as placas mãe mais baratas tem que oferecer suporte.

      • Vinícius Santana

        Eu tenho PC pra jogar e uma coisa que me incomoda muito é o tempo de loading dos mapas no CS:GO. Tenho um HD convencional e todo mundo diz que um SSD faz uma diferença absurda. Vale a pena pegar um, mesmo que seja de 120 GB?

        • Leonardo Souza

          o tamanho do SSD vai depender muito do seu uso… mas a diferença de performance realmente é muito grande, quanto a isso compensa sim

        • Roderico

          Vale sim. Ressucitei um Macbook White de 2008 apenas trocando o HD por um SSD da Kingston. Sério, parece que você trocou o computador inteiro.

          • Vinícius Santana

            Vou pegar um então. Vou deixa o Windows e uns jogos nele. Quanto a migração do sistema, tem alguma forma de fazê-la sem formatar de instalar tudo do zero?

          • Creio que não, mas mesmo que sim, aproveita que já está com a mão na massa para fazer uma instalação limpa :)

          • Vinícius Santana

            Vai dar uma trabalhera. Mas…..melhor fazer certo do que fazer duas vezes, não é mesmo?

          • binho_0

            melhor do zero e vc tem q ‘preparar’ o ssd, do contrário, a vida últil dele vai pro vinagre. procurar aí por ‘otimizar ssd no windows’ ou coisa do tipo. tem umas paradas pra fazer.

          • Frederico

            Esse Macbook tá usável hoje? Acho esse modelo lindíssimo

          • Roderico

            Tá sim. De fato, o modelo é bem bonito mas por se tratar de um notebook de 10 anos atrás, sua espessura e peso fogem do padrão que estamos acostumados atualmente.

        • O meu tem 120 GB. No momento, tenho 40 GB de espaço livre — mas isso só é possível porque o iCloud exclui e baixa fotos e arquivos da pasta Documentos dinamicamente.

        • Cara, a diferença de SSD para HDD é brutal! Vale muito a pena independente do tamanho, põe o sistema e os programas que mais usa nele que tá tudo certo. =)

    • binho_0

      Comprei o meu e tô esperando chegar. Mas comprei no ebay e saiu MUITO mais barato do que comprando aqui. Estou ansioso pra poder testar esssas velocidades! Optei por um samsung.

    • Frederico

      Mas vc lida com arquivos gigantescos para realmente sentir essa diferença no teu dia a dia?

      • Nem lido, mas pecinha de computador é onde o meu consumismo tine pesadamente.

  • binho_0

    Saiu o resultado o World Press Photo e várias fotos me chamaram a atenção, claro, mas uma delas em particular. Abaixo incluo o trecho de um livro que dá pistas do caminho destrutivo q seguimos.

    https://uploads.disquscdn.com/images/e1ce54db79cab3c9b259ad861ea413c268168a353c38e5e2755ee5bd1104fdf8.jpg
    https://www.worldpressphoto.org/collection/photo/2018/environment/kadir-van-lohuizen

    “Por neoliberalismo ententa-se uma fase da história da humanidade dominada pelas indústrias do silício e pelas tecnologias digitais. O neoliberalismo é a época ao longo da qual o tempo (curto) se presta a ser convertido em força reprodutiva da forma-dinheiro. Tendo o capital atingido o seu ponto de fuga máximo, desencadeou-se um movimentode escalada. O neoliberalismo baseia-se na visão segundo a qual “todos os acontecimentose todas as situações do mundo vivo (podem) deter um valor no mercado”. Este movimento caracteriza-se também pela produção da indiferença, a codificação paranóica da vida social em normas, categorias e números, assim como por diversas operações de abstracção que pretendem racionalizar o mundo a partir de lógicas empresariais. Assombrado por um seu duplo funesto, o capital, designadamente o financeiro, define-se agora como ilimitado, tanto do ponto de vista dos seus fins como dos seus meios. Já não dita apenas o seu próprio regime de tempo. Uma vez que se encarregou da “fabricação de todas as relações de filiação”, procura multiplicar-se “por si mesmo” numa infinita série de dívidas estruturalmente insolúveis.
    Já não há trabalhadores propriamente ditos. Já só existem nómadas do trabalho. (…) Tem emergido uma forma inédita da vida psíquica apoiada na memória artificial e numérica e em modelos cognitivos provindos das neurociências e da neuroeconomia. Não sendo os automatismos psíquicos e os tecnológicos mais do que duas faces da mesma moeda, vai-se instalando a ficção de um novo ser humano, “empresario de si mesmo”, plástico e convocado a reconfigurar-se permanentemente em função dos artefactos que a época oferece.”

    “Crítica da razão negra”, do Achille Mbembe.

    • Frederico

      off: tava lendo wordpress o tempo todo

      me parece uma seleção mto pessimista em sua forma de ver o mundo

      não sei se é sempre asssim, se foi só esse ano, mas sei lá, não me agrada mto esse olhar pq não vejo como um alerta e sim como registro da condenação, nada mais pode ser feito

  • Mais um episódio de “Guerreiros Brasileiros Classe A/B”:

    “Ao longo desse processo, senti vergonha, tristeza, muito medo e exaustão. Pensei várias vezes em desistir, fechar e me mudar para a Escandinávia, onde eu teria um bom emprego no café.”

    Daqui: http://coffeelab.com.br/como-o-coffee-lab-quase-faliu-e-voltou-mais-forte/

    • binho_0

      eu sempre penso em ir pra Paris qdo tenho algum problema financeiro/estresse/embotamento…

    • Gabriel Arruda

      Eu concordo que falta senso nesse pessoal e, bem, é sempre engraçado ironizar alguém reclamando “aí, precisaria ir morar na Escandinávia”.

