Post livre #153

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14/11/18, 13h25 1 min 122 comentários

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Nesta, excepcionalmente, antecipei a abertura dele devido ao feriado da quinta (15).

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  • Esse Post Livre veio cedo então vou aproveitar para fazer as honras e estreá-lo com a seguinte dúvida que vem me consumindo. Com a iminência da Black Friday, pretendo fazer um upgrade no meu computador mas tô em dúvida se teria melhores resultados mudando o meu atual processador i5-6600 para o i7-8700k (mais a placa mãe compatível) ou mudando a placa de vídeo GTX 960 para uma GTX 1080. O que vocês acham?

    • Esse Core i5 é dual core? Imagino que o de oitava geração seja quad core. Talvez faça diferença, mas estou comentando aqui só de feliz — parei de acompanhar esse mercado high-end/gamer de perto, haha.

    • Gedson Junior

      Daí tu tem que ver onde está o gargalo do teu sistema, e ver como fica a GTX 1080 com o teu processador atual. É difícil cravar alguma coisa sem saber o que é mais importante pra ti e quais são as intenções pro futuro.

  • Gabriel Arruda

    Alguém acompanha o mercado de fotografia? Interessei-me por fotografia e acabei assinando vários canais e descobri que o mercado está passando por uma revolução de mirrorless.

    Esse ano, toda fabricante entrou na briga com a Sony/Fujifilm e abandonaram os mounts legados (Nikon, Canon e Panasonic adotaram novos mounts). Engraçado que, na prática, as câmeras parecem tão boas já que pouco muda no resultado final, execeto pela parte de filmagem. Por outro lado, Google e Apple estão chegando a resultados surpreendentes com HDR que nem as melhores full-frame atingem…esse negócio pode ser uma revolução do mercado.

    Única coisa que me impressiona negativamente é como quase todas as fabricantes costumam ter interfaces antiquadas (tanto botões como software). Bem diferente do cenário de smartphones por exemplo, que sempre está na vanguarda nesse aspecto.

    • Não acompanho. Tem um fator muito curioso aí nesse final do seu comentário: botões. Quando estava de olho em câmeras, somente as mais caras da Sony tinham botões físicos e dials. As de entrada, como a NEX-F3, só touchscreen. Eu tinha uma NEX-5R e o dial extra e os demais botões tornavam ela muito mais fácil e prazerosa de manejar. (Minha irmã tem uma F3.)

    • Frederico

      Acho o contrário nas interfaces. Para bater uma foto com DSLR, nada melhor que botões para controlar tudo sem que meu olho saia de viewfinder para bater a foto.

      • Gabriel Arruda

        O problema é que os dials e botões são mal desenhados, quando bem feitos, são a melhor opção.

        Eu comprei uma Fujifilm x100f porque dá para mexer em tudo (abertura, ISO e velocidade do obtturador) sem tirar os olhos do viewfinder. A abertura é na lente, ISO no botão e velocidade tem um dial dedicado.

        Em outras câmeras mais baratas, você não consegue mexer nessas coisas sem ir para o LCD. E, usando o LCD, é uma porcaria também.

        • Frederico

          Hmm,
          Eu experimentei 2 de entrada, Nikon D3100 e Canon 5Ti. Acho que exceto para controle de ISO na Canon (e era o ajuste que eu menos fazia), todo o resto estava bem tranquilo para mim. Agora para menus mais específicos, como configurar o balanço de branco pruma cor de referência, aí a navegação no começo não era intuitiva, mas depois fluia bem.

    • binho_0

      engraçado…. pelo menos pra mim, tá aí algo q realmente importa MUITO pouco. tanto faz, na verdade.

      • Gabriel Arruda

        Você fala das câmeras ou de onde ficam os botões das câmeras?

        • binho_0

          Dos dois… assim, é legal um ou outro detalhe, mas se o foco não for no registro que se quer fazer, a coisa perde um tanto do seu sentido. Não faz muita diferença a posição das coisas, mesmo pq boa parte delas já está consagrada, não tem muito pra aonde ir. O mercado tb é algo meio bem que consolidado e sem muitas surpresas. É um mercado tão careta que uma câmera monocromática simplesmente não sai, apesar da demanda…. Não vejo empresa nenhuma tomando riscos, porque se ela perder o foco (ora!) na coisa de “tirar fotos”, aí sim as empresas de celulares vão engoli-las.

          • Gabriel Arruda

            Ah sim, como eu disse, câmera é tudo bom demais já hoje em dia (incluindo smartphone). Meu problema é que, justamente por ser tão simples e bem definido fotografia (abertura, ISO e velocidade obturador) que não entendo como pode ser difícil “setar” essas coisas em algumas câmeras. Tudo bem que provavelmente era ruim por ser câmera de entrada e misturar controle manual com aqueles presets, mas era irritante algumas vezes usa-la.

