Samsung Série 9, três anos depois.

Três anos com um Série 9, Ultrabook da Samsung

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9/9/15, 10h32 8 min 57 comentários

O tempo passa rápido demais. Dia desses, num post do nosso grupo secreto no Facebook (só para assinantes), busquei um review que fiz do meu notebook, um Samsung Série 9 de 2012, e tomei um susto: nessa semana ele completou três anos comigo.

O post ao qual me referi foi um publicado aqui mesmo no Manual do Usuário. Na ocasião, peguei uns relatos esparsos publicados no meu blog pessoal e escrevi um novo, todos eles falando da experiência de um longo período de uso do Série 9 (modelo NP900X3B), um dos primeiros Ultrabooks da Samsung.

Na ocasião do terceiro aniversário da compra do meu Série 9 (ontem, 8/9!), achei conveniente dar sequência àquele relato continuado. Como ele está se comportando tanto tempo depois?

Estrutura sólida, mas com sinais do tempo

Nunca fiz upgrade algum de hardware no Série 9. Sempre usei o teclado e o touchpad embutidos como dispositivos de entrada principais e nunca joguei a imagem de saída para monitores externos. Embora a tela não seja super definida (13″, resolução de 1600×900) e o touchpad, de plástico, o conjunto sempre me atendeu bem. Tanto que só recentemente adquiri um mouse, não por insatisfação com o touchpad, mas por dores no dorso da mão.

É legal dizer que após três anos, sendo dois de uso intenso (leia-se diário), tudo continua funcionando bem e quase tudo, esteticamente, como novo. O teclado mantém todas as marcações das teclas claras e a retroiluminação, funcional; o touchpad, tirando aquela mancha que surgiu com três meses de uso, segue o mesmíssimo. Há alguns meses os locais de apoio do pulso começaram a desbotar, algo que me surpreendeu por ter acontecido tanto tempo depois. E com a tela desligada dá para ver, contra a luz, as marcas das teclas nela. O tempo não perdoa ninguém.

Marcas no apoio dos pulsos do Série 9.

Marcas na tela do Série 9.

Estruturalmente, porém, o Série 9 é digno de nota. Na época da compra a Samsung tinha algumas linhas mais em conta também à venda. Uma delas, a Série 5, era popular: tinha configurações de hardware equilibradas e custava menos da metade de um Série 9. Só que o Série 5 tinha acabamento de plástico e não são poucos os relatos de quebras — algumas até precoces — das dobradiças da tela. Como o custo para trocá-la é alto, vários notebooks Série 5 acabaram convertidos em desktops.

As dobradiças do meu Série 9 seguem firmes. Todo dia, nos últimos dois anos, levantei e abaixei a tela pelo menos uma vez e, mesmo assim, elas ainda ficam paradas com firmeza na posição que eu escolher.

Dobradiça da tela do Série 9.

Normalmente vemos apenas questões como especificações técnicas, ergonomia e beleza na hora de pesquisar produtos e equilibrar o custo-benefício ao nosso bolso, mas há outros fatores que entram na jogada. A qualidade dos materiais e do processo de construção, por exemplo. Saiu-me mais em conta um notebook bom do que se tivesse comprado um meia boca e, um ano depois, me ver com uma dobradiça quebrada cuja troca seria cara, porém quase inviável ante a alternativa de comprar um novo.

Vivendo com 4 GB em 2015

Propriedades do Windows no Série 9.

Dia desses testei um smartphone com 4 GB de RAM. É a mesma quantidade que meu Série 9 dispõe para rodar o Windows e alguns programas que uso principalmente para trabalhar. Esse mesmo smartphone tem uma variante com 256 GB (!) de espaço para armazenar arquivos e apps. É o dobro do que o meu Série 9 tem para sistema, apps e arquivos.

Com 128 GB dá para conviver, embora às vezes uma fonte de arquivos grandes exija minha atenção. Exemplo recente, a pasta de uploads da câmera do Dropbox, que, após dois anos negligenciada, estava me custando quase 20 GB e deixando o Série 9 no sufoco.

