O retorno da nova Nokia

11/1/17, 8h56
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11/1/17, 8h56 5 min 30 comentários

A HMD, empresa formada por ex-funcionários da Nokia, revelou recentemente o primeiro smartphone com a marca finlandesa que será lançado após a venda da divisão de dispositivos móveis à Microsoft. O Nokia 6, um intermediário sem muitos atrativos óbvios, será exclusivo para o mercado chinês. Ainda assim, muita gente comemorou por aqui. Há motivos? Continuar lendo O retorno da nova Nokia

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Sony anuncia Xperia Z3+, o Xperia Z4 fora do Japão

26/5/15, 8h02
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26/5/15, 8h02 1 min 7 comentários

No começo do mês a Sony lançou, apenas no Japão, o Xperia Z4. Ele é tão parecido com o smartphone anterior, o Xperia Z3, que os mais desatentos talvez não consigam diferenciá-los. Agora, a empresa anunciou que no resto do mundo o Z4 se chamará Xperia Z3+. Faz mais sentido, né?

O que muda no Z3+ em relação ao Z3: Continuar lendo Sony anuncia Xperia Z3+, o Xperia Z4 fora do Japão

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Smartphones da Lei do Bem: HiSense no Brasil e Xperia Z3+ (?) no meio

1/7/15, 19h20
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1/7/15, 19h20 3 min 24 comentários

A Lei do Bem, na verdade um decreto de 2005 com emendas importantes aprovadas em 2012, desonera de PIS/PASEP e Cofins algumas categorias de produtos produzidos e vendidos no varejo nacional. Entre eles, smartphones.

Existem algumas exigências, como ter a fabricação local, custar menos de R$ 1.500 ao consumidor final e trazer um punhado de apps nacionais pré-instalados ou com atalhos para download. Então, as fabricantes interessadas no abatimento submetem essa lista ao Ministério das Comunicações que, depois de analisá-la, publica em seu site os produtos aprovados.

Semana passada saiu mais uma rodada, como observou o Pinguins Móveis. E tem duas coisas bem curiosas nela. Continuar lendo Smartphones da Lei do Bem: HiSense no Brasil e Xperia Z3+ (?) no meio

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Uma das melhores fotos do ano da família real britânica foi feita com um celular

26/12/17, 11h43
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26/12/17, 11h43 1 min 14 comentários

A história de Karen Anvil exemplifica aquela velha história de que “a melhor câmera é aquela que está com você”. Ela foi prestigiar um evento da família real britânica e tirou uma foto tão boa dos príncipes William e sua esposa, Kate Middleton, e Harry e sua noiva, Meghan Markle, que espera pagar a formação da filha com os direitos da imagem, disse em entrevista à BBC.

Num local repleto de fotógrafos profissionais munidos de câmeras caríssimas, o registro de Karen, que estampou todos os jornais britânicos e viralizou no Twitter (onde ela postou a imagem), foi feito com um iPhone SE, cuja câmera é a mesma do iPhone 6s, um smartphone de 2014, e é vendido no Brasil por preços a partir de R$ 1.399.

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Tem um Chromecast? Parabéns, você ganhou um aluguel de filme no Google Play

2/6/15, 21h27
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2/6/15, 21h27 2 min 29 comentários

Sem muita esperança, acessei o site de ofertas do Chromecast para ver se, desta vez, a promoção valia aqui. É a segunda vez que o Google libera um aluguel grátis em sua loja de filmes para quem tem o dispositivo (ou o Nexus Player); na primeira nós, brasileiros, ficamos de fora. Mas agora, não! Veja como resgatar. Continuar lendo Tem um Chromecast? Parabéns, você ganhou um aluguel de filme no Google Play

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Como seria a sua timeline no Twitter há dez anos com quem você segue hoje

25/5/18, 18h08
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25/5/18, 18h08 1 min 4 comentários

Se você já estava no Twitter há dez anos (estamos ficando velhos), entre na rede social e clique neste link. Ele busca tweets de dez anos atrás dos perfis que você segue hoje, criando uma timeline direto do túnel do tempo.