            Acho que as empresas tradicionais estão competindo no mercado de profissionais, enquanto temos a Leica e suas idiossincrasias como rangefinders, ausência de tela, versões sem logo, etc…

          • binho_0

            faz parte (ou pelo menos fazia) da graça da coisa explorar o que cada empresa oferece e o q cada máquina tem a dar em termos de experiência. então, esse ciclo louco de comparações no qual os youtubers nos colocam nos fazem ver como defeito uma abordagem diferente e como virtude o resultado de uma operação q só reflete o gosto pessoal do youtuber (especialmente daquele q tem a chance de experimentar muitos modelos, coisa q um fotógrafo normal e mesmo amador não tem)… por isso eu não me importo; o q cai na minha mão eu exploro e faço funcionar e vamos nessa. acho q talvez isso seja uma lacuna mesmo: se vc não experimentou o processo completo da fotografia analógica (registro / filme / revelação / ampliação), a sua experiência com o digital passa a ser mais com a interface do q com o processo (químico, quase mágico, de ver a imagem surgir do nada) fotográfico. é compreensível q assim seja, mas eu acho q vendo agora pelo seu comentário, explica o meu desinteresse em algo q, sim, tb é relevante.

            por exemplo:
            https://www.youtube.com/watch?v=4nmQILohRTA

  • Chegou o mouse que pedi no fim de semana, um Logitech G502. É “gamer”, o que significa que tem luzes (discretas, só no “G” que, de qualquer forma, fica encoberto pela mão) e uns detalhes interessantes no acabamento, como o fio reforçado de tecido e uns pesos de metal extras para colocar dentro do mouse — eles vêm em um case à parte.

    Ele é bem robusto, agradou-me de cara. Tem uma infinidade de botões que ainda não sei para que servem, mas alguns sim, como os que definem a sensibilidade do cursor e o que “trava” a wheel (“solta” ela se comporta como o trackpad do MacBook, ou seja, vai rolando até parar sozinha).

    • Gertrudes, a Lhama

      Eu já comecei a olhar mouses umas 500x, mas o meu sem fio da Microsoft continua funcionando. As vezes ele dá umas falhadas: já teve a época que nenhuma pilha durava, desligava sozinho, e agora o scroll dele tá meio bugado (quando fica parado por um tempo, ele vai direto pro fim da página quando eu scrollo um “estalo”).

      Logitech é uma marca que tenho como de boa qualidade. Mas me surpreendi com esse da Microsoft também, tenho há 5 anos e uso quase que diariamente.

      • Eu tive um da Microsoft, conexão Bluetooth, e era muito frustrante. Ao abrir a tampa do notebook, tinha que esperar quase um minuto para sincronizá-lo, quando não desativar e reativar o Bluetooth do sistema.

        Outro Microsoft, esse com um receptor conectado à porta USB, tinha um leve atraso no início do arrastar. Frustrante também.

        Não sei por que o povo implica tanto com fio. É mais confiável e não exige pilhas. Para computadores estacionários (caso do meu, apesar de ser um notebook), só tem vantagens. (E mesmo que fosse wireless, é um trambolho; dificilmente o levaria na mochila.)

  • estou sinceramente com vontade de experimentar esse joguinho novo do homem-aranha do PS4 — mas pra isso preciso arranjar um PS4 antes. É como se repentinamente eu tivesse 12 anos novamente. Alguém sabe dizer se vale a pena usar o de 500GB ou é melhor comprar de uma vez o de 1TB?

    (aliás: imagino que a vida útil do console seja de mais uns dois ou três anos, certo?)

    • Não existe uma maneira de alugar video games por um período? Se o desejo é só por experimentar um jogo, talvez seja uma saída melhor/mais econômica.

    • Frederico

      Não tem amiguinhos gamers?
      Quando jovem, era comum emprestarmos videogames, não sei se essa cultura morreu

    • Will S.

      depende, qual a diferença de preço? pois se for muito grande dá pra comprar o de 500 e depois trocar o HD, mas se vc não jogar muito, fica com o de 500 msm, pq não vai colocar muito jogo. .

      e 2 ou e anos dependendo de vc né, rs, pq tem muito jogo bom pra ele, creio que dá pra ficar pelo menos 5 anos rodando tudo, até os jogos ficarem só pra próxima geração

    • binho_0

      como tem muito jogo bom, além desses, até vale a pena. mas como parece q o ps5 vai rodar os jogos de ps4, eu vou esperar. tem vários jogos q parecem ótimos. depois q joguei ‘the last of us’… eu com certeza vou querer jogar o próximo. a qualidade desse jogo foi tão foda, mas tão foda, q colocou, definitivamente pra mim os jogos num patamar de alto respeito. eu já tinha, mas já não é só pela diversão, como seria o caso desse jogo do homem-aranha. o console é um investimento válido qdo esse tipo de jogo muito foda é feito. e seria uma pena perder o melhor da nossa época e q, muito provavelmente, será considerado obra prima mais à frente (50 anos ou mais).

      • Video game é arte???