A escassez de RAM, por incrível que pareça, também não incomoda. Nem o Chrome, notório comilão de memória, consegue estragar a experiência. O desempenho, puxado por um Core i5 de segunda geração (“Sandy Bridge”), nunca foi lá grande coisa, mas dá para o gasto em edições de áudio simples e tratamento básico de imagens — para o que eu faço, enfim. Há espaço para ser mais rápido, mas ele nunca foi lento a ponto de me fazer querer com inquietação coisa melhor.

Sendo mais específico, este Série 9 tem um Core i5 2467M, um processador dual-core com Hyper-Threading rodando normalmente a 1,6 GHz, com frequência máxima de 2,3 GHz e TDP de 17 W. O modelo mais atual (NP940X3K, nos EUA; ainda não lançado no Brasil) conta com um Core i5 5200U “Broadwell” com TDP menor (15 W) e frequência base maior (2,2 GHz). A versão básica dele ainda vem com 4 GB de RAM e 128 GB de espaço, mas a tela é QHD+ (3200×1800) e suporta toques. (Para você ter noção, caro leitor, o meu veio com o Windows 7 instalado.)

Seria um upgrade interessante, mas não necessário. Os saltos a cada nova geração de processadores não é mais tão dramático como era vinte anos atrás; equipamentos de três, quatro, cinco anos ainda dão conta de tarefas básicas. E isso é bem legal.

A bateria deste Série 9 nunca foi espetacular. A Samsung prometia, na época, sete horas longe da tomada, mas jamais consegui chegar a essa marca. Quando muito, dava umas seis horas de uso moderado. Hoje, consigo passar cerca de quatro horas na bateria. Ainda é melhor do que muito notebook de entrada, mas para um Ultrabook é patético. Sempre foi, na real. Não me incomodo tanto com isso porque uso-o na maior parte do tempo ligado à tomada, mas enfim.

Quando preciso editar vídeos recorro a um desktop “Frankenstein”, então não sobram mesmo motivos para querer trocar meu notebook agora. Mas tem algo que tem me deixado apreensivo: atualizar o Windows.

Medo do Windows 10

Série 9 na metade do enquadramento.

Ainda estou reticente em atualizar o Série 9 para o Windows 10. Ele está redondo com o Windows 8.1 Update totalmente atualizado, incluindo funções específicas do modelo como controles de luminosidade (tela e teclado), atalhos com a tecla Function e os modos de hibernação e suspensão. A única chateação é uma inconsistência no Wi-Fi, que tem sérias dificuldades em se conectar automaticamente quando fecho a tampa, vou a outro lugar e a reabro coberto por uma rede diferente, porém também conhecida. Por vezes preciso reiniciar o Windows, o que não é tanto transtorno, já que me toma apenas alguns segundos.

O Windows 10 tem um monte de coisas legais, mas parece, ou melhor, é um trabalho em andamento. E, nessas primeiras semanas pós-lançamento oficial, nota-se, por relatos e reclamações, algumas delas contundentes, que ainda falta coisa a fazer. A página de suporte para esse modelo da Samsung do Brasil não contém atualizações, mas um vídeo de ajuda avisa que novos drivers estão no SW Update, um utilitário que baixa e instala drivers em computadores da marca.

Enfim, uma hora tomarei coragem para fazer a atualização. Como há anos o Windows não eleva os requisitos para rodar bem, não creio que o desempenho do Série 9 cairá, a menos que falte algum driver crítico. Oremos.

Investir alto para investir pouco

Série 9 de perfil.

Nem sempre pagar um extra por produtos premium é opção, mas se for o caso, especialmente em segmentos mais estáveis como o dos notebooks, e agora dos smartphones, compensa. Eles entregam e duram mais, dois atributos que agradam quem dá valor ao próprio dinheiro.

Já na meia-idade, o Série 9 continua sendo um bom notebook e impressionando as pessoas. Como seu design não é tão reconhecível quanto o de um MacBook Air e as laterais passam a impressão de que ele é bem mais fino do que é de fato (e, de fato, ele é também muito fino), chama a atenção. Foi o primeiro notebook caro que comprei e, de longe, é o mais durável e satisfatório que tive. Já me dou por satisfeito; o retorno sobre o investimento é bem positivo e os meses ou anos que ele durar daqui para frente, para mim serão lucro. Torço para ter a mesma sorte com o próximo, e que esse “próximo” demore a entrar em cena.