      Mas também me incomoda como, principalmente no Brasil que é bastante desigual e materialista, muita gente com uma postura de que rico tem “frescura” apenas. Não pode ser depressivo, reclamar de tédio, reclamar do trabalho, etc…

      Claro que condição financeira tira MUITA coisa da frente, mas eu me imagino na mesma situação. Se eu fracassasse fazendo uma empresa (ou qualquer outra empreitada),
      bastaria procurar um emprego e ganhar mais que 98% da população brasileira, mas mesmo assim eu provavelmente ficaria bastante para baixo. Mais do que muita pessoa que não ganha nem próximo do que eu ganharia.

      E, bom, se formos expandir essa lógica…a gente não pode reclamar de nada também.

      • binho_0

        não pode… qdo a internet era terra de meia dúzia com dinheiro, ok, vc podia dzier ‘aff, tô cansada, vou pra nova york, sem escala, me reciclar”. não… agora a internet beira o popular e falar dos seus dissabores de rico soa deselegante. é muito deselegante esse tipo de desabafo, pq na minha condição de pobre, essa de ‘vou largar tudo e morar na escandinávia’ é um acinte. desabafa com as amigas, na bolhinha, na fashion week, não apresente a coisa como algo mais normal do mundo…

        melhor, faz assim, coloca um pay wall e cobra 1 dólares para desabafos dessa ordem, assim vc filtra melhor o leitor, desses q podem ‘ah, encheu, vou a um restaurante peruano, no peru!, esta noite, tchau, beijo-me-liga”.

        • Gabriel Arruda

          Bom, acho que isso está na mesma categoria do “minimalismo” que discuti com @ghedin:disqus . É um problema inerente a riqueza querer reduzir consumo, pobres geralmente não conseguem entrar nesse “problema”;

          Esse tipo de “problema de rico” só me incomoda se a pessoa não tem noção do privilégio dela, o que é o caso na maioria das vezes (e parece ser esse o caso).

          Entendo que incomode muita gente achar um problema ir para Escandinávia, mas nós sendo privilegiados também, acho que não faz sentido ser tão crítico assim.
          Todo mundo coloca a régua onde quer, porque ninguém se acha rico no Brasil: https://papodehomem.com.br/prisao-privilegio/

          As mochilas e mesas daqui do MdU são uma piada de mal gosto também nesse sentido, pensando que a ideia é as pessoas se inspirarem nas soluções e tal.

          • binho_0

            mas vc tá ignorando o aspecto cultural da coisa. ir para a escandinávia (não para outra cidade, estado ou vizinho latino americano, tem q ser no país de melhor idh do cosmos nesse imaginário basbaque de fuga), nessa condição proposta pelo texto, não é ir lutar pela vida como, num exemplo ultra comum em sp, um descendente de japonês (detestados por lá) ir para o japão tentar algo. o cara vai se ferrar legal eqnto estiver no japão se esfalfando de trabalhar. o q pega é: o fato de determinadas situações implicarem, comumente, num determinado tipo de saída escapista: ‘me livro dos meus problemas indo embora’. ok. muita gente faz isso de muitas formas diferentes (deixar um casamento, abandonar os filhos, largar seu cachorro na rua etc). mas o ponto é: elencar suas possibilidades, ainda mais as q poucos têm acesso, é uma forma de se impor e dizer q graças a determinadas vantagens pessoais adquiridas ou herdadas eu estou além da merda de vida comezinha de vcs (das dívidas, do contador, dos impostos etc). é um: ‘olha, sou de uma classe superior, então, tchau’. não tem nada a ver com ‘pô, o cara classe média e não vê seus privilégios’. que privilégio!? veja a escala da diferença entre ricos e pobres nesse país… é absurdo isso.

            é um tipo de discurso esse de ‘vou largar tudo’ q ganha contornos de aventura qdo é um turismo seguro de quem não está largando nada, no máximo está transferindo e alocando parte dos seus recursos numa empreitada. se isso é indício de depressão a pessoa ainda tem essa possibilidade de procurar ajuda especializada. ah… é outro universo.

            aliás, esse um dos grandes problemas desse site ‘papo de homem’ q, caramba, toda hora tem algum texto de lá sendo indicado. o texto é enorme (como muitos de lá), não tenho a menor condição de lê-lo agora, mas antevejo um grande preâmbulo para algo q vai caminhar para autoajuda (como geralmente acontece nas coisas q leio por indicações). pode ser preconceito meu e só lendo este pra saber… por ora, não tenho como refutar (nem quero) nada dali, mas essa realidade de um universo fluído para alguns e de restrições para a maioria faz o discurso do ‘vou largar tudo, mas não vou te dizer q eu posso largar tudo, pq vai parecer menos efetiva essa minha decisão radical de largar tudo’ impraticável para a esmagadora maioria q, sim, pode estar melhor q sua parte imediatamente inferior em termos de recursos, mas tá no mesmo barco dos tão fodidos qto ele.

          • Eu gosto bastante do PapodeHomem, mas tenho um pé bem atrás com o Alex Castro — com suas ideias, digo; não o conheço pessoalmente.

          • Paulo Pilotti Duarte

            Eu conheci pessoalmente um dos escritores que saiu o Papo de Homem (o Eduardo Pinheiro). Ele costumava escrever e coluna WTF e traduzir alguns textos, principalmente do budismo (religião dele). E ele me contou (e escreveu no site dele sobre) como é o modus operandi do PdH e essa negativa de serem de auto-ajuda, mesmo que sejam.