        • binho_0

          pô se é. há muitos projetos artísticos coletivos. um filme, por exemplo. quem ganha a fama é o diretor, mas ele não faz um filme sozinho. um jogo um cara até pode conseguir fazer sozinho, mas ainda assim não é de todo se ele usa algum programa (grátis ou não), sem aquelas ferramenta poderosa o jogo não sai. é arte no mesmo nível de um filme. daria pra colocar como sendo uma linguagem tb. infelizmente a crítica de jogos tem um certo viés q não a aproxima da crítica de outras áreas. por faltar estofo e argumentos artísticos aos crítico de jogos, a impressão q se tem é de estar diante de qualquer coisa de entretenimento, mas não é o caso. tem jogo q é feito só pra arrancar dinheiro ou entreter mesmo, mas isso acontece em todas as artes tb.

          • Frederico

            quem é o romero britto dos games? e a beatriz milhazes?

        • Frederico

          é arte, é esporte, é pop, é vida

      • Estou inclinado a comprar agora justamente porque imagino que o PS5 só apareça em 2020 ou 2021.

  • E o prêmio de vaporware do ano vai para… o Hydrogen One.
    https://youtu.be/OCE8ljMhFK8
    https://youtu.be/bNLgikGu4Yw

    • Estava meio óbvio que esse negócio seria um desastre.

      (Talvez seja mais correto chamá-lo de “decepção”; vaporware é um produto anunciado, mas que nunca é lançado.)

      • Maicon Bruisma

        Ou um produto que pode vir a ser lançado, porém demora, só é apresentado para a empresa mostrar que pode. A Razer é o primeiro nome que me vem à cabeça

        • Sim, um produto é vaporware enquanto não é lançado comercialmente. Um vaporware pode ter um protótipo ou até um modelo funcional, mas que não é vendido ao público. O próprio Hydrogen foi vaporware por um bom tempo — alguns youtubers e sites gringos tiveram acesso a protótipos durante o ano. Mas, depois que é lançado, ele perde essa “classificação”.

      • (Vamos chama-lo de flopware então. E quero royalties pelo neologismo, em dólar please, pra que eu possa começar do zero com 10 mil).

    • Frederico

      É… se até o Marquee não curtiu…

  • Devastadora esta reportagem do New York Times sobre o Facebook. A falta de ética da liderança da empresa, incrivelmente, é pior do que se imaginava: https://www.nytimes.com/2018/11/14/technology/facebook-data-russia-election-racism.html

    Não que faltassem motivos, mas até o fim do ano excluirei minha conta lá e no Instagram. A essa altura, participar disso é ser conivente com uma das piores empresas que o capitalismo já nos deu.

    • Nope

      Devastadora no sentido da qualidade da matéria mas com relação a seus efeitos eu tenho lá minhas dúvidas. Hoje nada mais atinge o poder dessas grandes empresas. O escândalo do Facebook não se traduziu em pessoas deixando a rede social ou afetando seus ganhos.

    • Esses dias eu “descobri” o ArtStation. https://www.artstation.com/ Caramba, que plataforma boa pra compartilhamento de arte e divulgação de portfolio. Muita gente usa o Instagram pra divulgar seus trabalhos, mas certamente há rivais à altura esperando pela atenção da massa.

      • Não é por falta de alternativas que o Facebook mantém sua hegemonia. Há uma série de fatores; hoje, qualquer um consegue subir uma rede social com recursos básicos.

        • Frederico

          precisa só de 10mi para começar do zero

          • Olha, acho que nem com 100 você conseguiria sem contar com muita sorte…

    • binho_0

      “Manifestantes segurando suas placas de led
      Com escritos do tipo: O Facebook é um lixo…
      …radioativo”

    • Problema maior é conseguir se desvencilhar do Whatsapp…

      • Régis

        Sair do WhatsApp realmente é bem mais complicado!!

        • Sim! Estou tentando traçar um plano nesse sentido: levantar quais pessoas e grupos com quem eu mais dialogo ou que me são importantes, e tentar convencê-los a migrarem para o Signal ou Telegram.

    • Quais meios você vai usar pra interagir com seus amigos na internet?

      • Minha família imediata (pais e irmãs) convenci a usar o Signal. Com a namorada, falamos por iMessage. Também existem algumas tecnologias arcaicas, mas ainda funcionais — e-mail, SMS, telefone. Para redes sociais, tenho usado nada, mas vejo bastante coisa pelo Twitter, no TweetDeck, por causa do trabalho.

  • Frederico
    • binho_0

      tinha que ter marchinha de carnaval pra isso.

  • Matheus De Sena

    Entrando em grandes sites de noticias como Uol, G1, Estadão, etc, o nível de toxidade dos comentários é altíssimo, mesmo nas noticias mais triviais! E quase sempre são comentários que não agregam em nada a noticia, muito pelo contrario, são ofensas puras e carregadas de ódio.

    Esses dias reparei que agências de noticias estrangeiras, com conteúdos em português como a BBC, o El País, a Deutsche Welle, a Rádio França Internacional (RFI), entre outras, não possuem sessão de comentário. E, no meu ponto de vista, os conteúdos dessas agencias é muitas vezes melhores que a das mídias brasileiras, coincidência ou não.
    Alguns veículos nacionais como a Revista Piauí e o Nexo Jornal também não possuem uma caixa de comentários, e mais uma vez ao meu ver, o conteúdo desses dois sites é de muita boa qualidade.