Revisão do texto por Guilherme Teixeira.

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  • Amaranto Júnior

    E a bateria?
    Eu tenho um vostro 3450 (dell).
    Tem configurações parecidas com esse série 9, a não ser o SSD e um video off board.
    Tive um problema com o teclado. Mas a assistência da dell foi impecável, veio trocar na minha casa.
    Depois o HD pifou, aí coloquei um híbrido.
    Fora a bateria, que já se foi há muito tempo, está perfeito e é utilizado todos os dias.
    Ele é mais antigo que esse do post. Quando comprei, o Sandy bridge era lançamento.
    Não atualizei pro w10 por pura preguiça, porque eu mesmo praticamente não mexo nele. Mas a notificação está lá me aguardando.
    Edit: acho que o processador do série nove é daqueles de baixo consumo ne?

    • Sim, é um processador de baixo consumo. E bateria é um item importante mesmo! Fiz um adendo ao post que reproduzo aqui:

      “A bateria deste Série 9 nunca foi espetacular. A Samsung prometia, na época, sete horas longe da tomada, mas jamais consegui chegar a essa marca. Quando muito, dava umas seis horas de uso moderado. Hoje, consigo passar cerca de quatro horas na bateria. Ainda é melhor do que muito notebook de entrada, mas para um Ultrabook é patético. Sempre foi, na real. Não me incomodo tanto com isso porque uso-o na maior parte do tempo ligado à tomada, mas enfim.”

      • Amaranto Júnior

        Confirmei aqui e o meu já passou de 4 anos. Minha bateria parou de funcionar já faz mais de 1 ano. Não dura 30 min fora da tomada.
        Realmente é ruim o desempenho. Mas acho que é muito por conta do processador. A intel evoluiu bastante em relação ao consumo, não?

        • Rodrigo

          Tenho um Inspiron 1545 da Dell, a bateria arregou com uns 2 anos de uso, mas na época comprei uma na Aliexpress de 9 células (aquela que fica uma saliência) por uns 70 reais, que também já está arregando.

          • Fabio Montarroios

            o do meu dell 1525 foi mais ou menos isso tb. uns dois anos de vida e depois já era, só na tomada.

      • Fabio Montarroios

        estou com um vostro 5470 e eu acho q a bateria dura umas 4 horas, no máximo 5. estava me dando por satisfeito, mas não dá pra confiar muito e sempre tenho q carregar o maldito carregador junto pra evitar ficar sem bateria.

  • Mateus Azevedo

    Ghedin, essa é EXATAMENTE a situação que me encontro com meu notebook. Ele é de 2011 e em junho fechou 4 anos.
    Tem um Core i5 de primeira geração, 4GB de RAM e originalmente um HD de 500GB. Só recentemente comprei um SSD, fora isso, nada mais foi trocado.
    Tudo ainda está no lugar, nada quebrado na estrutura, tampa firme, menos o teclado… Única coisa que parou de funcionar nesse tempo.
    Atualmente o uso como um “desknote”, ligado num monitor, teclado e mouse externos.

    Recentemente pensei em trocá-lo, mas acabei concluindo que não vale a pena. Ele ainda me atende e não vale investir em um novo nesse momento. Nunca imaginei que ficaria tanto tempo com um notebook…

    • Amaranto Júnior

      Você fez o maior upgrade que poderia ter feito.
      Os Hds são o gargalo hoje. Se você trocar processador ou memória as vezes nem faz tanta diferença, a não ser que você rode aplicações pesadas.

      • Fabio Montarroios

        notei o mesmo qdo passei a usar ssd. pra mim a mudança foi tão radical, q é como se as coisas tivessem sido todas trocadas em conjunto (mais memória, mais hd, mais processador, melhor placa de vídeo)… usar um computador sem ssd agora é um sofrimento.