Outra brincadeira legal é ver o que você publicava há uma década. Para isso, copie a URL abaixo, troque “nome” pelo seu perfil e dê Enter:

https://twitter.com/search?f=tweets&q=filter%3Afollows%20until%3A2008-05-25%20-filter%3Areplies%20from%3Anome&src=typd

Repare que no meio aparece uma data. Você pode editá-la para ver outras eras do Twitter.

Dica do Andy Baio.

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Instagram libera ferramenta de backup de contas

24/4/18, 16h51
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24/4/18, 16h51 2 min Comente

Como prometido, o Instagram disponibilizou nesta terça (24) uma ferramenta de backup para os usuários. Ela funciona mais ou menos como a do Facebook: gera um arquivo enorme com todas as fotos, comentários, curtidas e outros dados da sua história lá dentro.

Estranhei encontrar, no meu backup, algumas fotos que apaguei do meu perfil e vários Stories. No caso dos Stories, a permanência deles é reflexo do “Destaque”, que permite eternizar fotos e vídeos — a data dos primeiros salvos no meu backup coincide com a da liberação do recurso, em dezembro de 2017.

Além de fotos e vídeos em formatos comuns, há vários arquivos no formato json, que, em tese, deve facilitar a importação dos dados para outros apps. Em um computador, o Firefox é capaz de abri-los e formatá-los. Por eles, é possível ver todas as suas conversas, comentários, total de curtidas e até termos usados na pesquisa do Instagram, o que é meio assustador.

Árvore de arquivos de um backup de conta no Instagram.
Conteúdo de um backup do Instagram.

Para ter o seu backup, clique aqui e, na tela que surge, em Solicitar download, abaixo do subtítulo Download de dados. Quando o arquivo estiver pronto, o que pode levar até 48 horas, você receberá um e-mail com o link para baixá-lo. A opção para os apps do Android e iOS deve aparecer em breve.

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Banimento da Cambridge Analytica do Facebook evidencia falha na proteção de dados pessoais

17/3/18, 8h13
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17/3/18, 8h13 3 min 2 comentários

Na noite desta sexta-feira (16), o Facebook anunciou o banimento de sua plataforma da Strategic Communication Laboratories, empresa-mãe da Cambridge Analytica (CA). A CA ganhou notoriedade por ter sido contratada para trabalhar na campanha à presidência de Donald Trump, em junho de 2016, e é acusada de ter manipulado parte do eleitorado norte-americano com anúncios direcionados a partir de análises de perfis. Aqui um bom material a esse respeito.

O horário escolhido para dar essa notícia é típico de empresas que querem diminuir o impacto de notícias que pegam mal. E, de fato, pegou mal — a decisão veio tarde e já tem gente falando se tratar de um vazamento.

Por outro lado, chama a atenção o conceito de “proteção de dados” que o anúncio do Facebook apresenta. Ele pode ser interpretado como um festival de contradições chocantes. Logo no início, por exemplo, Paul Grewal, vice-presidente do Facebook escreve:

Proteger as informações das pessoas está no centro de tudo o que fazemos e exigimos o mesmo das pessoas que operam apps no Facebook.

No parágrafo seguinte, o texto explica qual foi o que ocorreu:

Como todos os desenvolvedores de apps, [o professor de psicologia vinculado à Cambridge Analytica, Dr. Aleksandr] Kogan requisitou e ganhou acesso às informações de pessoas após elas escolherem baixar seu app. Seu app, “thisisyourdigitallige”, oferecia uma predição de personalidade e se vendia no Facebook como “um app de pesquisa usado por psicólogos”. Cerca de 270 mil pessoas baixaram o app. Ao fazerem isso, eles consentiram que Kogan acessasse informações como a cidade onde configuraram seus perfis ou o conteúdo que elas curtiram, bem como a mais informações limitadas sobre seus amigos que tinham configurações de privacidade que permitiam isso.

