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Colômbia diz que membros das Farc e ELN se refugiam na Venezuela

  • Porreuters
  • 27/11/2009 14:54

Um dirigente das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e três do Exército de Libertação Nacional (ELN) estão refugiados na Venezuela, disse na sexta-feira o ministro colombiano da Defesa Gabriel Silva.

De acordo com Silva, um dos guerrilheiros refugiados na Venezuela é Iván Márquez, um dos sete integrantes do secretariado (direção político-militar) das Farc. Outros líderes de frentes militares guerrilheiras colombianas também estariam no país vizinho.

Márquez apareceu há mais de dois anos em Caracas com o presidente Hugo Chávez e a senadora colombiana Piedad Córdoba, antes que as Farc libertassem alguns de seus reféns sequestradas por motivos políticos.

O ministro acrescentou que "três dos cinco principais líderes do ELN (...) recentemente foragidos estão escondidos na Venezuela". "Não é novidade (...) que a linha de fronteira com a Venezuela se tornou um muro infranqueável à Justiça", declarou o ministro à rádio Caracol.

Em fevereiro, o presidente colombiano Álvaro Uribe disse que comandantes de grupos guerrilheiros colombianos se refugiavam em países vizinhos, mas não citou nomes.

Em março de 2008, o dirigente das Farc Raúl Reyes morreu num bombardeio colombiano em uma região do Equador, no que gerou uma prolongada crise diplomática entre esses dois países.

O atual atrito entre Colômbia e Venezuela deriva das queixas de Caracas contra um acordo que autoriza o uso de bases militares colombianas por forças dos Estados Unidos. Por causa disso, Chávez chegou a pedir aos seus soldados que se preparem para uma guerra.

Silva disse, no entanto, que Bogotá não contempla uma agressão militar ao país vizinho.

"Jamais temos de usar a palavra guerra, incidente, conflito, confronto com o povo da Venezuela nem com nenhum povo da região, isso está proscrito da nossa linguagem e sobretudo do nosso ânimo, da nossa alma", afirmou em uma entrevista coletiva.

"Por isso a obrigação número 1 do ministro da Defesa é fazer de tudo (...) para evitar um conflito ou guerra, naturalmente a segunda obrigação de um ministro da Defesa é preparar-se para ela".

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