        • Mateus Azevedo

          Já dizia o poeta: é um caminho sem volta…

          • Fabio Montarroios

            já dizia um outro poeta: “no meio do caminho tinha uma pedra”…

      • Fabio Montarroios

        só me preocupa a vida útil do ssd. tomei todas aquelas precauções, mas, sei lá… qdo um hd pifava ainda restava alguma esperança em reaver os dados, com o ssd eu não sei.

        • Mateus Azevedo

          Pra mim isso não faz diferença. Faz tempo que não guardo dados no HD, tudo que é importante tem backup na nuvem. Tanto que 250GB de SSD é mais que suficiente, não acho que vou precisar de tudo isso.
          Se pifar, a perda será “só” financeira mesmo :P

          • Fabio Montarroios

            o meu tem isso, 240 gb… não deixo quase nada nele, apenas os arquivos mais usados e os programas instalados, evidentemente. mas meu receio é ele me deixar na mão em pouco tempo. o hd tinha um certo grau de previsibilidade (fora q, sei lá, centenas de hds passaram pelas minhas mãos)… já o ssd, por estar usando faz pouco tempo, não sei o comportamento dele ainda. tenho backup de tudo q importa, mas só de pensar de ter q começar tudo de novo, haja… talvez só me reste clonar o hd, mas teria q comprar outro ssd e deixá-lo na reserva.

        • Amaranto Júnior

          Qual é a real dessa história?
          Já li algumas coisas que ele tem um tipo de limite de ciclos. É isso mesmo?
          Nunca me preocupei porque não troquei ainda meu HD.

          • Fabio Montarroios

            pelo q li sim, mas não sei se eles ainda foram suficientemente usados pra poderem bater o martelo sobre a duração deles. espero q dure bastante, pq os hds q eu tive duraram muito. e esse ssd q comprei não saiu muito barato não…

  • Tenho um fatídico Série 5 e, se não fosse a bendita dobradiça, valeria o investimento em mais RAM e uma SSD, para aguentar mais alguns anos.

    Ainda assim não me vejo com um novo notebook ou ultrabook comum. Só trocaria se fosse por um Surface Pro ou algo similar, que já representaria um novo paradigma, de notebook e tablet no mesmo equipamento.

  • Maxnoob

    O meu LG A550 já está na mesma idade. Nunca mexi em nada a não ser adiconar 2gb de RAM que eu tinha perdido aqui.
    Ele incrivelmente continua da mesma forma que eu comprei com a exceção do desgaste da pintura e a bateria que já era. A tampa de alumínio continua firme e todo o hardware não sofreu nenhum problema ao atualizar do 7 para o 10.
    Esse notebook tem um i5 de terceira geração 6gb de RAM e 720gb(?) de HD e uma gt640m de 2gb. Espero me surpreender quando fizer upgrade na RAM e ssd.
    Na época paguei 2200 e hoje vejo que valeu cada centavo.

  • Maxnoob

    O meu LG A550 já está na mesma idade. Nunca mexi em nada a não ser adiconar 2gb de RAM que eu tinha perdido aqui.
    Ele incrivelmente continua da mesma forma que eu comprei com a exceção do desgaste da pintura e a bateria que já era. A tampa de alumínio continua firme e todo o hardware não sofreu nenhum problema ao atualizar do 7 para o 10.
    Esse notebook tem um i5 de terceira geração 6gb de RAM e 720gb(?) de HD e uma gt640m de 2gb. Espero me surpreender quando fizer upgrade na RAM e ssd.
    Na época paguei 2200 e hoje vejo que valeu cada centavo.

  • A única coisa que me incomoda no meu VAIO VPCEG15FB de 2011 é a ventoinha. Puta troço barulhento, já até abri e limpei mas não adiantou muito.
    De resto, coloquei um SSD e de cara já pareceu outra máquina. O hardware, mesmo antigo, consegue rodar uns emuladores de maneira satisfatória e até alguns joguinhos (estou jogando Life is Strange e roda decentemente).
    Enfim, não me vejo trocando por outro notebook tão cedo.