    As perguntas que eu faço são: A caixa de comentários pode influenciar, positivamente ou negativamente, a qualidade das noticias e da empresa de mídia?
    A empresa que abre uma sessão de comentários deveria ser responsabilizada juridicamente, junto com o autor do comentário, pelo o que é escrito ali?

    • Nope

      Esses grandes portais de notícias mantém seus sistemas de comentários tóxicos pois atraem visitantes. Quantidade acima da qualidade. Quer perder a fé na humanidade? Acesse os comentários do G1, por exemplo.

      • Matheus De Sena

        É justamente o que eu imagino, se eles se.importam mais com cliques, então a qualidade da informação não deve ser prioridade pra eles.

    • Frederico

      Ah, com certeza sim pra sua pergunta.
      Conto nos dedos das mãos as vezes que li comentários que agregavam algo.

      E pra sua segunda pergunta, não tem porque, não tem sentindo.

    • binho_0

      Bloqueei a área de comentários do G1 pra não correr o risco de lê-la. Acho q não afeta a qualidade do q o jornalista vai escrever, mas rende pageview pra caramba.

    • Falta braço e/ou interesse nas redações para fazer um trabalho decente nos comentários. Sei que quase sempre é injusto comparações do tipo, mas o New York Times, por exemplo, tem uma área de comentários bastante rica. O The Verge, idem. E, claro, o nosso Manual do Usuário é tão bom aqui embaixo que deu origem a este post livre que é, literalmente, um post sem nada só para abrir o espaço.

      Entre a falta de investimento e o caos que se instala nesses lugares, para mim seria muito mais saudável desativar os comentários. Eles geram uma distorção bizarra de percepção: textos que são lidos por milhares de pessoas são avaliados por apenas algumas dezenas de pessoas, coincidência ou não as mais raivosas. Nessa, cria-se uma ideia de que esse feedback extremamente limitado e pouco representativo é o do leitor médio do veículo.

      O G1, salvo engano, desativa os comentários em matérias de temas sensíveis ou muito polêmicos. É um primeiro passo nessa direção.

      • Matheus De Sena

        Acho que no final das contas “qualidade atrai qualidade”. O Post Livre só existe porque, em algum momento, você viu que os comentários aqui geram discussões interessante. E é a qualidade do seu trabalho que atrai pessoas a dispostas a trocar idéias de maneira saudável e civilizada, caso contrário isso aqui seria infestado de trolls, como em outros sites.
        Quanto a toxidade dos grandes portais, acho que acaba sendo o que você e os demais colegas comentaram, deve ser um misto de falta de interesse, com falta de mão de obra e obsessão por pageviews.

  • binho_0

    O dono da editora Veneta dando a real sobre as grandes livrarias.

    https://m.facebook.com/616283575/posts/10156020192468576/

    • Frederico

      Oloco essa proposta de 30% em 12 anos

      • binho_0

        é uma coisa muito sacana… num nível sórdido.
        ainda mais vendo a mega expensão q esses caras fizeram (todos do mercado de livros, ou seja, sem desconhecimento aí) e depois falar q é por culpa da crise. elio gaspari deu a real tb no domingo passado, expondo números q mostram q não havia crise no mercado de livros, pelo contrário até. e, já não é de hj, mas esses donos de livraria estão loucos para impedir q descontos sejam dados aos livros novos por força de lei. algo similar foi o lobby da olimpikus pra aumentar a taxação de tênis importando – conseguiram… mas isso é bem capitalismo brasileiro. e duvido q mude. acho até q vai piorar.

    • Ana Carolina

      a impressão q tenho é que houve ganância mto grande em algum momento no mercado de livros e eventualmente iriam quebrar a cara mesmo. Até em sebo parei de comprar livro há mto tempo, pq ficou bem difícil.

      • binho_0

        sebo tá inviável. graças ao estante virtual o q veio pra ajudar, no fim, igualou o preço de tudo. livro esgota, então, q deveria custar 20, passou pra 200, mesmo não valendo. é só por estar esgotado mesmo. coisa q não existia antes. vc entrava no sebo, via lá um livro meio caidinho, e ele saia pelo preço justo. agora o livro pode estar todo escangalhado, mas se estiver esgotado, não importa, vão cobrar caro.

        • Frederico

          é oferta e demanda de uma maneira torta né

          • Nada torto aí. Apenas mais um dia normal no capitalismo.

        • Ana Carolina

          sim, eles comparam as coisas no estante virtual e embolam os esquemas do pobre

  • tuneman

    Cheguei em chuy… Sai as 5h de Passo fundo e cheguei as 18h. O comeco foi complicado pelo frio e por ter muita neblina entre Ernestina e Tio Hugo.
    Teve um trecho entre Encruzilhada do Sul e Canguçu que foi maçante… Mas piorou quando cheguei no Taim. É um trecho muito longo, muito reto e só 2 postos de combustíveis. Amanha vou a Punta e Montevideo.

