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O presidente da França, Nicolas Sarkozy (direita) e o lí­der rebelde lí­bio Mahmoud Jibril, em coletiva de imprensa em Paris. Sarkozy disse que a Françaa continuará as operações militares na Líbia por quanto tempo os rebeldes precisarem | Reuters
O presidente da França, Nicolas Sarkozy (direita) e o lí­der rebelde lí­bio Mahmoud Jibril, em coletiva de imprensa em Paris. Sarkozy disse que a Françaa continuará as operações militares na Líbia por quanto tempo os rebeldes precisarem| Foto: Reuters

O presidente da França, Nicolas Sarkozy, afirmou nesta quarta-feira que Brasil, Rússia, China e Índia serão convidados para uma conferência sobre a Líbia, que será realizada em Paris, em 1o de setembro.

A reunião, chamada 'Amigos da Líbia', incluirá justamente os países que demonstraram preocupação com a campanha aérea liderada pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), que começou em março.

O Brasil está entre as nações que se abstiveram na votação que aprovou uma resolução do Conselho de Segurança da ONU autorizando o uso de força para impor uma zona de exclusão aérea. O país defendia um fim negociado para o conflito.

Sarkozy, primeiro líder ocidental a reconhecer os rebeldes como governantes legítimos da Líbia, convidou os líderes mundiais para a reunião na capital francesa para discutir a reconstrução do país do norte da África.

Sarkozy declarou que a França manterá as operações militares na Líbia sob mandato da Otan enquanto for necessário.

"Estamos prontos para continuar as operações militares na Líbia sob a Resolução 1973 da ONU pelo tempo que os nossos amigos líbios precisarem", afirmou Sarkozy a repórteres em frente ao palácio presidencial, ao lado do líder rebelde líbio Mahmoud Jibril, do Conselho Nacional de Transição.

Jibril disse que não tem informações sobre o paradeiro do líder líbio Muamar Kadafi depois da tomada de seu complexo em Trípoli por rebeldes.

Há especulações de que Kadafi possa estar em sua cidade natal, Sirte, a cerca de 450 quilômetros de Trípoli.

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