  • O final do texto diz tudo. Eu comprei um MacBook em 2012 (com i5-2435M, 4 GB de RAM e 500 GB de HD), o único upgrade que fiz nele foi trocar um HD por um SSD de 480 GB. Já fazem 3 anos que estou com ele e ele não dá sinais de cansaço em nada, mesmo rodando a versão mais atual do OS X. Ele ainda deve me acompanhar por um bom tempo — ainda mais com esses preços exorbitantes da Apple hoje em dia.

    Muito bom o texto!

    • Fabio Montarroios

      caio, o teclado ainda está em bom estado?

  • O barato as vezes (ou quase sempre?) sai caro. Tenho um Vaio na casa dos 3 anos também e funciona tranquilo. Inclusive, rodo o Point Blank, um jogo que gosto, desde que comprei.

  • Gustavo Ribeiro Iribarrem

    As vezes eu acho que sou louco por conviver há vários anos com um Pentium dual-core 2.2 GHz.
    Pode soar horrível, mas é MUITO guerreiro. Junto com uma GTx 550TI, só jogos lançados em 2015 que ele se recusou. Claro, nunca jogo no máximo, mas isso não é muito importante pra mim.

    Photoshop, simuladores de circuitos eletrônicos e etc nunca me deixaram na mão. Viva o Pentium.

  • ‎Michael

    Qual foi o preço na época?

  • Rodrigo

    Em 2009 adquiri um Dell Inspiron 1545, Pentium Dual Core 2,0 GHz, 3GB DDR2. Fez 6 anos em maio e ainda roda bem. Os únicos defeitos até agora foram no cabo que faz a ligação da webcam e do microfone embutido, que só funcionam com a tela quase fechada. A tela, aliás, é minha única queixa, é CCFL e o brilho decepciona quando comparado ao LED.

    Uns 3 anos após a aquisição deixei com 6 GB de RAM, o que melhorou o desempenho, e consigo até utilizar o AutoCAD 2013 (para projetos domésticos simples). Ele sua um pouco, mas dá conta.

    Roda Civilization V no mínimo, mesmo que os requisitos mínimos peça um i3.

    Paguei R$ 2.200 na época, sendo que os básicos estilo CCE estavam na faixa de R$ 1.400.

    Valeu a pena. Minha única dúvida agora é se compensa colocar um SSD ou aguardar ele morrer.

    • Mateus Azevedo

      Na dúvida, a resposta é sempre “SSD”! hahahahaha

      Mas falando sério, compensa sim comprar. Até porque depois tu pode migrar esse SSD para o novo notebook, não vai perder o investimento. E caso ele já venha com SSD, ainda há a possibilidade usar os dois, caso tenha suporte, ou vender.

      • Rodrigo

        É, realmente, pensando assim, faz bastante sentido. Eu até já comprei um adaptador pra colocar o atual HD no local do drive de DVD no notebook, para colocar o SSD no local do HD.

        Na pior das hipóteses, com a morte do Notebook, dá pra usar o SSD no desktop.

    • Amaranto Júnior

      Por tudo que já li, a diferença do SSD é brutal.
      Eu troquei meu HD por um HD híbrido e já vejo uma grande diferença.

  • Louis

    Espetacular você abordar isso Ghedin. Estamos em uma época no Brasil que os sites se tornaram apenas reviews temporários de produtos esquecidos. Os dispositivos são atualizados com sistemas mais recentes, novos recursos adicionados e basicamente nunca mais ninguém fala deles.

    Espero que você atualize logo para o Windows 10. Tive vários problemas na semana da atualização, mas, hoje em dia está muito melhor que no Windows XP, Vista, 7, 8 e 8.1.

    Por sinal, uma coisa que melhorou bastante foi a atualização de drivers no Windows. Agora de fato tem tudo que o computador precisa para funcionar perfeitamente.

    Sobre o hardware, estou com um notebook que abriu entre a tela e a parte frontal no lado direito (graças a dobradiça). Simplesmente colei com “cianoacrilato” e por incrível que pareça, voltou ao estado original. Só pretendo agora mover menos a tela, porque de resto me atende muito bem.