O problema foi o uso feito dos dados dessas 270 mil pessoas (a cessão/venda a um terceiro), não a obtenção deles. O Facebook diz expressamente que “Kogan teve acesso a essas informações de maneira legítima e através dos canais adequados que governavam todos os desenvolvedores na época”. O problema foi ter repassado esses dados a terceiros.

E nem entramos na questão dos anúncios direcionados e no retargeting a partir da plataforma de de publicidade do Facebook. À luz desse ocorrido, fica a impressão de que ela detém ou quer deter uma espécie de monopólio da exploração e da comercialização dos dados pessoais de seus usuários. O que, convenhamos, está longe do ideal e abre margem para todo tipo de manipulação (in)imaginável, de testes de personalidade/”como você seria se fosse de outro sexo” a campanhas com dark posts e outras coisas menos explícitas, mas bastante destrutivas.

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O app de previsão do tempo mais vago do mundo foi feito para quem odeia apps de previsão do tempo

12/3/18, 14h03
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12/3/18, 14h03 2 min 2 comentários

Este app de previsão do tempo se orgulha de ser vago. Em vez de dizer que “há 10% de chances de chover”, ele diz coisas como “Nem uma maldita gota vai cair”, porém com termos… digamos, reprováveis. É, nas palavras do desenvolvedor, o app de previsão do tempo para quem odeia apps de previsão do tempo.

O linguajar usado pelo The F*cking Weather é chulo e ele está disponível apenas em inglês, mas a ideia é, no mínimo, curiosa. (Aliás, há muito tempo havia um site parecido no Brasil, o “Será que vai chover?”. Você entrava e ele só respondia a pergunta-título com “sim” ou “não”.)

Até porque, convenhamos: a maioria de nós só quer saber se vai chover ou não na hora de voltar para casa ou se a temperatura mudará ao longo do dia. Que “choverá 3 milímetros acima da média histórica do mês” é curioso, mas não responde as questões mais importantes do dia a dia da humanidade.

Tem para Android e, se você souber carregar apps por fora da App Store, para iOS. O desenvolvedor acha que o app seria rejeitado pela Apple devido ao linguajar usado.

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Traga de volta o botão “Ver imagem” no Google Imagens

19/2/18, 12h20
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19/2/18, 12h20 1 min 5 comentários

Como parte de um acordo com o Getty Images, o Google removeu o botão “Ver imagem” dos resultados da pesquisa por imagens. Agora, é preciso visitar o site que hospeda a imagem antes de ter acesso a ela.

O argumento do Getty Images era de que o recurso facilitava a pirataria de imagens protegidas por direitos autorais. Há sentido nele, mas o remédio acabou sendo mais forte que o necessário, já que ele afeta partes que não são suscetíveis à pirataria, como quem distribui imagens de domínio público.

Uma maneira de reverter essa mudança, pelo menos em computadores, é instalando a extensão View Image (Chrome, Firefox). Ela restaura o botão “Ver imagem”. Outra é usar um buscador alternativo, como o DuckDuckGo ou o Bing.

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Windows 10 ganhará um modo de “desempenho definitivo”

15/2/18, 9h59
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15/2/18, 9h59 1 min 4 comentários

A Microsoft anunciou que o Windows 10 para Workstation, uma variante lançada em 2017 para computadores de alto desempenho, ganhará um modo “Desempenho Definitivo” (“Ultimate Performance”, em inglês).

Segundo a empresa, “o Windows desenvolveu áreas críticas onde comprometimentos entre desempenho e eficiência são feitos no sistema” e que, com o tempo, conseguiu “coletar configurações que permitem ao sistema ajustar rapidamente o comportamento com base na preferência do usuário, políticas, hardware e carga de trabalho”.

Na prática, o novo modo, que substitui o de “Alto Desempenho”, “elimina micro latências associadas com técnicas de gerenciamento de energia refinadas”. O recurso não será disponibilizado para equipamentos que funcionam à bateria, pois consome mais energia que o normal.

Apesar de vago, a promessa é interessante. Mas fica a dúvida: por que restringir a uma versão específica do Windows 10 e criar uma nova nomenclatura, em vez de atualizar o velho “Alto Desempenho” e liberar essas melhorias para toda a base?

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