            Todo o texto é envolto em uma aura de “melhorias auto-centradas” que são expostas como algo capaz de atingir todo mundo (mas não, são coisas caras e comuns ao universo da classe média/alta) regurgitados e mastigados para não parecerem, na primeira lida, como sendo e auto-ajuda.

            O Alex Castro ainda tem alguns textos que eu gostei de ler, mesmo tendo noção completa de que eles são de auto-ajuda.

            Nietzsche no Crepúsculo do ídolos fala:

            “O tipo do criminoso é o tipo do homem forte sob condições desfavoráveis, um homem forte transformado em um homem doente. A ele falta a selva, uma certa natureza e forma de existência mais livres e mais perigosas, na qual todas as armas e objetos de defesa presentes no instinto do homem forte são justas. Suas virtudes caem sob o encanto da sociedade; os impulsos mais vitais trazidos consigo definham em meio ao crescimento conjunto com os afetos oprimidos, com a suspeita, com o medo, com a desonra. Mas este é quase mesmo a receita para a degradação fisiológica. Aquele que precisa empreender às escondidas o que pode fazer melhor e que faria com o maior prazer, este se torna anêmico depois de uma longa tensão, de um longo cuidado, de uma longa astúcia; e como ele sempre colhe apenas perigo, perseguição, fatidicidade de seus instintos, transmuta-se também o seu sentimento frente a estes instintos – ele os sente fatalisticamente”

            Ou seja, basicamente, quando é lido algo assim (com nível de acinte da empresária rica) o home está aparado de sua capacidade total. Essa prisão mental imposta pela hierarquia do trabalho/capital que se impõe aos pobres e raramente aos ricos (principalmente na falta de escolhas) é a pior prisão de todas e que, fatalmente, revela-se na violência.

            O que essa pessoa que escreve uma barbaridade dessas não percebe é que elas faz parte do problema total do país: desigualdade, concentração de renda e trabalho precário. E isso é o pior que podemos ser como seres humanos sociais.

          • binho_0

            Não posso me opor à autoajuda se ela traz algum conforto às pessoas… mas é algo complicado se a pessoa não evolui e não sai dessa, afinal há muitas armadilhas aí, e autores talentosos conseguem disfarçar bem.

            E, sinceramente, qdo calho de conhecer algum autor pessoalmente, confesso q as vezes preferiria não ter conhecido; quebra aquele encanto com a leitura, sabe?

          • Gabriel Arruda

            Na verdade, nem eu lembro do que estava nesse texto….só me ficou clara na memória o trecho que ele comenta da recusa nas pessoas em admitir o rótulo de privilegiado. Quando eu estudava em uma escola de alto padrão em Pinheiros, um discurso irritante de “não somos ricos”. Ricos são os que estudam na escola que custa mais caro ainda ou tem 3 carros importados.

            Bom, é claro que se mudar para Escandinávia me parece uma clara mensagem de “veja como sou sofisticada, nem para França eu quero ir, mas para Dinamarca…que vocês nem devem saber como é”. Concordo que não tem nada a ver como os Decasségui, longe de ser isso…é que como comentei com o Ghedin, não me parece tão longe da minha realidade.

            Para TI por exemplo, seria normal ir para o Canadá ou Austrália porque há programas ativos de migração para quem é da área. Também pareceria uma ostentação, mas é algo bem comum, é mais questão de querer do que de condições. E claro, não tem nenhum risco real, mas é algo que muita gente faz.

            Enfim, só me vejo eventualmente ofendendo as pessoas com minha condição, mas ela claramente tem jeito de sem noção e egocêntrica.

          • Paulo Pilotti Duarte

            “Para TI por exemplo, seria normal ir para o Canadá ou Austrália porque há programas ativos de migração para quem é da área. Também pareceria uma ostentação, mas é algo bem comum, é mais questão de querer do que de condições. E claro, não tem nenhum risco real, mas é algo que muita gente faz.”

            Aí que tá, não é bem assim. Não basta só querer, precisa ter acesso ao intercâmbio/imigração e pra isso precisa ter uma boa nota em alguma certificação em inglês. Também precisa ter graduação (que não é todo mundo que tem acesso ainda) e precisa ter boas experiências e/ou projetos na área (mais uma coisa que uma pessoa que tenha contas pra pagar pode não ter).

            Pode ser mais fácil ou simples, claro, mas ainda é um mundo absurdamente restrito para as pessoas que tem acesso a oportunidades (boa educação, conexões com pessoas das classes altas, capacidade de se sustentar sem necessariamente trabalhar 44h/semana, boa formação (que custa dinheiro) etc).

            Se não parece tão longe da sua realidade é porque você está naqueles 2% da população que ganham mais de R$10k mensais e tem uma ótima estrutura que lhe permitiu tudo isso. OU seja, um grande privilegiado num país como o nosso. Estar mais ou menos próximo da realidade da empresária não te faz menos privilegiado, esse é o ponto. Espero apenas que você jamais faça posts como os dela =D

          • Gabriel Arruda

            Mas eu não questionei isso em momento nenhum, nem que sou super privilegiado e nem que isso se deve a várias condições favoráveis. Eu sei que isso de mudar para Austrália é relativamente “normal” dentro de um contexto bem reduzido, concordo com tudo.

            O que me imagino é escrevendo um texto sobre alguma decisão da vida e falando que vou morar na Austrália ou Canadá, porque consegui passar pelos crivos e achei que seria legal a experiência. Mas eu certamente não escreveria todo o resto do texto daquele texto.