    Edit : na sexta passei na alfândega sem problemas. Estava precavido com colete refletivo….outros colegas tiveram que voltar a chuy comprar. Segui ate a fortaleza de santa Teresa e fui abastecer em La Rocha. La encontrei 2 paulistas que tambem estavam indo a punta e Montevideo, entao seguimos juntos.
    Chegar na praia de La Barra foi surreal. casas de alto nível. Seguimos para Punta e la la eu fiquei abismado. O luxo é impressionante. Tem ate trump tower e nao se ve mendigo nas ruas! Hahahha
    Tiramos fotos nos Dedos e ao sair encontramos mais 3 de Curitiba. Seguimos em comboio para Montevideo. Despedi-me e segui para meu hostel. Montevideo possui muitos predios velhos e históricos.

    Hoje pela manha acordei cedo para tirar umas fotos com luz e peguei a estrada. Foi bem difícil, pois havia muito vento. De 125 eu quase me arrastava e a autonomia foi pro saco. Parei em Paso de Los Toros para uma foto e abastecer. Peguei um temporal muito forte e chuva até aqui em rivera. Estou com as coisas secando um pouco e amanha parto direto até Tapera, nao pretendo nem comprar nada.

    To colocando umas fotos no Instagram… rafael.mds

    • Will S.

      boa sorte nessa aventura!

      é vc que usa moto né?

      • tuneman

        Isso. Uma intruder 125… Meu vizinho veio pra ca com uma honda lead

    • Frederico

      vai comer mto asado y vino no uruguai?

      • tuneman

        Comi um chivito agora pouco. Muito bom, mas é ‘overpriced’.
        Amanha rumo a santana do livramento.

    • Vagner Ligeiro

      Boa viagem e aproveite bastante. Lhe invejo :)

  • Ana Carolina

    Os arquivos de vocês são organizados? De quanto em qnto tempo fazem backup? Essa pergunta serve pro computador em geral tb (favoritos, coisas pendentes pra ler etc.)

    • Frederico

      sonoro não

      sempre que compro PC novo (cada 6 anos +-), faço o AGORA VAI, mas nunca vai

      o tanto de pdf aleatório que tem no meu pc não é brincadeira, sou acumulador digital

      • Ana Carolina

        tô nessas kkk pior que ainda tem arquivo da minha mãe e tia pra arrumar. Escrevi alguma vez que tenho surto vez ou outra de querer apagar boa parte e só manter o necessário, mas sei que pode ser bem ruim fazer isso.

        Tô arrumando devagar mesmo e pretendo apagar arquivos muito grandes depois de usar (um PDF ainda pode ser tranquilo de manter, uma videoaula não, por ex). AGORA TEM QUE IR.

        E o backup, tá em dia?

        • Frederico

          To naquele backup que não é backup, que é o dropbox com os principais arquivos. O HD externo tem algumas coisas, mas possivelmente nada de importante.

          Aliás, analisando friamente acho que não possuo nenhum arquivo digital realmente imperdível

    • Will S.

      coisas pra ler estou sempre atualizando, tanto é que se tiver 5 links é muito.

      já em relação a arquivos, nem tenho.

      • Ana Carolina

        como assim não tem?

        • Will S.

          não tenho msm arquivos pessoais, heheh

          no máximo fotos, mas fica tudo no Google

          e os pessoais que tenho são coisas da faculdade que digitalizo para poder jogar os físicos fora

    • São relativamente organizados (uma ou outra pasta precisa de um pente fino), mas tudo com backup. Muita gente fala mal do iCloud, mas para mim ele é uma mão na roda: tudo que está na pasta Documentos e Mesa sincroniza/faz backup automaticamente; o mesmo para fotos. Se eu logar em um Mac, basta esperar alguns minutos/horas para ele baixar tudo e eu estar em casa.

      Para leitura, já declarei falência no Pocket, mas todo início de ano eu faço uma limpa, então não me incomoda muito.

    • Mais ou menos.
      O meu maior problema é ter arquivos em vários serviços de sincronização (Dropbox, OneDrive e Google Drive). Um dia eu paro pra arrumar isso aí.
      Localmente, a minha eterna bagunça é com a pasta de Downloads.

  • Ana Carolina

    estava crente q o mdu ia fazer post sobre a redação do Enem e não aconteceu. Daria pra conseguir novos leitores e números legais (não q seja o foco)

    • Ah, pois é. O tema foi bastante interessante e caberia um texto aqui, mas passei tão batido pelo Enem como um todo que acabou, o tema da redação também, passando.

      • Ana Carolina

        o “ideal” talvez fosse pegar o boom do dia seguinte ao da redação, em que muita gente pesquisa, mas daria tranquilo pra fazer um pouco depois :'(

        os jovens estao sedentos por um vídeo/texto confiável nessa época. Até conteúdos meio duvidosos ganham visualizações monstruosas por causa da palavra enem

        • Eu diria que “até conteúdo confiável” ganha visualizações, haha.

  • Frederico

    Pequenas maravilhas contemporâneas: essa possibilidade de seu spotify no celular controlar o spotify do PC e vice-versa.