    Só é triste saber que hoje em dia no mercado brasileiro é muito mais difícil encontrar um modelo com tela de melhor qualidade e bom acabamento.

  • Louis

    Espetacular você abordar isso Ghedin. Estamos em uma época no Brasil que os sites se tornaram apenas reviews temporários de produtos esquecidos. Os dispositivos são atualizados com sistemas mais recentes, novos recursos adicionados e basicamente nunca mais ninguém fala deles.

    Espero que você atualize logo para o Windows 10. Tive vários problemas na semana da atualização, mas, hoje em dia está muito melhor que no Windows XP, Vista, 7, 8 e 8.1.

    Por sinal, uma coisa que melhorou bastante foi a atualização de drivers no Windows. Agora de fato tem tudo que o computador precisa para funcionar perfeitamente.

    Sobre o hardware, estou com um notebook que abriu entre a tela e a parte frontal no lado direito (graças a dobradiça). Simplesmente colei com “cianoacrilato” e por incrível que pareça, voltou ao estado original. Só pretendo agora mover menos a tela, porque de resto me atende muito bem.

    Só é triste saber que hoje em dia no mercado brasileiro é muito mais difícil encontrar um modelo com tela de melhor qualidade e bom acabamento.

    • Fabio Montarroios

      ficou parecendo um pouco aqueles lances de avaliar o carro depois de 100 mil rodados. faz muita falta no meio essas avaliações de longo prazo. o problema é achar algo tão bom quanto agora levando em conta q as empresas lançam produtos de toda sorte e fica meio complicado achar uma continuidade em termos de qualidade. talvez a exceção seja a apple, mas como tb andaram reclamando dela, eu já não sei mais…

  • Ivan

    Para coincidir com dia de evento da Apple, um relato de um ex-fanboy… rs
    Em 2008, recém empossado em concurso mas com salário ainda baixo, economizei cada centavo para comprar um Macbook. Na época, o White, Core2Duo. De 1gb de RAM atualizei de cara para 4gb. Tratava-o quase como um animal de estimação, sempre na bolsa de neoprene, quase que o tempo todo ligado na tomada, com todas as precauções quanto a não viciar a bateria, limpeza, etc.
    Com 6 meses, assistência técnica. O case externo e o restpad simplesmente racharam sozinhos a ponto de uma fissura soltar um pedacinho do restpad. Na parte de fora, o entorno da maçã virou quase que raios com as rachaduras. Centenas de relatos parecidos estão pela internet a fora.
    A MacFix, à época, trocou somente a parte do teclado. Sobre a parte de fora, resposta da própria Apple, em inglês inclusive, dava conta de que isso não atrapalharia o uso da máquina. Sim. Para um publicitário que apresentava todos os materiais para clientes justamente naquela máquina, não havia problema em algumas rachaduras de em média 3 cm de comprimento em volta da maçã. Devem ter pensado que “valorizava a marca”, né? Deve ser….
    Enfim, não ficou só nisso. Ainda está aqui até hoje. Mas sendo desligado nesta semana em definitivo. Das rachaduras do case externo, as do restpad trocado voltaram da mesma forma com menos de um ano após a troca. A bateria? Com todos os cuidados, estufou a ponto de quase danificar a estrutura do notebook. Hoje ele vive, impreterivelmente, na tomada. A tomada? Ah sim. O MagSafe também estragou. Um novo? Quase 300 reais. Comprei um genérico para ele continuar ligado. E está sendo desligado em definitivo agora porque o genérico também não funciona mais. Algumas coisas baratas do Mercado Livre são assim. Programadas para durarem 3 meses. Enfim. Cansei. E acho que o Mac também…
    Tudo isso por um computador de R$ 3.100,00 à época, quando o dólar ainda valia um lula e meio. Agora, valendo quase 4 dilmas. Sem chance. Voltei pra janela.

    • Isso é um ponto negativo do investimento alto: o risco de simplesmente não ser um produto bom. Os MacBooks de policarbonato sempre foram muito problemáticos, apesar de bem bonitos, nem se compara com os uni-body de alumínio…a melhor característica dos novos que é a durabilidade da carcaça é o maior problema dessa linha.