            Talvez eu tenha perdido o ponto porque a autora realmente parece alguém insuportável: deixou a entender que seu expertise é inquestionável, sua competência indispensável e os trabalhadores precisam de sua liderança para chegar em algum lugar. De tudo que me incomodou no texto, o esnobismo de falar de “países escandinavos” foi apenas mais uma das coisas.

            Meu ponto, é que quase todo mundo está em uma bolha de privilégio aqui e vira e é natural você esquecer ou não perceber. Você mesmo critica isso e eu concordo.

            A Isabela tem todo o jeito de sem noção, mas me vejo eventualmente perdendo tato da realidade e acho que toda a temática de um blog de tecnologia é fora da realidade de 95% da população brasileira. MdU incluso.

            Por exemplo, o que dizer da última mochila? http://www.gazetadopovo.com.br/manualdousuario/mochila-luiza-terpins/

            Tem coisas de França, Canadá, EUA (2 cidades) e Itália. E, pelas indicações, ainda parece que ela conhece bem esses lugares. Se ela fizesse um texto dizendo que, sei lá, cansou do trabalho e decidiu se mudar para França…acho que é simplesmente a realidade dela.

            Mas, por favor, não estou comparando as duas, não tem um texto “eu sou indispensável e f*da” da Luiza.

            Estou comentando que viver fora da realidade é “regra” entre o pessoal que curte tecnologia. E, justamente, tem pessoa su per privilegiada como eu se dizendo “coitado” da realidade brasileira como se também não estive dois desvios padrão acima de um brasileiro médio.

            Eu me incluo e quero que mais pessoas se incluam nesse rótulo de privilegiado. E isso não quer dizer que você também não tenha que reclamar, mas que sua realidade é outra e que podia ser bem pior.

          • binho_0

            Se ela tivesse dito Argentina ao invés de Escandinávia estaríamos todos de acordo com a moça .

            Qto a última mochila, pelo q vi, a moça trabalha na revista da Gol, portanto faz sentido as viagens… mas é só uma observação .

          • Gabriel Arruda

            Eu continuaria achando sem noção ela ser tão auto-centrada haha

            Verdade, ela trabalha como editora de viagens, então é óbvio. Mas não deixa de ser um lifestyle invejável proporcionado pela profissão.

          • Paulo Pilotti Duarte

            Sim, concordo com tudo o que você disse. Inclusive essa é uma crítica que eu tenho ao jornalismo de TI do Brasil (e não digo do mundo porque não acompanho), inclusive o MdU (e, o que me levou a deixar de ouvir o Guia Prático foi um diálogo que era mais ou menos “As pessoas compram telefones ruins e baratos e depois reclamam” (não me lembro quem foi, acho que foi o Joel Nascimento) que foi seguido por um comentário do Higa fazendo pouco caso “a gente avisa mas o pessoal não quer gastar um pouco a mais” quando, na realidade, a pessoa possivelmente não pode gastar mais). É a mesma realidade alternativa que me incomoda no Tecnoblog também.

            Enfim, o problema central é não ter capacidade de perceber que essa realidade é excludente e violenta. Existe uma violência simbólica muito grande quando alguém sem condições e sem consciência lê algo assim (ou como o post do Flavo Augusto) porque ela pensa que pode alcançar esse mesmo patamar (principalmente dada a forma corriqueira como é feito comentário) e não consegue porque não quer/não se esforça.

            Sim, as mochilas e mesas do MdU são assim também, em escala menor, porque, como já foi percebido várias vezes, trazem uma realidade completamente distinta da média nacional – a regra é iPhone + Macbook e viagens ao exterior – e isso com o tempo e em pessoas com uma consciência limitada sobre o fetiche da mercadoria e do consumo e, principalmente, sem consciência (de classe) de que o acesso a consumo, crédito, renda e oportunidades é restrito acaba crendo que o problema é com ela. Essa violência é algo que seria preciso combater, e isso se faz expondo os erros e mostrando como isso não é regra e, principalmente, tendo cuidado para não naturalizar comportamentos de consumo (principalmente) que não são naturais para a maioria das pessoas.

            Enfim, é algo complexo falar sobre isso porque envolve muita coisa e muita conjuntura sócio-econômica que, para a maioria das pessoas, vai soar como vitimismo e reclamação vazia. O problema, finalmente, não é o privilégio em si e sim o uso e a naturalidade que se faz desse privilégio que podem/vão reforçar estigmas e comportamentos nocivos em outras pessoas.

          • binho_0

            A sua condição pode ofender alguém, claro, mas o q é verdadeiramente ofensivo é a forma como vc encara a sua condição e o contexto dela. À moça falta nitidamente essa compreensão.

          • Ela claramente não tem noção do privilégio que tem e ainda é desrespeitosa com os funcionários. O texto inteiro dá a entender que ela está num nível acima e, mesmo sendo o seu papel cultivar um ambiente saudável (na condição de líder), esse texto é um desserviço para quem ela lidera. Eu me sentiria bem mal se um chefe publicasse isso.

            Não é que rico não pode reclamar, é que rico reclama de certas coisas decorrentes do privilégio que têm que, colocadas em contexto, são nonsense — quando não chega a ser ofensivo.

          • binho_0

            se eu fosse empregado dela, largaria tudo!
            ah, esqueci, não poderia… teria q ir lá esfregar o chão.