    • São essas pequenas maravilhas que nos fazem permanecer clientes desses serviços.

      • Frederico

        em contra partida, cada 3 meses mudam a interface (normalmente pra pior, pq vc tinha acabo de se acostumar com a anterior)

    • A Apple tem tanta coisa no Continuidade, mas falta isso. O Apple Music do iPhone não conversa com o do Mac.

  • Sei que estou “falando para convertidos” aqui, mas talvez alguém aponte um ponto cego meu.

    Estou reformulando a newsletter do Manual do Usuário, o que inclui o formulário de cadastro. No novo, peço (exijo; são campos obrigatórios) o estado em que a pessoa mora e seu status profissional (se é empregado, diretor, funcionário público etc.).

    Por que isso? Para saber, em linhas mais ou menos gerais, com quem estou falando, e, futuramente, poder vender a newsletter para projetos em empresas. (Obviamente, esses dados jamais serão compartilhados; o objetivo é fazer recortes do agregado dos dados.)

    Esse formulário te incomodaria? Se sim, por quê?

    Aliás, para quem já quiser se cadastrar: http://eepurl.com/bMiWiv

  • Uma prova de como os “reviewers” de tecnologia estão desconectados da realidade é essa obsessão pelo último chip disponível. A análise do Motorola One no Meio Bit diz:

    Aqui a Motorola pisou na bola. OK, o One trás 4 GB de RAM e 64 GB de espaço interno, com suporte a cartões microSD de até 256 GB, mas peca por vir equipado com o Snapdragon 625, um processador lançado em 2016 e que convenhamos, já está para lá de defasado.

    Claro que no frigir dos ovos ele mantém a performance estável, o Motorola One consegue rodar jogos recentes, vídeos no YouTube e cuidar de dois ou mais aplicativos simultâneos sem problema, o que é mais do que suficiente para a maioria dos casos de uso do público ao qual ele é destinado.

    No YouTube, aquele Dave Lee disse em seu último vídeo que um notebook da Asus é melhor custo-benefício que o MacBook Air apenas por trazer um hardware mais poderoso. Ele ainda faz a ressalva de que não quer dizer que o MBA seja ruim.

    Nenhum dos dois se dá conta da contradição.

    É preferível que um computador ou smartphone novo tenha o chip mais recente, mas ser equipado com um levemente antigo não desabona nada, especialmente porque a longevidade desses equipamentos tem aumentado. Eu uso um Core i5 de quinta geração (estamos na oitava); no trabalho, meu computador tem um de segunda (!) geração e está ok (o gargalo aqui é o HD).

    • Frederico

      Na minha experiência android, acho que os componentes se defasam muito rápido em relação aos APPs. Parece que cada vez mais os apps são menos otimizados (o irtmo de desenvolvimento é muito acelerado) e exigem muito do processador. Meu celular, teoricamente topo de linha ou próximo disso em 2015, não dá conta mais, trava direto

      • binho_0

        são muitas atualizações e, cara, eu não sei a real necessidade disso. e parece q o desempenho vai caindo justamente por conta dessas malditas atualizações.

        • Isso é um problema do Android, mas algo que deve melhorar com o tempo. Mesmo os chips intermediários estão mais rápidos e as novas versões, com percentuais de melhora menores. O que faltaria, no caso, são justamente as atualizações — não as de perfumaria, mas as de segurança.

          Acho que, justamente por isso, o Motorola One, parte do programa Android One (3 anos de atualizações de segurança garantidas) é um ponto muito forte desse modelo. Jamais o desabonaria somente por ter um chip “antigo” — especialmente um que, como diz o Meio Bit, ainda dá conta de todas as demandas do usuário, mesmo aquele mais exigente.

          • binho_0

            então, esse compromisso com as atualizações precisa existir, pq o investimento não é baixo e essa demanda por um consumidor q troca de aparelho a cada estação é ridícula… as empresas não deveriam seguir esse caminho, claro, idealmente. mas sabemos q empresas querem lucro maior a cada mês. estamos com um android one aqui e ele tem bom desempenho, apesar dos “críticos” já estarem descartando o aparelho como ultrapassado etc. essa tara pelo melhor é ridícula, pq tirando os muito muito jovens, pessoas de até uns 30 anos cresceu usando equipamentos BEM precários e havia ali muito diversão e bom uso. agora eu vejo só sommelier de celular, de notebook etc etc etc. caralho…. tudo tem q ser o melhor? acho q quem precisa (mesmo) do melhor é um grupo pequeno seja de profissionais ou entusiastas. até a porra do cheiro dos aparelhos os caras falam… francamente.

          • Nesse sentido, esses reviewers fazem um desserviço malhando um aparelho que promete muito em uma das áreas mais deficitárias do Android por conta de detalhes que ninguém liga.