      • Ivan

        Existem vários casos principalmente nos EUA que conseguiram a troca da carcaça mais de uma vez mesmo fora da garantia.
        Não fui”contemplado” nessa. Até mesmo pq não resolve o problema de fato.
        Minha tia (até por indicação minha mesmo, na época) comprou um igual. Ela praticamente não usa. Fica guardado o tempo todo e ainda hoje cheira novo. Mesmo o dela, guardado, apresentou o desgaste do policarbonato, com rachaduras em mais de um ponto.

  • Fabio Montarroios

    @ghedin:disqus, para smartphone é muito comum usar película pra proteger a tela. pra note isso praticamente não se dá. quer dizer, tem pra vender, mas nunca vi ninguém usando. estou cogitando colocar uma no meu, já q não uso tanto assim a tela dele, apenas pra proteção e evitar essas marcas (q eu presumo serem de gordura). não sei se o resultado ficaria muito ruim…

    • Isso… depende. Eu abomino película, não uso nem no smartphone, onde faz algum sentido (sempre correndo o risco de cair e o contato constante com a tela), quiçá em notebook. As marcas na tela do meu aparecem com ela desligada e contra a luz. Acho que quando elas ficarem terríveis mesmo em uso, já será hora de trocar. E isso vale para quase tudo. Quando um componente tão vital quanto a tela fica inutilizado, é sinal de que é hora de trocar.

    • Isso… depende. Eu abomino película, não uso nem no smartphone, onde faz algum sentido (sempre correndo o risco de cair e o contato constante com a tela), quiçá em notebook. As marcas na tela do meu aparecem com ela desligada e contra a luz. Acho que quando elas ficarem terríveis mesmo em uso, já será hora de trocar. E isso vale para quase tudo. Quando um componente tão vital quanto a tela fica inutilizado, é sinal de que é hora de trocar.

      • Fabio Montarroios

        bom, pelo menos pra mim, a película ajuda a reduzir o reflexo, algo q me atrapalha na hora de ler ou analisar alguma imagem com mais cuidado… fora o contato q meu celular tem, vez ou outra, com meu molho de chaves… a tela do vostro 5470 é muito reflexiva, então isso me incomoda qdo tenho q usá-la. coloquei película no tablet tb. estraga um pouco o barato, mas acho q estraba mais ainda ter q ficar olhando pra um risco ou se distrair com os reflexos… eu gostava mesmo é do meu dell 1525, q tinha opção de tela sem reflexo.

      • Fabio Montarroios

        sem falar q ainda uso um cooler zalman ZM-NC2000… eu o comprei pq o dell 1525 esquentava muito e era ruim de usá-lo, inclusive. esse dell não esquenta tanto, mas gosto de mantê-lo com a temperatura o mais baixo possível, já q não tenho ar condicionado. nem sei se careceria, pode ser um hábito antigo apenas.

      • Fabio Montarroios

        sem falar q ainda uso um cooler zalman ZM-NC2000… eu o comprei pq o dell 1525 esquentava muito e era ruim de usá-lo, inclusive. esse dell não esquenta tanto, mas gosto de mantê-lo com a temperatura o mais baixo possível, já q não tenho ar condicionado. nem sei se careceria, pode ser um hábito antigo apenas.

  • Lavino Menezes

    Me encontro na mesma situação, vai completar três anos que adquiri um Dell inspiron 15r SE e ele ainda ta continua com tudo. Mas como nem tudo na vida são flores recentemente apareceu uma linha no monitor :( por sorte bem pro canto e que continuo crescendo quase até o topo da tela , mas como pretendo passar mais uns dois a três anos com ele vou procurar consertar…. é claro, caso não custe praticamente um novo

  • Windows 10 lida com drivers melhor que o 8.1 na minha opinião.
    Minha placa de vídeo da Nvidia, on-board, encerrou o suporte no 8.0. No 8.1, o driver ficava “OK”, mas no 10 até jogos rodaram BEM melhor.
    No 8.1 eu também precisava instalar o driver de áudio manualmente, agora é automágico.