          • Gabriel Arruda

            Sim, o texto deu tudo a entender que ela é bem egocêntrica e suspeitamente convencida das suas habilidades (como ousam questionar meu conhecimento em café!?). Não me parece ser a pessoa que tem noção do privilégio.

            Só comento que me enxergo fazendo um texto relativamente similar em caso de fracasso desse tipo, quando eu estava fazendo o mestrado eu tive esse medo de fracassar e só voltar a ser um “privilegiado profissional de TI qualquer”.

          • Há maneiras e maneiras de se passar uma mensagem, ou seja, é possível escrever um texto sobre um fracasso de privilegiados sem soar desconexo da realidade.

          • Não sei se entendi muito bem o texto que você indicou, mas parece que foi ela que fez tudo..tem muito EU no texto.

            Ela corrigiu todas as coisas que estavam ruins no seu negocio um verdadeiro canivete suíço.

          • binho_0

            as mochilas são interessantes, pq mostram as mixórdias q carregamos pra cima e pra baixo. tem muito exibicionismo, claro, mas não passa perto do ‘vou largar tudo’ (veja as implicâncias disso!) uma pessoa ostentar, q seja, um aparelho caro da apple. acho a apple repleta de afetação (de seus produtos, de muita gente q compra pra parecer chic etc), mas comprar um aparelho caro (um carro) não é o mesmo q cair fora do país. nem se compara…

          • Paulo Pilotti Duarte

            As mochilas e mesas do MdU são sim um aspecto do imenso privilégios que o meio de TI do Brasil (e talvez do mundo, mas não sei) tem e não sabem ou não se dão conta. Mas é uma escala absurdamente menor a ponto de, por exemplo, eu mesmo poder comprar algumas indicações que ali constam (e eu sou pobre, a ponto de não ter muitas condições além do básico pra eu trabalhar/sobreviver atualmente).

            Rico pode reclamar, claro, mas vai ter de arcar com as consequências da sua inconsequência, principalmente essa mulher que já falou/fez muita merda nesses termos (só procurar umas matérias com ela na época do impedimento da Dilma).

          • binho_0

            Teve uma mochila, de um jovem empreendedor, q era apinhada de remédios. Literalmente sintomático do ritmo alucinado q ele se impingia… Outra era de um cara com bom emprego numa empresa grande, mas q parecia infeliz…

    • binho_0

      certa vez, tive q fazer uma reunião de trabalho no tal coffe lab. eu não bebo café, mas ok, não informei isso a outra parte para ninguém ficar triste ou magoado. antes da reunião começar, com uma arquiteta (formada na usp, com posses, vida tranquila pra fazer mestrado no q quis etc), tive q ouvir algumas paradas sobre o café de lá, como era bom e tal. enfim… achei o lugar ultra afetado, o q me sugeria ser tudo caro (não vi os preços, mas nem água eu pedi)… cheguei lá a pé, depois de descer da condução, pq gosto de andar, e fiz lá a reunião. é outro universo esse do pessoal q frequenta o coffe lab (na não menos afetada vila madalena). e pensava na volta: pra que tanta frescura pra tomar um… café?

      • Ah, eu consigo entender o apreço por cafés especiais/diferentes. A experiência, para quem bebe café, é realmente legal — embora eu não entenda muita coisa, gosto de tomar um bom café. Depende diretamente do nível de interesse no objeto. Tem gente que é aficionado, acompanha e sabe tudo de futebol; outros, de carros; alguns outros de comidas e tem a galera do café. E de outras bebidas, como vinhos e cervejas.

        Alguém interessado em café consegue distinguir um bom café de um torrado comprado em mercado. E não há nada errado aí.

        O que não pode é usar isso ou qualquer tipo de sofisticação/conhecimento de pretexto para ser pedante, né.

        • binho_0

          bah..

          • Frederico

            deixa a galera curtir café em paz

            é tipo chá, tu pode comprar uma caixinha de twnings da vida ou fazer tua própria receita com plantas que tem no apto ou quintal e prefere o segundo porque prefere

          • binho_0

            qualquer chá branco serve, cacete… não precisa ser chá orgânico do Himalaia plantado por budistas tradicionais q atingiram a ascese…

          • Sou mais o chá da erva cidreira que cresce aqui no canteiro do trabalho…

          • Ah, Fabio! Hahaha, você está sendo teimoso!

            Claro que existem os extremos (e o mercado de luxo deixa a racionalidade de lado muito rápido), mas ali no meio, entre os caríssimos e os mais baratos, é bem fácil notar diferenças de qualidade em um mesmo tipo de produto.

            Estou (muito, muito) longe de ser ou pretender ser um enólogo, mas gosto de um vinho bom, desses que custam R$ 30, R$ 40 — às vezes, em boas promoções, até por R$ 20. Tem mais barato? Tem até por menos de R$ 10, mas só se seu paladar estiver muito estragado dá para dizer que “qualquer vinho serve”.

            É a mesma lógica daquelas pesquisas sobre a relação entre dinheiro e felicidade. Até um limite (US$ 70k/ano nos Estados Unidos), aumentos na renda impactam significativamente a qualidade de vida; dali em diante, bem menos.

          • binho_0

            “mas gosto de um vinho bom”…
            depois manda aquela foto de vc visitando as adegas pelo mundo e tal.

          • Hahaha, ainda não tive essa oportunidade!

        • Sim, claro, mas eu sempre acabo lembrando disso: https://xkcd.com/915/ (sei lá, não concordo, mas é engraçado)

          • Paulo Pilotti Duarte

            *canadian surrealist porn*

            =P

      • Paulo Pilotti Duarte

        Existe uma diferença, assim como nas cervejas, entre os cafés normais (de mercado) e os cafés comprados em grãos (torrados ou não) que você mesmo mói antes de passar o café.