    • Eu assisti a esse vídeo do Dave Lee, ficou incoerente, mesmo. O problema maior que eu vejo nesses reviews é a falta de critério ao avaliar a real necessidade dos devices. Acho que há uma dificuldade em separar a realidade deles, Youtubers que estão sempre com o melhor do melhor, da dos consumidores comuns, que em sua maioria trabalham com aplicações básicas.
      Trazendo para o mundo dos smartphones, acho que o excesso de recursos que as fabricantes Android tentam enfiar em seus aparelhos para tentar se diferenciar, sempre demandando hardware mais potente, num tempo cada vez mais curto, acabou “viciando” essa galera.

    • Wilson Moreira

      Um detalhe que percebi nos reviews do YouTube é que todos eles parecem iguais. Os caras fazem review pensando que todo o público edita vídeos 4k, precisa de X pontos no benchmark Y e etc.

      Tenho saudades daqueles reviews do tipo: o notebook X é bom para programadores? A câmera Y é boa para quem tem a fotografia apenas como hobby?

      Mas não, TODO MUNDO É FILMAKER NESSA PORRA…

    • Barboza

      Boa parte dos materiais parecem tão “moldados” demais. Se faz tão necessário falar dos aspectos tecnicos que chega a cansar os ouvidos e a vista com tantos “specs”. Fora que as atualizações desenfreadas de componentes é de assustar, smartphones já estão com mais memória RAM que meu laptop.

      Quando foi que começamos a olhar processadores no smartphone? Não sei… parei muito no tempo?

  • binho_0

    apesar das ressalvas do ex-minimalista ghedin, comprei camisetas iguais (quase todas: 3 azul-marinho e 2 pretas), três tênis identicos (aproveitando uma promoção). tb aproveitei o feriado pra me livrar de coisas paradas há muito tempo. a coisa vai continuar nesse ritmo, pois tenho um guarda-roupa q me incomoda muito de modo geral. é uma mistureba sem sentido… sem falar q por ter perdido peso estou com roupas de tamanhos diferentes. enfim, roupa é uma parada q sempre negligenciei por total falta de interesse em moda… e como achei interessante esse lance de aliar algo menos bagunçado com meu desinteresse, vou continuar nessa toada e ver no q dá. por ora, estou satisfeito como a coisa está se arranjando.

    • Will S.

      tenho esse link guardado para montar um armário cápsula, caso seja de interesse:

      https://www.papodehomem.com.br/como-montar-um-armario-capsula-dos-pes-a-cabeca

      pq o ghedin é ex-minimalista?

      • Hahahaha, provavelmente por causa de um comentário meu em resposta ao Fabio semana passada. E, talvez, por este texto também: https://blog.ghed.in/critica-ao-minimalismo-de-palco/

        • Ana Carolina

          Fui ver uns vídeos desse cara, ele usa bastante a palavra “minimalismo”, né. Se define dessa forma várias vezes.

          o estilo de alguns vídeos me lembra mulheres mostrando a coleção de sapatos (com sinal invertido)… Só que é um cara mostrando que tem pouco pq é legal.

          Esse comentario pareceu mais grosseiro do que queria, não foi a intencao (acho haha)

      • binho_0

        ghedin, talvez por estar vivendo uma paixão, passou a questionar os gurus e dogmas do minimalismo. isso compromete demais a reputação dele. o colegiado decidiu afastá-lo temporariamente do grupo de minimalista do MdU – q ele mesmo fundou, vale dizer.

        meu guarda-roupa vai ser o mais simples possível. eu geralmente, 80% do tempo, inclusive no trabalho, uso bermuda e camiseta. calça só qdo está frio ou é alguma reunião com figurão, mas ainda assim é jeans e camiseta. então não preciso de sapatos, por exemplo. eu gosto de conforto no pé e até hj nunca achei um sapato confortável. então o tênis mais simples é mais confortável do q qualquer sapato q eu já tenha usado. sem falar q não uso couro de jeito nenhum.

        mas a ideia de um guarda-roupa basicão assim como o desse post é o melhor caminho mesmo. e ter poucas coisas. resistir àquelas coisas legais q vc vai usar pouco tb.

        • Hahaha!

          Eu encarnei algumas ideias do minimalismo, mas o rótulo se desenvolveu muito mal nesses últimos anos. Talvez tenha sido sempre assim, mas ganhou um verniz elitista e consumista que me parece paradoxal com a ideia original — ou pelo menos aquela que esses gurus vendem.

        • Frederico

          pontos pra firma, pode trabalhar de bermuda

    • Ana Carolina

      desculpe a pergunta, mas comprar coisas iguais foi “coincidência” ou vc sabia antes que iria comprar assim?

      • binho_0

        sabia antes, sabia o preço e o lugar (hering). ia comprar pela internet, mas resolvi experimentar. e fiz o certo: ia comprar o tamanho errado e tinha uma promoção na loja q, não lembro se tinha no site tb. e optei pela hering por ser fácil incluir mais camisetas iguais e fazer reposição. e se eu enjoar dessa coisa de camisetas iguais, ainda posso variar um pouco na cor com o mesmo modelo de camiseta. gosto mais de azul-marinho, preto e verde escuro. mas deixei o verde de fora.

        • Ana Carolina

          vi no outro post q vc queria fazer mudancas em relação às roupas. Mas o problema é excesso de coisas ou a arrumação delas?