    • Ele pode lidar melhor, mas se não houver driver compatível, o gerenciamento do driver não entra no mérito.

      • Mas aí que tá, vi gente falando de drivers do 7 pegando no 10, mas que não pegavam no 8.1 =P

  • Legal, eu acho esse modelo muito bonito, esse detalhe na lateral de “afinar na ponta” foi uma ótima ideia para passar a sensação de ser mais fino. Eu também sou do time que ficou com o mesmo notebook por anos, troquei apenas ano passado um notebook comprado em 2010.

    Eu sei que é frescura, mas além da durabilidade de produtos mais premium, também gosto da sensação tátil. É meio desagradável, depois que você acostuma com algo bom, usar notebook com teclado que afunda e ângulo de visão porco.

  • Murilo Koga

    Rodrigo, tenho um modelo NP900X3D e o comprei em 2013 após ler o seu post da época. O tenho até hoje e não tenho previsão de troca.
    O meu, apesar de ser prata, nunca descascou.
    Fiz a atualização para o Windows 10 e foi como se eu tivesse comprado um notebook novo. O sistema é leve e com o navegador Edge acabei por aposentar o Chrome.

  • Carlos Gabriel Arpini

    Meu notebook é de 2011 e ainda não penso em troca. A bateria ainda dura umas boas 4 horas e, em termos de performance, me atende muito bem – é um i7 com 8 GB de RAM. Na época comprei-o fora do Brasil – é um MacBook e sempre compensou a compra no exterior.

    Acho que a escalada que vivemos há uns bons anos, quando um computador comprado em janeiro já era consideravelmente obsoleto em junho não ocorre mais. Lembro-me bem no começo da era Pentium, a escalada dos clocks…

  • Glauber Silva

    Ghedin, você sabe me dizer se essa linha da Samsung tem problemas de compatibilidade com as distribuições Linux? Estou perguntando porque tempos atrás tinha um note da Asus que era perfeito mas com Linux tinh vários problemas.

  • João Vitor Zaidan

    Ghedin, vi um notebook com i7 (5ª geração) e placa de vídeo Intel HD Graphics 5500. Na sua opinião, e do pessoal aí dos comentários, dá pra editar vídeos simples e fazer uso de web por uns 3 anos?

  • Leonardo Ribeiro

    Tenho um Rv411, notebook básico, comprei a 3 ou 4 anos anos atrás, com intel core i3 380m e 4gb de ram e ele me atende bem.

    Ainda funciona perfeitamente bem e em relação ao acabamento (plástico) só as entranhas da saida de ar que quebraram (percebi que é algo “normal” de acontecer com os notebooks que usam essar carcaça depois de um longo tempo.

    Nunca tive nenhum problema sério com ele, só a bateria que não funciona mais e a fonte que meu cachorro comeu e comprei outra.

    Na época que comprei, ele vinha com 2gb de ram e até o começo do ano passado ele ainda segurava “bem” para tarefas básicas, mas consegui trocar para 4gb de ram e não tenho mais problemas, é claro que o notebook é básico e tem seus limites, como por exemplo jogos com ele nem pensar, a não ser wow ou lol…

    Mas a samsung foi uma marca que eu não esperava muito em questão de durabilidade nos notebooks e me surpreendeu bastante.

    Penso comprar outro quando esse aqui já não estiver segurando mais o tranco, fico em duvida entre a dell e a samsung, o problema da samsung atualmente é que ainda acho os notebooks grossos e com design antigo. Mas faz tempo que não faço pesquisas, enfim, pelo menos pra mim, foi uma marca que me satisfez bastante se tratando de notebook.

  • Alexandre Costa

    amigo se puder me ajudar fico agradecido pela eternidade.. tenho um modelo idêntico ao teu, esta parado pois quebrou a tela e estou esperando baixar o dólar. porem não consigo fazer ele dar video externo ao ligar ele desliga após um minuto não consigo entender. tente ver se vc desligar no botaõ liga se ele da este defeito. acho que ele pode ter entrando em modulo de recuperação e nunca fiz pra lembrar. não ha um único post sobre este assunto se vc puder ajudar ha um desesperado. agradeço.