        A questão é que não vale a pena, na maioria dos casos, o que essas pessoas pagam para se diferenciarem ao tomar um café. Não vale a pena pagar R$100 por um pacote de 250g de um lote X porque, pra falar a verdade, não tem diferença no gosto. Assim como as cervejas artesanais são diferentes em relação às cervejas normais (AMBEV da vida) e os vinhos intermediários são distintos dos vinhos de R$12 a garrafa. Acima disso, não existe nada senão o efeito placebo (inclusive num teste cego os enólogos não conseguiram diferenciar um vinho de R$55 e um de R$3000).

        Resumo: se vende a experiência e a diferenciação em lugares como esses e com essas bebidas.

        • binho_0

          sim, claro, mas é frescura… vendem coca-cola lá tb…

          • Paulo Pilotti Duarte

            Claro que é frescura. Coisas pra rico são 95% frescura e 5% de utilidade. É assim que esse mercado sobrevive.

      • Sempre que reaparece essa guerreira empreendedora incompreendida que sofre preconceito por ser branca e rica, eu lembro que fiquei do lado certo da história quando ela soltou essas pérolas: https://vejasp.abril.com.br/blog/terraco-paulistano/elite-branca-europeia-sofre-preconceito-diz-dona-do-coffee-lab/ (tá certo que eu basicamente me limitei a xingar muito no twitter, mas ainda assim, fiquei do lado certo😜)

        • binho_0

          puts! eu me lembro disso, nossa…
          não sabia q era a mesma pessoa. hahaha

    • Paulo Pilotti Duarte

      Mais um aspecto desse pessoal (Flavio Augusto sempre foi notório por dar declarações como essa e viver num mundo de privilégios e maluquices):

      EDIT: Afinal, “começar do zero” pra ele é começar com R$10k (mais do que o patrimônio da maior parte dos brasileiros). Mas os comentários (e os remendos dele) são melhores ainda, com pérolas como: “se eu tivesse apenas R$100 em poucos meses, vendendo algumas coisas, estaria com os R$10k”. É a completa e total falta de empatia e conhecimento da realidade. E o pior, tem gente que DÁ DINHEIRO PRA ELE falar essas abobrinhas.

      EDIT_2: Depois da bela repercussão negativa o FDP apagou o tweet hahaha

      • binho_0

        Pelo q consta em poucos meses um vendedor de drogas consegue isso. Estelionatários tb. Trabalhando na Riachuelo parece q não dá …

      • binho_0

        hahaha (pelo edit_2).

        • Ainda não acabou!! Culpa nossa, que não sabemos interpretar textos:

          https://twitter.com/GeracaodeValor/status/985229948813225985

          • Paulo Pilotti Duarte

            Resumindo: somos todos burros de não conseguir entender o que ele mesmo disse. E essa desculpinha esfarrapada é babaca demais. Ele mesmo respondeu nos comentários que “se não tivesse 10k; se tivesse 100, iria vender as coisas até atingir esse valor” como se fosse fácil assim ter um patrimônio descartável de R$10k (mais de 95% dos brasileiros não tem patrimônio nesse valor).

            Só quem é papagaio desse pessoal pra engolir essa.

  • binho_0

    Pessoal, existe algum bom site, ou mesmo canal no Youtube, q esteja concentrando em dizer o q rola nas especificações mais técnicas de redes sociais? Por exemplo, na calada da noite, o Instagram, resolve adotar novamente apenas o uso de imagens apenas quadradas e vc só descobre isso um tempo depois usando o serviço… Teria alguém meio q dedicado a monitorar essas coisas ou tem ficar de olho em tudo (na imprensa de um modo geral) pra saber dessas traquinagens/melhorias?

    • Frederico

      Vc já olhou em blogs de mkt digital?

      • binho_0

        não!
        tem algum q seja referência?

        • Frederico

          Poxa, de cabeça não porque não lido com isso, mas lembro que quando precisava saber sobre tamanho em px do banner do fb ou proporções das fotos do instagram, jogando no google esses blogs e de design/publicidade sempre tinham informação

          Vê se isso talvez seja o que procura: http://designculture.com.br/?s=instagram

          • binho_0

            isso! algo assim. excelente!

    • Esse tipo de notícia repercute na imprensa especializada. Mashable, TechCrunch, até The Verge (que é mais generalista) costumam falar dessas pequenas novidades, não?

      • binho_0

        acho q não…

    • Ranner Barbosa

      meio e mensagem, talvez.

      • binho_0

        Nossa, faz tempo q não ouvia falar deles . Acho q vale dar uma espiada

  • Frederico

    Numa diferença de até 200 reais, vocês prefeririam um Android

    a) lançamento topo de linha de 2016
    b) lançamento intermediário em 2018
    c) o mais barato entre esses

    ?

    • Oooo

      Topo de linha 2016 (iPhone 7) minha opinião.

    • Paulo Pilotti Duarte

      A minha experiência me diz que é melhor um topo de linha de 2 anos atrás do que um intermediário atual.

    • Depende dos aparelhos. O iPhone 7 ainda é um bom negócio; o Galaxy S6, que não recebe mais atualizações, é de se pensar.

      • Paulo Pilotti Duarte

        O S6 está no mesmo patamar de preço do iPhone SE (por volta de R$1500 no Ponto Frio, ambos com 32GB). Nesse caso eu compraria o SE sem pensar muito.

