1 de 28
Saques tumultuam o centro de Porto Príncipe
2 de 28
Busca por sobreviventes tem corrida contra o relógio no Haiti
3 de 28
Autoridades do Haiti calculam que o terremoto provocou um elevado número de mortos, que poderia chegar a 200 mil
4 de 28
Sobreviventes do forte terremoto são resgatados no Haiti
5 de 28
Secretário-geral da ONU, Ban ki-moon, visita ruínas do prédio da ONU no Haiti
6 de 28
Haitianos esperam ajuda após terremoto
7 de 28
Haitianos tentam deixar o País após destruição de forte terremoto
8 de 28
Criança haitiana ferida no terremoto
9 de 28
Morador observa escombros do Palácio Nacional sendo removidos
10 de 28
Pessoas lutam por comida no Haiti
11 de 28
Garoto carrega balde de água na cabeça no Haiti
12 de 28
O Palácio Presidencial do Haiti está em ruínas
13 de 28
A falta de água e de alimentos é mais um problema enfrentado pelos moradores do Haiti
14 de 28
Criança é atendida por voluntário após o terremoto que devastou o Haiti
15 de 28
Haitianos procuram abrigo em Porto Príncipe: cônsul no Brasil inventou explicação sobrenatural para a tragédia.
16 de 28
Falta de gasolina se intensifica e prejudica ajuda
17 de 28
Vista área da destruição do Haiti
18 de 28
Após caos, Haiti abre centros de distribuição e suprimentos chegam a mais vítimas
19 de 28
Presidente do Haiti diz que destruição do país é
20 de 28
Atendimento médico no Haiti continua caótico
21 de 28
Nas ruas, sobreviventes de tremor no Haiti lutam por comida
22 de 28
Haitianos lutam pela sobrevivência
23 de 28
Fornecimento de água ainda é precário e ameaça sobreviventes no Haiti
24 de 28
Militar brasileiro observa corpo de vítima do terremoto que devastou o Haiti
25 de 28
Corpo é retirado das ruas do Haiti
26 de 28
Haitianos imploram por ajuda após terremoto
27 de 28
Com estimativa de 200 mil mortos, Haiti tenta sobreviver
28 de 28
Em hospital improvisado no Haiti, amputação é sem anestesia
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou, no programa "Café com o Presidente" desta segunda-feira, o papel do Brasil na coordenação das forças de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) no Haiti, e cobrou que outros países - principalmente os mais ricos - doem dinheiro para a reconstrução da república caribenha.
"Acho que os países da América Latina vão ajudar e, sobretudo, os países mais ricos têm que colocar mais dinheiro. Ou seja, o momento agora, é de colocar a mão no bolso e ajudar", disse Lula no programa semanal de rádio de 20 minutos.
O presidente lembrou que o Brasil colocou 15 milhões de dólares à disposição do Haiti. "E nós achamos que têm países que podem dar mais. (...) Agora, tudo isso é preciso ter uma coordenação para que esse dinheiro chegue para quem precisa e que esse dinheiro possa servir para reconstruir o Haiti", afirmou.
O Haiti foi devastado por um terremoto de magnitude 7 em 12 de janeiro, responsável por destruir a já precária infraestrutura do país e desabrigar aproximadamente 3 milhões de pessoas, segundo a Cruz Vermelha. Ainda não há dados precisos sobre o número de mortos, que pode chegar a 200 mil. Para o governo haitiano, 70 mil corpos já foram enterrados.
O Brasil comanda uma missão de estabilização das Nações Unidas no Haiti -a Minustah - desde 2004, hoje com 1.266 homens de um total de 7 mil. "O Brasil tem um papel muito importante no Haiti porque o Brasil, na verdade, é o país que coordena as forças militares que dão segurança ao Haiti há cinco anos, já", declarou o presidente.
Apesar disso, os norte-americanos passaram a controlar o espaço aéreo da região, em meio ao pouso de aviões estrangeiros com suprimentos e ajuda humanitária, inclusive brasileira.
A medida resultou em uma ligação do ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, à secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, para tentar resolver a questão. O Conselho de Segurança da ONU tem reunião nesta segunda para tratar da aumento do envio de tropas.
No programa de rádio, o presidente Lula também lamentou a morte de militares brasileiros, num total de 15, além da segunda maior autoridade das Nações Unidas no Haiti, o brasileiro Luiz Carlos da Costa, e da fundadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns.



