• 22/02/2021 09:11
Relação bilateral

China pede que EUA suspendam sanções e “parem de difamar” o Partido Comunista

  • 22/02/2021 09:11
    • Estadão Conteúdo
    Chinese Foreign Minister Wang Yi listens to an introduction during the opening ceremony of the Lanting Forum on China-US relations in Beijing on February 22, 2021. (Photo by GREG BAKER / AFP)
    Chinese Foreign Minister Wang Yi listens to an introduction during the opening ceremony of the Lanting Forum on China-US relations in Beijing on February 22, 2021. (Photo by GREG BAKER / AFP)| Foto: AFP

    O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, pediu nesta segunda-feira que o governo dos Estados Unidos suspenda as restrições de comércio com o país e encerre o que Pequim considera uma interferência injustificada nas áreas de Taiwan, Hong Kong, Xinjiang e no Tibete.

    Durante um fórum do Ministério de Relações Exteriores, Wang disse que a China defenderá os direitos de empresas dos EUA e que espera que o país "remova tarifas não razoáveis sobre produtos chineses, levante suas sanções unilaterais a empresas e institutos educacionais e de pesquisa da China e abandone a supressão irracional do progresso tecnológico da China." Ele acrescentou: "Esperamos que os EUA possam respeitar os interesses centrais da China, a dignidade nacional e o desenvolvimento, e parem de difamar o Partido Comunista Chinês e o sistema político da China".

    Na semana passada, a secretária do Tesouro dos EUA, Janet Yellen, disse que o governo do presidente Joe Biden está "avaliando qual deve ser nossa abordagem em relação à China", mas ponderou que "há uma série de questões em que vemos práticas injustas", como o comportamento da China no comércio, transferências forçadas de tecnologia e subsídios para indústrias de alta tecnologia.

    O ministro também defendeu que Washington reative os canais de diálogo com Pequim. Um ponto de reconciliação pode ser a agenda climática do presidente americano, Joe Biden. Yang Jiechi, diplomata chinês e membro do legislativo do país, escreveu um artigo para o jornal People's Daily, afirmando que o país iria "expandir e aprofundar a cooperação prática", com países como Estados Unidos, Europa e Japão, "em vários campos, como novas energias e novas tecnologias".

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