      • Frederico

        Sem chance iphone, muito caro para mim mesmo após anos.
        Engraçado que achei que como cogitei intermediário, achei que estaria subentendido que estava me referindo aos android. vou editar

        • Paulo Pilotti Duarte

          Sim, mas qual intermediário x topo de linha?

          Como eu disse, o S6 no Ponto Frio é o mesmo preço (até mais caro) do que um iPhone SE (que mesmo tendo a tela menor eu considero um aparelho muito melhor e que ainda recebe atualizações).

          • Frederico

            Ah, S6-7-8 vs algum asus motorola sei lá mais o que

            Deixei de acompanhar lançamentos e agora acho mto dificil entender o que as fabricantes oferecem

          • binho_0

            oferecem incerteza. vc compra e… talvez atualizem, talvez não.

          • Frederico

            Não sei o quanto ligo para isso, porque veja bem, utilizo um celular de 2014 ou 2015 e só vou parar de usá-lo quando ficar realmente intragável de usar (está começando). Se não fosse por isso, continuaria usando. Então acho que tem um tempão que ele deixou de receber atualizações e não sei o quanto isso me afeta negativamente.

          • Paulo Pilotti Duarte

            Eu também acho dificil de acompanhar e não me importo com a maioria das coisas, o que mais pesa é o preço mesmo.

            Por isso mesmo, um S6 tem o preço equivalente ao do iPhone SE (na verdade, mais caro até). Um S7 é mais barato do que um iPhone 6/6S, o S7 vai regular de preço com o iPhone 7 e assim por diante.

            Desses todos, pra mim, o melhor negócios é o iPhone SE por ~R$1500.

            Lógico que esse preço é alto demais, mas é mais ou menos o que você perguntou entre um top de linha de 2/3 anos atrás, e, nesse caso, acho que eles valem mais a pena.

            Os intermediários de agora serão mais baratos (provavelmente, não sei muito ao certo) mas terão um desempenho pior, lógico. Acho que o preponderante é saber se dá pra gastar mais de R$1000 num telefone ou se tem que ficar abaixo disso.

            Eu uso um Alcatel A3XL que é bem ruim de usar, mas, paguei R$600 na época (mais de 1 ano atrás) e consigo usar no dia-a-dia com esforço.

          • Eu tinha um Zenfone 5 com quase 3 anos. A bateria é muito ruim e fora isso o aparelho dificilmente travava por ter um hardware descente.

            Esse ano fiz um esforço e troquei para um ZenFone 4 Max (ZC554KL) que tem bateria de 5000 mAh e comigo que não assisto muito vídeo dura mais de 2 dias. Paguei uns 1200 reais na Fastshop.
            As outras configurações inclui 3GB de ram e um processador bom. A câmera acredito que não é la essas coisas, mas quebra o galho para mim.

            No caso escolhi esse porque estava cansando de a bateria durar menos de um dia com o meu antigo Zenfone 5.

            Então pense no objetivo de um novo celular que você deseja. Quer mais bateria? Melhor câmera? …

            Tem o Samsung Galaxy A9 que está quase na mesma faixa de preço e possui bateria de 5000 mAh também.

          • Frederico

            Legal, esses dois aí nem sabia que existiam, vou dar uma olhada

        • O iPhone aí entra como “topo de linha de 2016”, não como intermediário :)

          • Frederico

            Sim

            O que eu quis dizer foi que a Apple não tem intermediários, então achei que fosse implícito que a pergunta toda se referia aos android

            De qualquer forma, ignorando o preço (já que o SE e o S6/7 aparentam estar iguais), o iOS não tem a grande freature que pelo menos hoje é fundamental para mim: widgets na homescreen, o que é uma pena

    • Rookie naz

      a) Por preço bom só mesmo o s7/edge.

  • Hoje tive que apagar um tweet com 400 RTs, 729 curtidas e 40 mil impressões por conta de um erro crasso — usei “ano-luz” como unidade temporal em vez de distância.

    Sempre critiquei gente que publica tweet com erros ou totalmente incorretos que viralizam e que não se retratam/apagam, então seria hipocrisia deixar o meu ali. Mas é isso: a gente tem que fazer o que prega, logo, quando apontaram o erro e me dei conta dele, apaguei sem muita cerimônia.

    • Luis Fernando

      Mesmo sendo para fazer uma brincadeira com uma imagem? Tipo, todo mundo entendeu, foi legal…

      • Ah, é, era um tweet bobo, de fato. O que me motivou a apagar foi ter minha assinatura em uma informação equivocada sendo vista por milhares de pessoas. Tenho uma reputação a zelar, haha!

        • Luis Fernando

          bah, cara… relaxa! a vida é mais que isso! hahaha

    • Perdoe a sinceridade (e nem vi o tal tuíte), mas pelo seu relato pareceu tempestade em copo d’água.

      • Sim, foi um furacão Irma em um copo d’água. É só uma bobagenzinha que quis compartilhar aqui. (O erro do tweet foi usar “ano-luz” como medida de tempo.)

    • binho_0

      Seus planos de ir pra editoria de ciências vão ter esperar um pouco.

      • Frederico

        mas vc viu que ele jogou as métricas ali para abrir olho de partidos
        campanha de vereador vem aí

    • binho_0

      “Cosmos” sai da Netflix dia 15/4. Corre q dá tempo!

  • Olá pessoas, dessa vez eu voltei em definitivo.
    Saudades de todos vocês!

  • Frederico

    Netflix soltou nova temp de chefs table
    Primeiro epi e citam oreo frito….