          • binho_0

            variedade e pouco uso de algumas peças… eu gosto mais de certas coisas, então, vou me concentrar nelas.

    • Frederico

      três tenis identicos…?

      • binho_0

        sim. fila kt1. se ele for péssimo devolvo. mas tinha uma promoção de 3 por 2 e como vou usar pra correr e caminho muito, acho q não vou precisar me preocupar com tênis por uns dois ou três anos.

        • Frederico

          não corre o risco de você enjoar do tenis assim como enjoou das roupas?

          • binho_0

            Creio que não. Eu ja eestava comprando o mesmo modelonde asics há alguns anos e nao enjoei.

  • binho_0

    aos interessados em tipografia: achei este livro precioso meio perdido na livraria: ‘o detalhe na tipografia’, de jost hochuli. simples, fino e direto ao ponto. aliás, quem tiver dicas de livros de design gráfico q vão direito ao ponto, agradeço.

    • Frederico

      Direto ao ponto em que sentido?
      Dá uma olhada nos da Gustavo Gili vulgo GG, Senac e Bookman

      • binho_0

        sinto q alguns livros de design fazem muito rodeio ou são muito afetados (com exemplos sublimes bem longe do dia a dia normalzão da maioria). a GG tem ótimos livros. vou aproveitar q eles estarão na feirinha da usp e dar uma espiada lá.

  • Frederico

    Alguém já usou um guarda-chuva assim: https://youtu.be/5wgx6eN9hAw ?

    Não sabia que existia tal coisa, estou impressionado

    • Já tinha visto (vende em uma loja xing ling em um Extra perto da redação), mas nunca testei. Estou precisando de um guarda-chuva, mas um pequeno — na minha nova vida de pedestre, poder carregá-lo dentro da bolsa (fechado) ganha de qualquer outra conveniência.

      • Frederico

        tenho um, tamanho normal, comprado numa le postiche acho
        10 anos, firme e forte, morador de várias cidades

        já achamos uns de ambulantes até bons, de durar alguns poucos anos. mas inevitavelmente o fim chega

    • binho_0

      Polishop é maior loja de (des)tendência do mundo.

      • Frederico

        dizem que a frigideira lá é boa

  • n3h

    Estou para montar um computador e estou comprando as peças no EUA e gostaria de saber alguma dica ou instrução do que comprar caso algo pareça fora do normal. Segue o que pretendo comprar/já tenho.

    Já tenho:
    Fonte Corsair RM1000
    Watercooler Corsair H100i GTX
    Gabinete Corsair 380t
    Asus Strix RX480 8GB

    Comprei (EUA):
    Processador AMD Ryzen 7 1700X [US$150,0]

    Vou comprar (EUA):
    MSI B450I GAMING PLUS AC [uns US$110,0]
    HP EX920 M.2 256GB [uns US$70,0]
    G.SKILL Ripjaws V Series 32GB (2 x 16GB) 3200MHz [uns US$240,0]
    2 HDs HGST Travelstar 1TB 7200 RPM 32MB Cache 2.5 [uns US$50,0 cada]
    Pendrive SanDisk 128GB Ultra CZ48 [uns US$25,0]

    O que estou pensando em fazer: RAID 0 com os 2 HDs 1TB e utilizar o software AMD StoreMI para juntar os 2TB em RAID com a M.2 de 256GB + 2GB de RAM como cache para acelerar a utilização de programas usados com maior frequência (o pendrive está ali perdido, mas se tiverem alguma contra indicação do modelo, por favor avisem).

    • Troca esses HDs por SSD. HD nesse conjunto será um gargalo horrível.

  • Vagner Ligeiro

    Peço licença pois preciso de um lugar para desabafar online, já que desativei o Facebook e o Twitter (apesar de acompanhar alguns @ como o Ghedin mas sem login). E peço um segundo pedido de desculpas dado o fato que ainda não tenho condições para assinar o Gazeta do Povo, e por consequência, valorizar ainda mais o trabalho do Ghedin.

    Antes de tudo, digo que ficar sem comentar é bom, mas faz falta. O dom das palavras é poderoso e opinar ajuda a se sentir útil, apesar que sou péssimo em conversar.

    Vamos lá.

    Desde o fim do segundo turno (tá, sei que são poucos 15 dias) tou sem uso das duas redes sociais. Desde então, só fico navegando aleatoriamente em portais e sites que já tenho costume de visitar, ou vendo vídeos no Youtube.

    Ao mesmo tempo que é relevante a saída das redes sociais, realmente isso dá uma sensação de “abstinência” para mim, já que eu ao menos via uma vez por dia, mesmo para não ver nada de relevante. Internet é um vício, assimilar informação, mesmo inútil, é vício.

    O ponto é que fiquei pu*o da vida por causa das questões eleitorais, que foi uma bela gota d’água ao acompanhar perfis de familiares e amigos. Me irritei demais a ponto de ter que tomar calmante nos dois dias de eleição (1º e 2º turno)

    Para uma pessoa como eu, que tem problemas para relacionamentos sociais, o medo começa a dominar.