  • Frederico
  • Daniel Rodrigues

    E o Trump iniciou o ataque a Siria

    • binho_0

      Tem um programa, acho q o último do “xadrez verbal”, dando boas pistas sobre essa encrenca toda.

  • tuneman

    Um colega de serviço ganhou três Palm de um cliente e me deu um pra brincar.
    Sinceramente, não tem utilidade nenhuma. hahahha

    https://uploads.disquscdn.com/images/6a28d6ccce071638827428d116afe1a1e48c8f3235f539b1b0d7fdf25f0c971d.jpg

    • Frederico

      Em pensar que isso já foi o ápice
      A tela aí é resistiva né?

      • tuneman

        Nem sei!
        Nem veio com a caneta.
        Em pensar que isso já foi o ápice²

    • binho_0

      Uma relíquia

    • Paulo Pilotti Duarte

      Esse era ótimo (carinhosamente conhecido por Z72). Eu tinha o Zire 21 (foto) que tinha menos utilidade ainda, mas, com o infravermelho do meu telefone eu conseguia usar ele pra navegar na internet na época do wap (e de quebra conseguia créditos free pro meu telefone por um bug bizarro no esquema de bônus da Claro na época). https://uploads.disquscdn.com/images/98162aa0e71b90fdcd52f89272a4f1ff391137d0ecd8480f6d220a817ec34e7a.jpg

    • se eu tivesse tempo, dinheiro e espaço, eu acho que até tentaria colecionar essas coisas

      • Paulo Pilotti Duarte

        Fácil.

        Eu tinha um HP Jornada que até hoje me dói ter vendido.
        Assim como o Nokia N800.

  • Paulo Sabaini

    Estou querendo me aprofundar mais no cinema, assistir os clássicos e filmes mais importantes, sei que é difícil catalogar e até eleger os melhores filmes, mas vocês tem alguma boa lista ou guia para eu seguir, também aceito dicas.

  • Vídeo muito bacanacom spoilerssobre O Pequeno Assassinato https://youtu.be/8ARdtqUVEvQ

  • recentemente circularam notícias a respeito de funcionários da Apple que trombaram com as paredes de vidro espalhadas pelo Apple Park, causando alguns nada desprezíveis acidentes de trabalho. Os funcionários então começaram a colar nas paredes uns post-its coloridos para sinalizar o perigo para os demais — o que foi prontamente proibido pela empresa. Escrevi umas palavrinhas a partir do caso: https://arquiteturaemnotas.com/2018/04/14/na-apple-e-proibido-colar-post-its-na-parede/

    • binho_0

      OPA! Já salvei pra ler.

  • Gabriel Andrade

    Gente, quanto vocês acham importante aprender uma língua estrangeira ?
    Comecei a aprender inglês a 2 anos atrás na faculdade e já consigo me virar bem
    Estava pensando em aprender uma terceira língua e fico na dúvida entre o Francês e o Espanhol
    Já tentei aprender Francês pq tem oportunidade de intercâmbio onde estudo mas acho uma língua complicada e isso me desmotiva muito.

    • tuneman

      Faz tempo que quero aprender espanhol. Ao menos o básico para pedir direções, comida e hospedagem.

    • Frederico

      Se tua cidade tiver uni pública, principalmente federal, é capaz de ter um núcleo de idiomas dedicado que o valor costuma ser mto mais barato que qualquer curso de idioma presencial tradicional.

      Eu não perderia essa chance de estudar novo idioma nem de tentar intercâmbio, são dois dos melhores investimentos que vc pode se dar na vida

      • Gabriel Andrade

        Estudo em uma federal
        Vou tentar o curso gratuito para estudantes no próximo semestre, caso eu não consiga vou pegar cadeiras de francês.

  • binho_0

    Alguns sinais sobre o Facebook

    https://folha.com/kazmcjl2

    • tuneman

      Toda essa polêmica do Facebook…., o usuario médio não dá a mínima pra isso. Daqui a pouco quase ninguém mais vai lembrar disso tudo.
      Tipo aqueles casos de espionagem da NSA. Fizeram até filme sobre isso!

      • binho_0

        Olha, eu diria q a maioria não se importa, mas tem um minoria querendo fazer com q a maioria se importe. Tem muito ativista nessa área tentando passar a mensagem de que a privacidade importante. Eu desconfio que a maioria não se importa mais por desconhecimento do que por uma questão de realmente não se importar com as consequências. Converso com alguns colegas de trabalho e qdo detalho a eles os tentáculos dessas empresas, eles se mostram desconfortáveis.

        Fazer filmes sobre o assunto ajudaria muito. Pena q muitos desses filmes pode não alcançar o grande público se não estiverem nesses blockbusters.

        Esse incômodo com as grandes empresas q sapateia na nossa privacidade vão ter q, em algum momento, encarar a insatisfação das pessoas sobre essas violações assim q as pessoas se derem conta delas. Por ora, eles mascaram bem. E veja, o casa C.A. é BEM complexo de entender para a esmagadora maioria das pessoas q usam internet no país.

        • tuneman

          Aham!
          Ou quando algo realmente muito sério ocorrer! Aí quem sabe as pessoas importem-se com as consequências.

          • binho_0

            é o famoso ‘as pessoas só se mexem qdo a água bate na bunda’.

  • binho_0

    Curto muito essa produção musical de música eletrônica no estilo faça tudo você mesmo. Daí me deparei com esse canal e compartilho aqui com vcs:

    https://www.youtube.com/watch?v=yuXq3gBQ0dI